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Os limites dos meus tweets são os limites do meu mundo | Mestrando em Economia Aplicada na UFJF | Ciências econômicas -UFSJ

Joined February 2022
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🥳🎂 She was born on November 6, 1988. In 2016, Nature magazine named her one of the ten most influential people in science. #scihub 🗝
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New WP alert❗ A few weeks ago, online betting was banned in Brazil, and in the following days, major media outlets reported a decline in instant payment (PIX) transactions. These reports prompted my dear friend @rafael_voigtel and I to investigate whether this pattern appeared in the data and how it compared with the trajectory expected before the ban. Using daily Central Bank data, we estimated a series of C-ARIMA models to compare observed transactions with the trajectory projected before the ban. Under our preferred linear-trend specification, we found that, over the 37-day period ending November 1, transaction counts were 8.37% below forecast, while the value transferred was 10.83% lower. Both deviations were statistically significant under this specification. Soon on ArXiv!
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Uma coisa que me parece contraintuitiva é usar o argumento de que a macroeconomia não é uma ciência exata para defender propostas como a de André Lara Resende, em detrimento de abordagens mais consolidadas. Eu concordo com a premissa, mas acho que justamente por isso+
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deveríamos ser ainda mais conservadores do ponto de vista epistemológico. Afinal, se é quase impossível estabelecer experimentos controlados nesse campo e até mesmo é raro encontrar experimentos naturais ou variações exógenas, apostar tudo num modelo novo, sem levar em conta+
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as condições suficientes para efetividade da proposta estão postas, é dá um tiro num escuro, ao invés de demonstrar corretamente a viabilidade disso.
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gostei mas depois de um tempo ficou repetido as perguntas: knowsoda.com/pt/matematica
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Das ist wirklich grotesk. Noch mal zur Erinnerung: Wir reden hier von der Spätantike.
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Faça imediatamente o C.
Cleitinho (Republicanos) conseguiu BARRAR patrocínio de R$ 32 MILHÕES do GOVERNO ESTADUAL que seria destinado a clubes de futebol como Cruzeiro e Atlético após a saída das BETS do Brasil.
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Comments on André Lara Resende's intriguing proposal for Brasil to lower interest costs on the debt by lowering interest rates grumpy-economist.com/p/fishe…
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é por isso que fico na micro aplicada
Considerando que eles metem uma pandemia, dois choques do petróleo, uma quebra de safra, ameaça de intervenção do presidente e eleição no meio do caminho... e não tem foward guidance nem intervenções no mercado cambial ou de títulos... diria que fui bem.
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Político: Javier Milei
Replying to @Alech_andro
Ditador: nenhum (prefere regras do mercado) Filósofo: Wittgenstein (pelo bio) Personagem fictício: John Galt Político: Javier Milei Figura religiosa: nenhuma clara Figura histórica: Gary Becker Artista: nenhum óbvio Economista ortodoxo que defende ajuste fiscal, critica heterodoxia e desenvolvimentismo, cita Schrodinger e quer ler filosofia.
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Olá @grok, com base em TODOS os meus tweets e replies, eu sou: Qual ditador? Qual filósofo? Qual personagem fictício? Qual político? Qual figura religiosa? Qual figura histórica? Qual artista
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Tenho que voltar ano que vem a ler romances ou até mesmo livros de filosofia. Este ano fiquei preso apenas a coisas da economia e do mestrado.
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Pera ai, ele ta dizendo que o ministro da fazendo não pode atuar como um agente público? E não pode falar sobre assuntos relacionados ao seu próprio ministério? É o agente público de Schrodinger
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Happy 50th birthday!
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Eu posso explicar economicamente porque a taxa de juros é tão alta no Brasil, mas me permitam fazer uma explicação de economia política melhor ainda. O Brasil surgiu como uma empreitada colonial escravocrata. Em plantations, custo unitário do trabalho é o que determina a competitividade ainda que o custo de maquinário e bois seja relevante. Quando o Brasil começou a ser pressionado para parar de importar escravos, a solução foi importar mão de obra europeia. Só que começamos a nos industrializar em 1870, começamos a ter conflitos políticos urbanos na mesma década e isso se arrastou, de uma forma ou de outra, até 1930, quando tivemos a revolução oligárquica de 1930. Porque sim, 1930 foi briga de oligarquia com oligarquia. Entre 1870 e 1930 a gente passou de um modelo em que poucos brancos simplesmente sifonavam de uma forma ou de outra o fruto do trabalho de negros e indígenas escravizados para um modelo em que uma elite branca tinha que manter algum tipo de política de segurança pública que mantivesse trabalhadores livres brancos, que conseguiam alguma coisa aqui e ali, e trabalhadores livres negros quietos enquanto exploravam seu trabalho. Para resolver isso, Vargas criou o modelo de cidadania regulada em que só era cidadão quem tinha carteira de trabalho, leia-se, trabalhadores brancos urbanos. Aqui entra Wanderley Guilherme dos Santos, especialmente em Cidadania e justiça (1979) e Razões da desordem (1993). O problema brasileiro é que tivemos que enfrentar quase simultaneamente três conflitos que, nas democracias europeias, foram administrados ao longo de períodos muito maiores: integração nacional, participação política e redistribuição. A industrialização produziu novas classes, organizações e demandas antes que tivéssemos instituições suficientemente consolidadas para mediar seus conflitos. Vargas respondeu incorporando parte dos trabalhadores à ordem política por meio de direitos sociais vinculados às profissões reconhecidas pelo Estado, ao mesmo tempo que submetia os sindicatos à tutela estatal. A legislação não excluía formalmente os negros, mas, numa sociedade que havia abolido a escravidão sem integrar economicamente os libertos, a exigência de inserção ocupacional reconhecida reproduzia desigualdades raciais profundas. Trabalhadores rurais, domésticos e informais continuaram excluídos de boa parte da proteção social. A solução foi, portanto, incorporar sem universalizar, redistribuir sem alterar substancialmente a estrutura de propriedade e organizar o conflito social sem permitir que ele se manifestasse autonomamente. Em Razões da desordem, Santos (1993) vai além: a expansão da participação e das demandas sociais ocorreu mais rapidamente do que a institucionalização dos mecanismos capazes de processá-las. Construímos um Estado que legisla e regula muito, mas cuja autoridade não alcança parcelas consideráveis da sociedade. E isso era fundamental para o modelo desenvolvimentista porque esse mecanismo de exclusão e disciplina permitia que o país sustentasse uma economia fechada para sustentar a classe média branca sem competição e transferisse montanhas e mais montanhas de recursos para estatais e indústrias ineficientes. O resultado é aquilo que ele chama de um híbrido institucional: uma poliarquia moderna, com eleições competitivas, organizações representativas e legislação abundante, convivendo com um «hobbesianismo social» marcado pela desconfiança, pela baixa adesão às regras coletivas e pela prevalência de interesses particularistas. A Constituição de 1988 rompeu com parte importante da cidadania regulada ao universalizar direitos, mas não eliminou as desigualdades econômicas e a fragmentação social herdadas desse processo. Em particular, o problema é que a gente incluiu os outsiders, mas não eliminamos o fechamento comercial, a política industrial e o uso do orçamento público para sustentar as elites predatórias e extrativistas. FHC começou a resolver isso com privatizações, eliminação de barreiras comerciais, criação do aparato de políticas sociais e, especialmente, resolvendo a inflação ao mesmo tempo que aumentou a carga tributária. Lula I continuou esse processo, com um enfoque mais social. Isso impediu o conflito porque tornou a alocação mais eficiente. Lula II só empurrou o conflito com crescimento, ele colocou muito fermento no bolo e impediu que as elites e os mais pobres entrassem em conflito aberto. O problema é que Dilma I entrou na pira de que esse modelo de solução era neoliberal e precisávamos de uma guinada desenvolvimentista. Resultado? Ela implodiu a economia brasileira tentando resgatar as benesses das elites. Dilma II foi uma tentativa desesperada de correção de rota que não deu certo. Temer foi uma mistura de tecnocratas tentando impedir o colapso e o Centrão rapinando tudo que encontrava pela frente e, por fim, Bolsonaro foi um ajuste pró-elite até o STF avisar a ele que ele tava com a corda no pescoço depois da brincadeira do 7 de setembro e ele entregou tudo pro Centrão pra se salvar. Lula III foi inconsistente, de um lado tínhamos Haddad, Marina e Tebet tentando resolver o problema da forma correta. Do outro tínhamos Gleisi, Rui, Marinho, Lupi, et caterva brincando de Dilma III. Ou seja, conseguimos adiar o problema, mas a conta chegou. Hoje ou resolvemos o problema fiscal, punindo as elites parasitárias, com cortes previdenciários no topo, supersalários, abrindo a economia, matando a NIB, resolvendo inconsistências do Plano Safra, ajustando o BPC e políticas aos mais idosos... ou vamos tirar dos mais pobres, seja via cortes de gastos sociais, seja via inflação. Como, em geral, escolhemos não enfrentar o problema distributivo nacional, gastamos mais do que crescemos de forma ineficiente. Isso joga os juros pra cima.
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Uma grande perda. William Nordhaus foi um daqueles gigantes da economia com grandes contribuições em campos bastante diferentes. Além de um dos pioneiros da nova economia ambiental, ele foi um dos economistas que mais investigou o papel da tecnologia no crescimento econômico (inclusive fazendo um paper sobre singularidade) e foi o pai da teoria política dos ciclos econômicos (talvez a teoria que melhor explique o país em que moramos) Big F. RIP. news.yale.edu/2026/10/31/wil…
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"Revisão da Meta" "Austeridade" "Economia como ciência social"
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