Meteorologist | Weather forecasting & synoptic meteorology specialist | Climate researcher | Passionate about atmospheric phenomena | Ampere Consultoria

Brasil
Joined December 2017
Bruno César Capucin retweeted
Registro de um tornado anti-ciclônico no Chile, hoje (26/10) à tarde [mais um tornado chileno em 2026, diga-se de passagem].
Devastadoras imágenes del Colegio Tricahue de Requínoa arrasado por un tornado Categoría EF-2 en la región de Ohiggins, Chile 🇨🇱 #Tornado #Chile
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MANHÃ FRIA DE PRIMAVERA O amanhecer da quarta-feira (21) será marcado por ventos de leste e temperaturas baixas em áreas do leste brasileiro.
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TEMPESTADES NO CENTRO-SUL Um sistema em desenvolvimento já provoca mau tempo em partes das regiões Sudeste e Centro-Oeste nesta quarta-feira. Ao longo da quinta-feira, a área de baixa pressão deverá se posicionar nas proximidades da costa da Região Sul e do estado de São Paulo. Embora a frente fria associada seja fraca sobre o continente, o padrão de ventos amanhã em médios e altos níveis da atmosfera favorecerá a formação de tempestades, acompanhadas de descargas elétricas e possibilidade de granizo, especialmente em áreas dos estados de MS, GO, SP, MG, RJ e ES.
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Bruno César Capucin retweeted
🌀🇮🇸 La bombe météorologique de ce 14 octobre plonge autour de 930 hPa au sud de l'Islande. Les observations montrent des pressions exceptionnellement basses. Le record islandais pour un mois d'octobre, établi à 938,4 hPa en 1963, pourrait être battu! 🛰️@stefanlucien.wsocial.eu
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Meus parabéns a todos os colegas meteorologistas! Que nunca nos falte curiosidade, dedicação e paixão por entender os fenômenos atmosféricos.
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EL NIÑO 2026 Um El Niño histórico está em desenvolvimento em 2026, com potencial para se tornar o mais intenso já registrado. O fenômeno apresentou acoplamento com a atmosfera tropical no final de junho, enquanto seus impactos mais expressivos na América do Sul começaram a ser observados em meados de julho, quando inundações atingiram o Chile e áreas da Região Sul do Brasil. Desde então, episódios de tempo severo têm sido frequentes nas latitudes subtropicais do continente, com registros de granizo, vendavais e tornados que provocaram danos em diferentes localidades da Região Sul. Além disso, setembro foi marcado por chuvas muito acima da média em áreas onde a precipitação costuma ser menos frequente nessa época do ano, como em partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo e o sul de Minas Gerais. O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, sendo a região denominada Niño 3.4 uma das principais áreas para seu monitoramento. Durante episódios do fenômeno, o Jato Subtropical se fortalece do Pacífico em direção ao continente sul-americano, o que aumenta a frequência de sistemas de tempo e chuvas em parte do Chile, Região Sul do Brasil e parte dos países vizinhos. Entretanto, uma particularidade tem chamado a atenção em 2026: desde julho, o Jato Subtropical tem se posicionado mais ao norte do que o normal, inclusive em comparação com outros episódios fortes de El Niño na mesma época do ano, conforme ilustrado na arte. Isso explica os episódios de mau tempo em áreas até do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil.
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As imagens de satélite mostram áreas de chuva forte em diferentes pontos do país, especialmente em partes das regiões Norte e Sudeste. Tempestades também se deslocam, neste momento, do Paraguai e da província de Misiones, na Argentina, em direção ao oeste da Região Sul. O mau tempo em parte do Centro-Sul neste domingo, véspera de feriado, é resultado da combinação de diferentes sistemas, incluindo uma frente semi-estacionária sobre o continente e uma perturbação em altos níveis.
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O furacão Isaias se tornou o primeiro da temporada de 2026 no Atlântico, em uma formação excepcionalmente tardia para esta época do ano. As projeções indicam que o sistema deve atingir a costa sul dos Estados Unidos, entre a Flórida e o Alabama, no início da madrugada de sábado (10), pelo horário de Brasília.
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Cuando digo de tamaño de pelota de tenis digo la verdad. Y por miles!!! Desastre!!!!
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Extrema caída de #granizo en #Asunción de #Paraguay esta noche video
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Bruno César Capucin retweeted
Textbook gorilla hail in Paraguay as South American tornado alley continues to roll
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Tempestades severas se deslocam para norte entre a Região Sul e países vizinhos. A noite promete ser agitada! 😬
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O padrão climático observado nos trópicos em setembro reflete a forte influência do El Niño em andamento. A convecção intensa sobre as águas anomalamente quentes do Pacífico Equatorial favorece movimentos ascendentes mais vigorosos nessa região, acompanhados por subsidência compensatória sobre a Oceania e partes do Brasil tropical. Sobre a bacia Amazônica, essa circulação anômala tende a dificultar o estabelecimento e a evolução da estação chuvosa, favorecendo precipitações abaixo da climatologia em diversas áreas. À medida que o El Niño se aproxima de seu pico, esperado para o último trimestre do ano, a intensificação dos movimentos ascendentes no Pacífico deverá reforçar essas zonas de subsidência. A convecção anômala no Pacífico Equatorial também interfere na circulação extratropical, modulando a posição e a intensidade da corrente de jato, além de manter ondas planetárias como pano de fundo da circulação de grande escala (teleconexão atmosférica). Em setembro de 2026, o Jato Subtropical sobre a América do Sul permaneceu mais ao norte do que o normal, inclusive em relação ao padrão climatológico típico de anos de El Niño. Essa configuração ajuda a explicar os episódios de severidade no Sul e as chuvas extremas em áreas do Sudeste do Brasil. Atualmente, a temperatura absoluta da superfície do mar na região do Niño 3.4 é de 29,8 °C, valor igual ao observado em meados de novembro de 2015, quando aquele forte El Niño atingia seu pico. Mais do que uma comparação direta entre os dois eventos, o dado chama atenção para a rápida evolução do aquecimento no Pacífico Equatorial em 2026, especialmente considerando que o fenômeno ainda se aproxima do período climatológico de máxima intensidade.
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Que excelente iniciativa! Parabéns aos envolvidos 👏🏻👏🏻
This was a top five life experience no doubt. I just shared about severe weather awareness and storm chasing at a local school in Santa Maria, RS. So much enthusiasm for weather in that room, the future is bright here.
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Desde agosto, as previsões sazonais vêm frustrando a expectativa de início de uma fase positiva do Dipolo do Oceano Índico (+IOD). Esse cenário, porém, começa a dar sinais de mudança, conforme indicado pelas projeções do modelo GEFS35. A fase positiva do IOD é caracterizada por águas anomalamente frias no Índico Oriental e mais quentes no Índico Ocidental. Esse gradiente zonal de TSM reorganiza a circulação de Walker, favorecendo movimentos ascendentes na costa da África e subsidência na região da Indonésia. Historicamente, episódios de El Niño apresentam maior associação com fases positivas do IOD, enquanto eventos de La Niña tendem a favorecer fases negativas. Dependendo da intensidade do +IOD e da resposta convectiva sobre o Índico Ocidental, essa região pode atuar como fonte de ondas de Rossby para o Hemisfério Sul, modulando a circulação atmosférica de larga escala junto com o El Niño. Estudos como o de Andrian et al. (2024) indicam que a ocorrência simultânea de +IOD e El Niño durante a primavera austral pode aumentar o risco de bloqueio sobre a costa leste do Brasil. Ainda assim, o cenário permanece incerto: a maior parte das previsões não indica uma fase positiva particularmente intensa e, além disso, o serviço nacional de meteorologia da Austrália aponta para o enfraquecimento do +IOD ao longo de dezembro.
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Pessoal, gerei aqui a imagem de satélite correspondente ao momento da queda do helicóptero em que estavam Rick e os demais tripulantes. Fortes tempestades, acompanhadas de descargas elétricas, já estavam presentes no sul de Santa Catarina, enquanto o tempo também se encontrava fechado na região de Urubici. É possível que a área já estivesse sob influência de frentes de rajada e de um aumento da umidade, cenário consistente com o teto baixo e a neblina nas áreas de serra relatados pelas reportagens. As condições meteorológicas eram, portanto, claramente adversas no momento do acidente, embora ainda não seja possível afirmar qual foi o papel delas na ocorrência da tragédia.
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As previsões subsazonais seguem bastante consistentes na indicação de uma zona potencialmente tempestuosa sobre o país ao longo de outubro. A razão para isso é o El Niño, que manterá o fluxo do Jato Subtropical muito ativo sobre o oceano Pacífico, mas com uma assinatura sobre a América do Sul muito favorável às tempestades na área indicada no mapa. Um jato amplificado para norte, em média, sobre o interior do continente sugere que múltiplas perturbações de ar superior serão enviadas entre o norte argentino e o Paraguai durante o mês, produzindo sistemas de baixa pressão em superfície e a organização de frentes frias. Essa configuração contrasta com o padrão atmosférico típico deste mês em anos de El Niño, normalmente marcados por bloqueios atmosféricos na costa leste e chuvas excepcionais concentradas no Sul. Certamente, outubro deverá trazer novas rodadas de tempo severo e mudanças bruscas no padrão meteorológico da metade sul da nação.
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O último domingo de setembro se aproxima do fim marcado por temperaturas elevadas na maior parte do Brasil.
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Tempestades severas vêm se formando entre o Rio Grande do Sul e os países vizinhos desde a noite de ontem. Caçadores de tempestades brasileiros e estrangeiros estão em campo acompanhando e registrando os fenômenos. Segundo o caçador norte-americano @TheNaderMike, os registros incluem pelo menos duas supercélulas intensas e um possível tornado. Esse é um hobby que, em algum momento oportuno da vida, eu ainda pretendo praticar também! 😄
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O ano de 2026 já entra para a história quando o assunto é a temporada de furacões no Atlântico. Desde o início da era de satélites, nunca a bacia permaneceu por tanto tempo sem registrar o primeiro furacão da temporada. O recorde anterior de formação mais tardia pertencia a 2002 e 2013, quando o primeiro furacão surgiu em 11 de setembro. De acordo com a NOAA, a temporada de 2026 contabiliza, até o momento, 7 tempestades nomeadas e nenhum furacão. O índice ACE (Accumulated Cyclone Energy), que considera a intensidade e a duração dos sistemas tropicais, está em apenas 8,9, cerca de 90% abaixo da climatologia acumulada de 1991–2020 para esta altura da temporada. Há três principais linhas de explicação para essa baixa histórica de atividade. A primeira está relacionada ao El Niño, que se intensificou rapidamente durante o verão do Hemisfério Norte. O fenômeno favorece o aumento do cisalhamento vertical do vento justamente sobre uma das principais regiões de desenvolvimento de ciclones tropicais, entre a costa africana, o Atlântico tropical e o Caribe. Esse ambiente dificulta a organização vertical e a intensificação dos sistemas. Outro fator envolve episódios de grandes plumas de poeira e ar seco provenientes do deserto do Saara, transportadas pelos ventos sobre o Atlântico tropical. Essas intrusões podem limitar a convecção profunda necessária ao desenvolvimento dos ciclones. Além disso, pesquisadores têm chamado atenção para um comportamento particularmente incomum da atmosfera tropical neste ano: sua elevada estabilidade. Análises citadas pelos meteorologistas Michael Lowry e Andy Hazelton indicam que a diferença térmica vertical na troposfera tropical do Atlântico foi a segunda menor desde 1940, tornando o ambiente ainda menos favorável ao desenvolvimento de convecção profunda e à intensificação dos sistemas tropicais.
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