
Esports Interviewer for @ultorbesports CC for @yfp_gg https://nitter.gq/t.co/jktCUxDvoT Business Email: [email protected] https://nitter.gq/t.co/lXfMqko1iC
Joined October 2025
- Tweets1.4K
- Following1.1K
- Followers403
- Likes10.4K
Andre "Entree" Hopkins retweeted
Surprise! Thank you to @ClaudioCSRO for the time today to chat gaming.
Video will be up tomorrow on @TheLoadInGG and a story, along with a story on @SportingTrib
#Worlds2026 @AEW
Andre "Entree" Hopkins retweeted
Birthday wishes:
- JDG Joy dead
- One Lysoar
- To give all of the VCT CN animals a hug and a kiss starting with Kris
- NOVA back on Twitter
- To know what tf is gonna happen to all of my favs (Lysoar, qiutiaN, swagzor, Life, BerLIN, AAAAY)
Also I have no idea why I don’t get balloons on this account 😭 I get them on both other accounts
Andre "Entree" Hopkins retweeted
.@ClaudioCSRO repped AEW and The Death Riders on one of the biggest stages in esports: the @LeagueOfLegends @lolesports 2026 World Championships! #Worlds2026
Still LFT
HC/AC/Analyst
Any region, remote or relocate
7 years coaching exp
I truly believe I am the best at what I do - I don't think anyone combines individual coaching, performance, strategy, and data in the way that I do
Happy to give references and work examples 🫶
Starting a new chapter
Welcome @kapikoaaron to YFP as our VALORANT General Manager
#makePLAYS
Andre "Entree" Hopkins retweeted
Hello everyone!
I wanted to give my thoughts on everything about this because in all reality with the way offseason was going I was not expecting to be able to compete.
We did not get our invite until very late in the process because of other organizations not accepting, but we are happy to be a part of the process and happy to be here.
We had to act very quickly to get a team in the door and everything came together over 24-48 hours.
As a an organization, I appreciate everyone that was flexible and worked quick to get everything done that we need to get done and just happy to be invited by Riot and Raidiant.
At the end, the way offseason was going, I truly didn't think we would be competing in VALORANT for the foreseeable future, but a lifeline was given to us and to be seen in this position shows all the hardwork we have put in over the past 6 years.
This could be a stepping stone for us, but we will see how the roster goes, and more to come on that in the coming days.
Here are our invited teams for the Qualifier Playoffs! #VCTAmericas
@Envy
@C9VAL
@SRVAL Black + Gold
@QorGaming
@FlyQuest
@YFP_gg
@SadEsportsOrg
YFP has been invited to Qualifier Playoffs!
We'll see you November 20th
#makePLAYS
Here are our invited teams for the Qualifier Playoffs! #VCTAmericas
@Envy
@C9VAL
@SRVAL Black + Gold
@QorGaming
@FlyQuest
@YFP_gg
@SadEsportsOrg
Andre "Entree" Hopkins retweeted
new interview with LordNM -- if you're new to deadlock esports and want some place to start, i think my talk with @LordNM_ is the perfect place to start
for now, here's my outro
youtu.be/MRkK9cCuprI?si=BGzt…
Andre "Entree" Hopkins retweeted
[SOURCES] Former Paper Rex player d4v41 🇲🇾 is set to join Xi Lai Gaming 🇨🇳 ahead of the 2027 VCT Season
Report by @Tanmayy ⬇️
sheepesports.com/en/articles…
Andre "Entree" Hopkins retweeted
O cenário inclusivo de VALORANT nunca incluiu de verdade. O Game Changers foi criado com a proposta de dar mais oportunidades e visibilidade para mulheres e outros gêneros marginalizados dentro do esports, mas, na prática, muitas vezes ele ainda parece um espaço que precisa ser constantemente defendido pelas próprias pessoas que deveria proteger. A Riot diz que o programa existe para tornar o cenário mais inclusivo e representativo, mas representação sem segurança, fiscalização e acolhimento não passa de discurso.
O ódio aberto contra pessoas não-binárias, trans e outras pessoas LGBTQIA+ continua sendo expressado em camps, transmissões, chats e comunidades do VALORANT. E isso não é uma sensação isolada. Segundo a GLAAD, 52% dos jogadores LGBTQIA+ relataram já ter sofrido assédio enquanto jogavam online, 42% disseram que já evitaram jogar por medo de serem assediados e 27% chegaram a abandonar um jogo por causa disso. Mesmo assim, ainda tem gente que age como se reclamar de transfobia e homofobia fosse exagero ou tentativa de transformar o Game Changers em um espaço “menos competitivo”.
Vocês nunca vão entender o que é tentar competir enquanto fazem parte de um gênero marginalizado, principalmente quando a sua identidade é tratada como suspeita, fraude ou vantagem competitiva. No Game Changers, mulheres e pessoas de gêneros marginalizados precisam provar o tempo todo que pertencem àquele espaço. Pessoas não binárias e de gênero fluido muitas vezes nem sabem se serão aceitas, como devem se inscrever ou se sua identidade será respeitada pelos organizadores. Isso não é inclusão. É colocar a responsabilidade nas pessoas marginalizadas e obrigá-las a explicar a própria existência para poder jogar.
A própria regra oficial do Game Changers determina que todas as pessoas da equipe devem ser mulheres ou pertencer a gêneros marginalizados. O problema é que uma frase ampla não resolve a realidade de quem está dentro do cenário. Ela não responde de forma clara a todas as experiências de pessoas trans, não binárias e de gênero fluido, nem impede que cada campeonato, cada região e cada organização interprete a inclusão de um jeito diferente. Quando a regra existe, mas a comunidade não sabe como ela será aplicada, a insegurança continua.
A fiscalização também é falha. Em 2023, a Riot puniu jogadores por violação das regras de elegibilidade de gênero e por terem enganado os oficiais do torneio. O caso mostrou que existe preocupação em proteger a proposta do Game Changers, mas também revelou como a identidade de pessoas marginalizadas pode ser transformada em instrumento de investigação e desconfiança. A existência de pessoas mal-intencionadas não pode ser usada como justificativa para tratar toda pessoa trans ou não binária como suspeita.
Além disso, o cenário competitivo de VALORANT continua reproduzindo a ideia de que o Game Changers é uma competição de nível inferior. Pessoas entram sem levar o projeto a sério, organizações não oferecem estrutura suficiente e parte da comunidade trata as jogadoras e as pessoas de gêneros marginalizados como se estivessem ali apenas porque não conseguiram competir no VCT principal. Só que o Game Changers não deveria ser visto como uma versão menor do cenário. Ele deveria ser um espaço seguro e competitivo para pessoas que foram historicamente afastadas do esports.
A verdade é que o Game Changers reflete bastante o quanto a nossa sociedade ainda não está pronta para acolher pessoas diferentes do que considera “normal”. Tudo que foge do padrão é questionado, ridicularizado ou hostilizado. E no VALORANT isso aparece em cada transmissão com comentário transfóbico, em cada jogador que usa identidade de gênero como insulto, em cada pessoa que precisa esconder quem é para conseguir jogar e em cada organização que fala sobre inclusão, mas não sabe o que fazer quando uma pessoa trans ou não binária precisa de apoio de verdade.
Pessoas LGBTQIA+ não são uma minoria irrelevante dentro dos games. A GLAAD aponta que 17% dos jogadores ativos se identificam como LGBTQIA+, e esse número sobe para entre 23% e 28% entre jogadores com menos de 35 anos. Essas pessoas fazem parte da comunidade, acompanham campeonatos, jogam VALORANT, competem e sustentam o cenário. Mesmo assim, continuam sendo tratadas como exceção quando deveriam estar no centro das discussões sobre segurança e inclusão.
Me entristece ver, ano após ano, pessoas sofrendo discriminação por algo que ainda não é compreendido nem respeitado por quem organiza, transmite e acompanha o Game Changers. A identidade de alguém não deveria ser tratada como provocação, fraude ou problema administrativo. Inclusão não é apenas abrir inscrição para mulheres e gêneros marginalizados. Inclusão é criar regras claras, treinar a equipe, fiscalizar o comportamento, proteger quem denuncia e garantir que essas pessoas possam competir sem precisar provar o tempo todo que merecem estar ali.
Porque, do jeito que está, o Game Changers não é verdadeiramente inclusivo. Ele dá espaço, sim. Mas dar espaço sem garantir segurança, respeito e permanência não é incluir. É apenas permitir que pessoas marginalizadas entrem em um ambiente que ainda está tentando decidir se elas realmente pertencem a ele.
Andre "Entree" Hopkins retweeted
THE MOMENT THEY'VE BEEN WAITING FOR
VISA @KRUesports BLAZE ARE YOUR #VCTGameChangers CHAMPIONS!
Khalish has been part of Paper Rex since our founding in 2020, starting first on our CS:GO Roster and transitioning with the team to VALORANT. We'll always remember the laughs, the op shots, and every achievement through the years.
From everyone at Paper Rex, we wish @d4v41vlr the best for his future endeavours. Setinggi-tinggi penghargaan dan terima kasih.
We’ll always cheer the team’s big brother (abang) on, see you out there unc 👊🏻 #WGAMING
Andre "Entree" Hopkins retweeted
[SOURCES] eeiu 🇨🇦 has reached a verbal agreement to join NRG 🇺🇸 ahead of the 2027 season.
Report by @anonimotum ⬇️
sheepesports.com/en/articles…
Andre "Entree" Hopkins retweeted
it is completely unacceptable to talk this way about your former teammate. I speak for the vlr community when I say we are disappointed and will be cancelling alexis.
🇺🇸 SRG alexis on what she implemented that previous IGLs from past rosters seem to miss:
"I just think it comes more naturally to me. I feel like melanji, she really had to work at it to be a good IGL, she was kind of a bum at the end of the day.
And so it just comes more naturally to me, I just have more of a presence in the server!"
(via @melanji of Pro Minds News Network)
Andre "Entree" Hopkins retweeted
[EXCLUSIVE‼️🚨] Akame 🇰🇷 is ]*•• he joining a team 🇺🇳.
The team will be a professional Valorant team. It will be a team that exists on earth.
Sources say the team will consist of five players, a coach, and maybe an assistant coach (unconfirmed)
[Second picture unrelated]
Andre "Entree" Hopkins retweeted
Hey NA grinders,
I've been trying to put together a roster for Open Qualifiers but it seems like 80% of the available names I know are being trialed by 3-4 paying teams and thus unwilling to commit to a roster. These teams get to skip the OQs so they can take their time.
OQ 1 starts in 12 days. I want to get at least 10 good days of practice in and am confident I can get a committed group of 5 to exceed expectations.
I will be running a 10-mans tryout tomorrow from 11am PST-4pm and picking 5 players to coach up and take into Open Qualifiers 1.
If you do not have a team/trials yet and want to commit to grinding for a couple weeks to set yourself up for success to start the year register here: docs.google.com/forms/d/e/1F…





































