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📊 CNPI | Contador e investidor em micro e small caps. 💡 Insights, análises, estudos e conteúdo educacional para investidores conscientes e de longo prazo.

Sao Paulo, Brazil
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#balm3 #balm4 📊 Indicadores de Liquidez O objetivo dos indicadores de liquidez é medir a capacidade de uma empresa de pagar suas dívidas no curto, médio e longo prazo. Esses indicadores são essenciais principalmente para credores e podem ser divididos em quatro tipos: ➡️ Liquidez Geral ➡️ Liquidez Corrente ➡️ Liquidez Seca ➡️ Liquidez Imediata 🔹 Liquidez Geral 📈 Mostra a capacidade financeira de um negócio no médio e longo prazo. Como considera um período acima de 12 meses, não é muito usada no dia a dia. 🔹 Liquidez Corrente 💰 Indica a capacidade da empresa de honrar pagamentos no curto prazo. É o indicador mais usado no cotidiano e deve ser atualizado com frequência. 🔹 Liquidez Seca 📉 Avalia se a companhia consegue pagar suas obrigações de curto prazo sem considerar o estoque. 🔹 Liquidez Imediata ⚡ Mostra quanto a empresa tem disponível imediatamente, considerando apenas o caixa e equivalentes de caixa. Ajuda a identificar se o negócio consegue cobrir despesas emergenciais. 🔎 Interpretação dos indicadores 🟢 > 1: bom nível de liquidez 🟡 = 1: recursos equilibram-se com obrigações 🔴 < 1: empresa não tem recursos suficientes para honrar pagamentos ⚠️ Dica: sempre analisar o comportamento ao longo do tempo! Olhar apenas um período isolado não mostra o panorama completo. Índices crescendo = 👍 sinal positivo; em queda = ⚠️ sinal de alerta. Esses indicadores utilizam o balanço patrimonial como base para cálculo. ➡️ Exemplo: indicadores da empresa Baumer (2020 a junho de 2025) 📈 Como é possível observar no gráfico abaixo, todos eles vêm crescendo ao longo do período analisado, o que é um sinal positivo! ✅
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Com a possível queda dos juros, qual ação da Bolsa você acredita que mais pode se beneficiar? Minha sugestão: #ALPK3.
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Aqui vai minha humilde opinião sobre os resultados operacionais do segundo trimestre de 2025 dos ativos que tenho em carteira: #BMEB4 = excelente #CEDO4 = péssimo #PRIO3 = ruim #CLSC4 = ruim #CSUD3 = bom #MDNE3 = excelente #DEXP3 = bom #MILS3 = excelente #PFRM3 = bom #BALM4 = bom #FIQE3 = bom #SAPR4 = ruim E na carteira de vocês, quais ativos apresentaram, na sua opinião, os melhores resultados deste trimestre?
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nitter.gq/InvestidorValor/status… Tive a honra de participar de uma entrevista no canal @InvestidorValor. Agradeço imensamente pela oportunidade de compartilhar um pouco sobre minha história, visão e trajetória no mundo dos investimentos. Espero que o conteúdo contribua de forma positiva para todos os investidores que acompanham o canal. Vamos juntos nessa jornada! 🚀📈
Papo de Valor com Raimundo Silva, CNPI Multiplicou por 2x o Capital Investido em 6 Anos Raimundo é contador e gestor da carteira própria de ações. Em 6 anos, de out/19 a jun/25, a carteira de Raimundo gerou um retorno de 124,36% no período, enquanto o Ibovespa gerou um retorno de apenas 26,50%. -- IV: Raimundo, poderia falar um pouco sobre você? RS: Falar sobre mim sempre me gera muitas emoções, e são raríssimas as vezes em que abordo esse assunto, mas vamos lá. Quero começar pela minha infância. Nasci e vivi até os 18 anos no sertão do Piauí, onde trabalhava na roça com meu pai apenas para sobreviver. As perspectivas de ter qualquer coisa na vida eram praticamente inexistentes. Vivíamos em extrema pobreza, até mesmo comprar uma bicicleta para ir para a roça parecia algo muito distante. Quem já passou por uma realidade parecida sabe exatamente do que estou falando. Ciente das dificuldades da minha terra, decidi me mudar para São Paulo, onde vivo até hoje, em busca de algo melhor. Foi quando comecei a trabalhar e conquistar meu próprio dinheiro. A falta de conhecimento, aliada ao conservadorismo, fez com que eu fosse apenas um poupador por muitos anos. Só em 2017, aos 28 anos, comecei a estudar sobre investimentos, foi o momento em que deixei de ser poupador para me tornar investidor. Naquela época, comecei aplicando no Tesouro Direto e comprando algumas ações. Lembro de nomes como POSI3, DIRR3, UNIP3, ELET3, POMO4, CARD3 e SAPR4. Meu conhecimento sobre o mercado financeiro era quase nulo. Escolhia os ativos com base apenas em múltiplos como P/L, P/VP e PSR. Se um ativo tivesse lucros não recorrentes, por exemplo, eu, com certeza, me daria mal, pois nem sequer abria um release de resultados. Hoje tenho 35 anos, sou formado em Contabilidade e sigo aprendendo e evoluindo como investidor. O que me motiva é olhar para trás e ver o quanto foi possível transformar uma realidade tão difícil com esforço, disciplina e educação financeira. -- IV: Qual a sua estratégia para ganhar dinheiro na Bolsa? RS: Minha estratégia, nos últimos anos, tem sido buscar ativos que estejam fora dos holofotes, ou seja, que não sejam os “da moda”. Não é que eu não goste desses ativos mais populares, mas acredito que muitos já não oferecem tanto potencial de valorização, justamente por estarem amplamente cobertos por analistas e muitas vezes já estarem bem precificados. Por isso, procuro empresas menos visadas, que estejam fora do radar da maioria, mas que tenham grande potencial de retorno com risco relativamente baixo. Faço isso sempre com base em fundamentos sólidos, sem abrir mão da segurança. Atualmente, minha carteira é composta 100% por ativos brasileiros. -- IV: Como é o seu processo para garimpar uma nova oportunidade de compra? Quais filtros usa? RS: A cada trimestre, após a divulgação dos resultados, costumo fazer um filtro nessas plataformas de busca. Nesse primeiro momento, utilizo múltiplos como P/L, P/VP, PSR, entre outros, para fazer uma triagem inicial. Com essa lista mais enxuta, passo a analisar os resultados trimestrais, principalmente para descartar empresas com lucros não recorrentes, que distorcem os números. Só após esses dois filtros iniciais é que faço uma análise mais aprofundada, geralmente por meio de DCF (Fluxo de Caixa Descontado), para entender o potencial de valorização. Se o ativo tiver fundamentos sólidos e fizer sentido na minha carteira, costumo iniciar com uma posição menor, geralmente metade do que desejo ter. A partir daí, passo a acompanhar o ativo de perto. Se, nos trimestres seguintes, a tese se confirmar, aumento gradualmente a posição. -- IV: Como você faz o valuation de uma ação: DCF, Múltiplos, TIR implícita, um mix dos anteriores, …? RS: Hoje, minha principal ferramenta de valuation é o DCF (Fluxo de Caixa Descontado), que considero a mais completa para estimar o valor intrínseco de uma empresa. Também utilizo múltiplos como P/L, P/VP e PSR para fazer comparações com o setor e com o histórico da própria empresa. Em alguns casos, observo o dividend yield, especialmente em empresas mais maduras ou de setores que distribuem dividendos com regularidade. Na prática, uso uma combinação dessas abordagens. Isso me dá uma visão mais equilibrada e mais segurança na tomada de decisão. -- IV: Como você gosta de construir o seu portfolio de ações, considerando número de empresas, setores e concentração? RS: Sempre mantive um número reduzido de ativos. Em média, costumo ter 12 ações, às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos. Minha carteira nunca tem pesos iguais. Acabo concentrando mais naqueles ativos nos quais tenho maior convicção. Quanto à diversificação setorial, tento não ter mais de um ativo por setor. Às vezes, isso até me limita, pois vejo dois ativos com potencial no mesmo setor e acabo escolhendo apenas um. É uma questão pessoal: penso que, se um setor for afetado, é provável que os ativos desse setor sofram juntos. Então procuro selecionar aquele que vejo com melhor potencial e menor risco relativo, e foco nele. Essa abordagem me ajuda a manter a carteira mais simples, concentrada em qualidade, e com uma certa proteção setorial. -- IV: Com que frequência você gosta de rebalancear a carteira? RS: Não tenho uma frequência fixa para rebalancear a carteira. Isso depende muito do momento do mercado e das análises que faço. Hoje estou confortável com a composição da carteira, mas, se encontrar um ativo com mais potencial do que algum dos que já possuo, ou se perceber que uma tese perdeu força, faço os ajustes necessários. Como minha carteira é enxuta, ao entrar em uma nova posição, geralmente preciso vender algum papel para abrir espaço. O rebalanceamento acontece de forma pontual, baseado em oportunidades e fundamentos, e não de forma automática ou por prazo. -- IV: Quanto tempo em média mantém uma posição na sua carteira? RS: Não tenho um tempo médio definido. Gosto de acompanhar os resultados e, se o ativo continuar entregando, sigo posicionado. Um exemplo é PRIO3, que mantenho desde 2019. No início, era uma posição pequena, mas com a valorização, acabou ganhando bastante peso na carteira. Ao longo do tempo, realizei algumas vendas, decisões que, olhando para trás, considero equivocadas. Vejo esse erro acontecer com frequência: o ativo valoriza, o investidor se apressa em vender, muitas vezes para trocar por algo com menor potencial. Mas valorização, por si só, não quer dizer que a ação está cara. É preciso avaliar se a empresa cresceu junto. Por isso, tento carregar esse tipo de ativo por tempo indeterminado, enquanto a tese estiver viva e os fundamentos permanecerem sólidos. -- IV: Você acredita que a análise gráfica, juntamente com a análise fundamentalista, pode ajudar nos pontos de compra e venda de ações? RS: Acredito que a análise gráfica pode sim ser útil, especialmente se usada junto com a análise fundamentalista. Pode ajudar a identificar bons pontos de entrada e saída. Mas, sendo honesto, eu não tenho conhecimento suficiente para utilizar essa ferramenta. O curioso é que, de vez em quando, já fiz algumas operações de curto prazo com uma parcela bem pequena da carteira, mais especulativas, e, 100% das vezes acabei me dando mal. Hoje evito esse tipo de operação e foco totalmente na análise fundamentalista, onde me sinto mais seguro. -- IV: Quais são os seus setores favoritos na Bolsa? E os que você evita? Por quê? RS: Não tenho um setor preferido. O que mais pesa é a análise da empresa. Se ela tem bons fundamentos e se encaixa na minha estratégia, invisto, independentemente do setor. Mas, se for para destacar setores com os quais tenho mais afinidade, citaria o bancário, elétrico e saneamento. São segmentos menos cíclicos, com receita mais previsível, o que me agrada como investidor de longo prazo. Já o setor que evito é o de aviação. É difícil encontrar empresas sustentáveis nesse ramo. São muito afetadas por variáveis externas como dólar, preço do combustível e crises econômicas. Historicamente, é um setor de baixa previsibilidade e alta rotatividade. Prefiro ficar de fora. -- IV: Você usa stop loss? RS: Nunca utilizei stop e, para ser sincero, ainda não sei exatamente como usá-lo na prática. Sei que é uma ferramenta útil para muitos investidores, especialmente os que operam no curto prazo, mas, como foco no longo prazo, prefiro acompanhar os fundamentos. -- IV: Você usa derivativos? Qual a sua estratégia? RS: Não utilizo e nunca utilizei derivativos. Meu conhecimento sobre o assunto ainda é bastante superficial, então prefiro não operar com o que não domino. Sigo focado em estratégias que entendo bem, principalmente a análise fundamentalista de longo prazo. -- IV: Qual a ação brasileira com o maior potencial de alta (ou melhor risco/retorno) na sua carteira hoje? Poderia explicar sucintamente o case? ... Para ler a melhor parte da entrevista: >>> Link na Bio <<< Não é recomendação de investimento.
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