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Rússia
Joined January 2019
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"Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade." Ayn Rand
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Poucas operações psicológicas foram tão bizarras e bem sucedidas quanto a normalização do biquíni e da sunga. Conseguiram convencer bilhões que é normal exporem seu corpo quase completamente só porque estão na praia. Não só isso, conseguiram convencer inúmeros maridos e esposas de que é normal que outras pessoas vejam seu cônjuge seminu só por causa do ambiente. Discordem como quiserem, mas é uma coisa que nunca entenderei como deixaram se tornar “normal”.
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Essa frase do professor Olavo de Carvalho me fez pensar: "O Brasil não chegou ainda ao estágio de civilização no qual você possa falar que existe conhecimento. É apenas um monte de selvagens perdidos na floresta, dando urros e expressando suas sensações. Estão num nível de comunicação de um cachorro." O pior é que ele conseguiu definir metade da galera aqui do X...
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O que querem esconder é muito maior que uma fraude nas eleições. Querem se manter no poder pra esconder algo muito, muito pior e sujo. Vocês se arriscariam em fazer uma fraude só pra manter no poder? Gastariam 400 bilhões? Isso seria o último recurso. Exceto se tivesse algo muito ruim pra esconder. Ainda vamos descobrir coisas muito piores que o Master. Muito pior que fraudar eleição. Anotem minhas palavras
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Quando você for demitir um petista: ❎ Não diga que é porque ele votou no PT ✅ Diga que é reestruturação da empresa
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em nenhuma democracia do mundo um candidato a presidente que teve 60 milhões de votos é abordado e tem seu passaporte apreendido no dia seguinte a eleição EM NENHUMA DEMOCRACIA
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Lula fez 11 milhões de votos a mais que no primeiro turno? Tem que ser muito idiota pra acreditar nisso.
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OLAVO TEM RAZÃO 👇🏼
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Vocês queriam vermelho no lugar de verde. Toma vermelho então.
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17:01 quando começam as apurações e transferência de arquivos os cara mete um STOP de 2 horas. Tem que ser muito idiota para não perceber isso. Fizeram download dos arquivos dos servidores, analisaram quantos votos tinham de diferença e computaram eles. Basta ter mais de 3 neurônios para enxergar isso. 🇧🇷
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Dica pra direita: A campanha do Flávio teve erros mínimos. Não busquem culpar A ou B qnd foi claramente um GOLPE DE ESTADO. Não se esqueçam disso um único dia.
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O problema do Brasil é que na sua população o número de filhos da puta ultrapassa a quota que um país pode suportar sem se foder.
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Math doesn’t add up
Round 1: 🏆Bolsonaro: 56.1 million votes Lula: 53.9 million votes Round 2: 🏆Lula: 64.1 million votes (+10.2M) Bolsonaro: 59.8 million votes (+3.7M) To give you an idea of how unlikely this is: all the eliminated candidates from round 1 got 9.33M VOTES COMBINED
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Explode!!! Bomba Bomba! kkkkkkkkkkkkkkk
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Caraca bicho! Coppolla foi na veia!😎 Dito isso: Flávio Bolsonaro Presidente! 2⃣2⃣✅
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E o Tarcísio de Freitas, hein?... Simplesmente fantástico! 🇧🇷💪🏻
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- Quem criou o SUS? A constituição de 1988 - Quem votou contra a constituição de 1988? LULA! É só isso o tweet.
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Vocês que estão achando que é brincadeira, imaginem mais 4 anos de Lula e Alexandre de Moraes. Mais 4 anos de censura ao extremo, cancelamentos, perseguição e restrições à liberdade, várias plataformas sendo alvo, e o X pode ser um dos primeiros, sem espaço pra quem pensa diferente. A perseguição vai aumentar a níveis absurdos, principalmente política, os jornalistas vão se fud3r. Se Lula levar essa eleição, é melhor começar a pensar seriamente em um plano B, inclusive na possibilidade de sair do país. Não esperem a situação piorar para perceber o que está em jogo. LIBERDADE NÃO TEM PREÇO! 🇧🇷
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Há algum tempo venho observando um fenômeno que se tornou particularmente evidente nestas últimas eleições, o infantilismo intelectual, a baixeza de espírito e a incapacidade de compreender a realidade sem confundir com as próprias emoções. Deixando de lado a dissonância cognitiva e as contradições ideológicas, o que chamou atenção é a maneira de como a política tem sido comunicada. As propagandas se tornam cada vez mais elementares, os debates só provocações e os argumentos são substituídos por palavras de ordem. Em discussões sobre decisões que afetam o destino de milhões de pessoas, chega ao ponto de dizer ao eleitor que "pesquise no Google" aquilo que deveria ser objeto de seu próprio interesse e responsabilidade. A política, que deveria exigir o exercício rigoroso da inteligência, parece cada vez mais orientada a estimular reações. Não querem compreender, mas de sentir, não de examinar, mas de escolher um lado, não de formar um juízo, mas de encontrar alguém que confirme aquilo em que já se acredita. O que me interessa, porém, não é apenas a superficialidade desse debate, mas aquilo que ela revela sobre a formação intelectual e moral das pessoas. Imagine duas crianças brigando por um pirulito. Cada uma está absorvida pelo próprio desejo e interpreta a situação a partir dele. O adulto que observa a cena, entretanto, pode perceber a desproporção entre o objeto da disputa e a intensidade da reação. Pode reconhecer a vaidade ferida, a necessidade de prevalecer e o desejo de obter reconhecimento. Essa diferença não está simplesmente na quantidade de informações que cada um possui, mas na capacidade de se distanciar da própria experiência para compreender o que está acontecendo. A maturidade intelectual começa quando deixamos de confundir aquilo que sentimos com aquilo que podemos demonstrar. Sentir indignação não prova que houve uma injustiça. Sentir-se ofendido não torna uma crítica inválida. A intensidade de uma reação não mede a profundidade de um pensamento. É possível estar sinceramente convencido de uma ideia e, ainda assim, não ter compreendido os fatos que supostamente a sustentam. É possível defender uma causa justa por razões equivocadas e condenar alguém não pelo que essa pessoa fez, mas pelo que sua existência representa para nós. Foi isso que me chamou a atenção em tantas manifestações políticas, pessoas que parecem reagir menos ao conteúdo de uma ideia do que ao desconforto que ela lhes provoca. Em vez de examinar o objeto da indignação, entregam-se a ela, como se a própria emoção constituísse uma justificativa suficiente. Diante de uma reação desproporcional, o observador pode formular perguntas que o indivíduo tomado pela emoção talvez não consiga fazer a si mesmo: o que exatamente o atingiu? Uma injustiça concreta? Uma divergência intolerável? Uma expectativa frustrada? Uma ferida no orgulho? Essas perguntas não autorizam diagnósticos precipitados sobre as intenções alheias. Exigem, ao contrário, que suspendamos nossos julgamentos imediatos para investigar o que realmente aconteceu. Essa disposição para investigar antes de condenar parece cada vez mais rara. Quando alguém reduz milhões de eleitores a uma categoria moral indistinta, atribuindo-lhes as mesmas intenções e os mesmos vícios, deixa de compreender pessoas concretas para lidar com uma abstração conveniente. O rótulo encerra a investigação. Depois dele, já não é necessário compreender o outro, basta classificá-lo. E poucas coisas são tão confortáveis para o ego quanto acreditar que o mal está inteiramente do outro lado. É assim que a vaidade pode se disfarçar de consciência moral. O indivíduo não deseja apenas estar certo, deseja que sua opinião lhe confira superioridade sobre os demais. A discordância deixa de ser uma questão intelectual e se torna uma ofensa pessoal. O adversário já não é alguém cujas ideias precisam ser examinadas, mas alguém cuja própria existência parece intolerável… 👇🏻
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Se a principal coisa que um governo tem a te oferecer é um programa social para aliviar sua miséria, significa que você nunca sairá dela.
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