Pedro Neto retweeted
DUAS MANEIRAS DE SE RELACIONAR COM O PÚBLICO BOLSONARISTA
A campanha de Lula adotou o lema “bandido preso e trabalhador protegido” para disputar o segundo turno contra Flávio Bolsonaro. Precisando ampliar sua votação, o PT oferece ao eleitor conservador uma das principais bandeiras da direita: a repressão como resposta aos problemas da população. A esquerda que denuncia o PCO por conversar com bolsonaristas aceita que o candidato petista procure esse eleitorado assumindo suas posições políticas.
A acusação contra o Partido da Causa Operária confunde duas coisas distintas: disputar os trabalhadores que seguem a direita e adotar o programa da direita. O PCO procura convencer esses trabalhadores a romper com o bolsonarismo. O PT, ao incorporar suas propostas, confirma as ideias que deveria combater e pede ao eleitor que apenas troque de candidato.
O trabalhador que deposita suas esperanças em Bolsonaro procura uma saída para dificuldades reais. O salário não paga as contas, o emprego é incerto, as dívidas aumentam. A incapacidade dos governos petistas de resolver esses problemas abre espaço para a demagogia da direita. A experiência de frustração com o PT pesa mais do que a advertência de que seu adversário é pior.
Esse trabalhador pode acreditar que a privatização melhora os serviços ou que mais violência policial trará segurança. Mas continua dependendo do salário e sofrendo com a exploração patronal. É nessa contradição entre suas opiniões e seus interesses que os revolucionários devem intervir. Cabe explicar por que as propostas bolsonaristas não resolvem suas dificuldades e organizar a luta pelas reivindicações que a direita procura sufocar.
Os bolcheviques enfrentaram um problema semelhante na Rússia czarista. Em Esquerdismo, doença infantil do comunismo, Lenin recordou a participação de militantes em assembleias e associações operárias organizadas por Zubatov, agente da polícia do czar. Lenin as descreve como organizações operárias dos Cem Negros, a extrema direita monarquista. Os revolucionários entravam nesses locais, faziam agitação e conseguiam retirar trabalhadores da influência dos agentes policiais.
A presença de operários tornava aquele trabalho necessário. Recusá-lo por causa da orientação reacionária que impregnava a mente daqueles operários significaria deixar os trabalhadores sob seu controle. Os militantes não defendiam o czar para conseguir ser ouvidos: apresentavam a política revolucionária a pessoas que ainda acreditavam na monarquia. Procuravam ganhá-las para a revolução sem exigir que já fossem revolucionárias antes do primeiro contato.
É essa tradição que orienta o PCO diante da base popular bolsonarista. O Partido leva suas posições aos trabalhadores independentemente de seu voto, de sua religião ou das ideias que tenham sobre os problemas do País. Não esconde seu programa nem faz concessões políticas e ideológicas à direita. A aproximação serve para desenvolver a consciência de classe de quem ainda deposita confiança nos representantes da burguesia.
Em 2022, durante os bloqueios de caminhoneiros que apoiavam Bolsonaro, o PCO apresentou uma aplicação concreta desse método. Enquanto setores da esquerda cobravam repressão, o Partido defendeu que Lula e a CUT procurassem a categoria com um programa em defesa de suas necessidades. Entre as propostas estava a estatização completa da Petrobrás, vinculada à redução do preço do diesel.
O combustível caro comprometia o sustento de caminhoneiros que haviam votado na direita. Discutir o controle do petróleo permitia mostrar que os lucros dos grandes capitalistas eram incompatíveis com suas necessidades. Para conquistar esses trabalhadores, não era preciso aceitar a privatização defendida por Bolsonaro. Era preciso explicar por que combatê-la interessava à categoria.
A esquerda pequeno-burguesa identitária condena esse esforço e chega a chamar o próprio PCO de bolsonarista. Considera suspeito o contato com setores populares conservadores, como se a ideologia determinasse definitivamente a posição de cada pessoa na luta de classes. Um operário que apoia a direita passa a ser tratado como inimigo, embora enfrente o mesmo patrão e precise dos mesmos direitos que seu colega petista.
Essa postura expressa o afastamento da esquerda em relação ao povo. Em vez de discutir as razões pelas quais um trabalhador acredita em Bolsonaro, seus críticos o insultam por sua religião, seus costumes ou sua falta de instrução. A direção que não apresenta uma saída para a crise acusa os explorados de ignorância por procurarem outra alternativa. O bolsonarismo se beneficia desse desprezo: pode apresentar-se como defensor das pessoas que a esquerda hostiliza.
A necessidade de votos no segundo turno, porém, obriga o PT a procurar esse eleitorado. Surge então a disposição de fazer concessões que nada têm a ver com o trabalho revolucionário ou mesmo progressista. Na segurança pública, o discurso policial ocupa o lugar das reivindicações populares. Na economia, as promessas de cortes de gastos e ajuste fiscal substituem uma política favorável aos trabalhadores. Nas questões morais, cede-se às pressões religiosas. O esforço é convencer o eleitor de que também encontrará no PT a política que o atraiu para a direita.
O lema sobre prender bandidos mostra o resultado. O trabalhador preocupado com a violência recebe a confirmação de que a solução está no fortalecimento da repressão. Não se explica por que essa mesma repressão atinge os moradores dos bairros pobres. Tampouco se enfrenta a falta de emprego, moradia e perspectivas que pesa sobre a população. A campanha aceita os termos da propaganda bolsonarista e tenta tirar proveito deles.
Isso é uma adaptação reacionária. O eleitor permanece sob a influência das mesmas ideias, agora repetidas por uma candidatura que se apresenta como adversária do bolsonarismo. A autoridade política que o PT ainda conserva entre os trabalhadores passa a servir à divulgação de propostas da direita.
Os que acusam infundadamente o PCO de bolsonarismo “bolsonarizam-se”.
Nem sequer há, nessa imitação, uma razão para o bolsonarista preferir Lula. Se considera correto o programa de Bolsonaro, encontra em Flávio um representante dessa orientação. O PT abandona as reivindicações que poderiam atrair o trabalhador descontente e disputa quem aplicaria melhor uma política que seu adversário já defende.
A consequência aparece também entre os próprios eleitores petistas. Ao ouvirem sua direção apresentar mais repressão como proteção ao povo, passam a defender medidas que antes identificavam com a direita. O PT não retira o trabalhador bolsonarista da influência do bolsonarismo; leva essas mesmas posições para dentro de sua base.
Depois do terremoto
Ultimamente tenho pensado muito na morte. Nas ocasiões em que pessoas importantes para mim morreram; na perspectiva da minha própria morte; e nas reações que eu e outras pessoas exibem quando estão diante deste fato inevitável da vida.
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Pedro Neto retweeted
Nota oficial
Perseguição política: Polícia Federal invade casa de Rui Costa Pimenta
Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Federal (PF) realizou uma operação de “busca e apreensão” contra o companheiro Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO.
A medida é ilegal, antidemocrática, uma óbvia perseguição política e eleitoral e uma tática de intimidação. Homens armados da PF apresentaram um descabido mandado judicial, às 6 horas da manhã, e adentraram a casa de Rui, bem como invadiram um escritório, em outro endereço, que estava vazio, arrombando portas e o portão de sua casa.
Qual seria o motivo? O que buscavam? O Partido e Rui até agora não fazem ideia. Rui descobriu a operação quando os policiais arrombaram seu portão; outros dirigentes foram informados pela imprensa.
O inquérito trataria, pelo que diz a imprensa, de uma investigação sobre prestações de serviços contratadas pelo Partido de três empresas gráficas ao longo de (pasmem) cinco anos. Os valores somam, de acordo com o site Metrópoles, R$1,8 milhão. Considerando-se os ditos cinco anos e três empresas, seriam, na média aproximada, R$120 mil por ano por empresa.
O referido “portal de notícias” desempenha com frequência o papel de “vazar fatos” e dar voz a acusações caluniosas que não podem ser ditas em documentos oficiais. Neste caso, a jornalista Mirelle Pinheiro disse que a PF suspeita de irregularidades em “contratos milionários” do PCO. Não há menção a um único contrato que chegue a um milhão. A sanha persecutória é tão grande que até atropela o bom uso da língua portuguesa e da capacidade de contar. Se o analfabetismo linguístico e matemático tem origem nas “fontes” ou na jornalista, nunca saberemos.
Nas campanhas eleitorais de 2018, 2020 e 2022, o Partido lançou um total de 442 candidatos de acordo com a plataforma Divulgacand, do TSE. R$1,8 milhão resulta em meros R$4.072 por candidato.
Para efeito de cálculo, o então prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que era candidato à reeleição em 2020, gastou R$1.848.718,19 em materiais impressos na referida eleição. Covas gastou R$2.200.000,00 em advogados nesta eleição, mais de R$10 milhões em produção de vídeos. Gastou incríveis R$1,8 milhão em pesquisas eleitorais.
Um único município, um único candidato, uma única eleição. Nesse caso, o PSDB gastou mais em materiais impressos do que o PCO em todos os pleitos citados.
A única coisa descoberta pela PF é que o serviço foi prestado e que o Partido realiza campanhas extremamente espartanas. Ao invadir a casa de Rui, também descobriram que o companheiro vive uma vida simples, sem luxos, sem dinheiro guardado, mais humilde do que os agentes que invadiram sua casa, no bairro do Jabaquara.
Para os que não conhecem a cidade, trata-se de um bairro de classe média-baixa e operária em São Paulo, com o companheiro morando a 10 minutos de caminhada da Favela da Alba, em uma casa alugada.
Rui ainda teve de apontar o fato de que sua maior riqueza era a sua biblioteca, algo que quem já esteve na residência do companheiro poderá confirmar.
Os agentes, decepcionados, tiveram de se contentar em levar o celular e o passaporte. Sem joias, sem bens preciosos ou qualquer coisa similar.
A tática de invadir a casa dos perseguidos às seis da manhã, arrombando as portas, também merece um comentário. A polícia faz isso para ser o mais próximo legalmente possível do que fazia o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) da ditadura militar. Após o fim do regime militar, a Constituição proibiu a invasão da casa dos cidadãos durante a noite, então os policiais hoje contentam-se em fazer o mais próximo possível disso. Rui e o Partido denunciaram esta prática contra Lula e outras pessoas, particularmente na ditatorial e ilegal Operação Lava Jato. Também o fizeram no famigerado Inquérito das “Fake News”, além de, é claro, durante a própria ditadura militar.
Não se trata apenas de um abuso de poder e perseguição flagrantes, trata-se de um ato ridículo e digno de palhaços de circo. É evidente que montaram um show para a imprensa usando o dinheiro público e o aparato policial.
Tudo isso acontece enquanto juízes e ministros, como Alexandre de Moraes, ostentam relógios de luxo, cujo valor de apenas um pode chegar a mais de R$500 mil. A revista Veja relata que ele teria vários relógios desse porte, tendo em relógios mais do que o companheiro Rui tem na vida. As esposas de pessoas como ele celebram contratos de dezenas de milhões com bancos e realizam viagens luxuosas com banqueiros e empresários. Estes andam com proteção da Polícia Federal; os que nada têm são assediados por ela.
O grande capital e o imperialismo fizeram da República um verdadeiro bordel, comprando parlamentares, juízes, promotores e burocratas para fazer o que bem entendem e sem nem esconder. Essa corja, desprovida de qualquer autoridade moral e política, quer acusar aqueles que sempre lutaram pelos direitos do povo de corrupção. É o cúmulo da hipocrisia.
A operação acontece meros três dias após o lançamento público da candidatura presidencial do Partido, tendo Rui como candidato, mostrando que o problema não é a impressão dos (poucos) panfletos do PCO, mas calar quem se opõe à pilhagem do Estado, da Nação e da classe trabalhadora.
O PCO tem sido sistematicamente perseguido pela burguesia, pelos tribunais, pelos policiais e pelo imperialismo. Rui e outros companheiros são investigados por terrorismo e racismo ao defenderem a resistência palestina, investigados por denunciarem o estupro da Constituição por parte do Supremo Tribunal Federal e a perseguição judicial feita contra todos, tanto contra Lula quanto contra Bolsonaro.
Apenas o lobby sionista, representado pela Conib e similares, apresentou dezenas de denúncias contra o PCO e seu presidente por conta das suas posições em defesa do povo palestino, de denúncia do genocídio, do assassinato de crianças e pela sua defesa do direito dos povos de resistir à ocupação por todos os meios, algo que até o limitado “direito internacional” reconhece.
Nosso Partido é um partido de princípios, nem o mais rampeiro analista nega isso. O partido defendeu a liberdade de Cesare Battisti, de Lula, de Bolsonaro, de deputados presos como José Dirceu e Daniel Silveira.
Defendemos o direito de falar de comediantes e jornalistas, de amigos e inimigos. Defendemos o direito de associação e de greve para todos, de carteiros a metalúrgicos e até mesmo policiais e militares, corporações que consideramos inimigas naturais da classe trabalhadora.
Um peso, uma medida. Princípios e doutrina política. Coerência e constância. Fazendo muito com quase nada. É disso que é feito o Partido da Causa Operária, organização fundada durante a ditadura militar e que milita todos os dias, não apenas na eleição.
Essa perseguição implacável é o maior elogio que poderíamos receber. Os ataques dos inimigos de classe, dos inimigos do Brasil, dos inimigos das liberdades individuais não mentem.
A Polícia Federal não invade a casa de quem não incomoda, de quem é a oposição consentida ao que aí está. Nenhum partido pretensamente revolucionário é tratado como nós somos.
A todos os cidadãos livre-pensantes, a todos os partidos, organizações e pessoas que defendem os direitos democráticos e individuais, fazemos um chamado: repudiem em alto e bom som o que está sendo feito.
Chamamos todos a se juntarem nessa luta, ao lado do verdadeiro partido antissistema, e a repudiar essa covarde agressão.
Executiva Nacional do Partido da Causa Operária
11 de agosto de 2026
As I was moving ahead occasionally I saw brief glimpses of beauty
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Sobre moeda, política monetária e dívida (em Marx e nos webcomunistas)
Foi-me pedida uma referência de leitura sobre política monetária numa abodagem marxista, tendo como referência um debate entre neoliberais e webcomunistas como Jones Manoel e outros.
fugadehanoi.wordpress.com/20…
O discurso dos cabelos
E hoje eu estava ouvindo uma playlist que fiz no spotify, Siouxsie and friends, e as músicas ali me reconectam com um espírito punk que eu nunca deixo de reconhecer como parte da minha essência. Ouço Dark Entries, do Bauhaus...
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Meu primeiro livro?
Já tenho experiência suficiente com os processos da Academia para saber que nem tudo que ela sanciona tem valor, e nem tudo que ela rejeita carece de valor. Por isso tive essa ideia de fazer uma enquete perguntando: Você compraria um?
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Filosofia, morte e conversão
A vida não é valiosa de ser vivida porque assim continuamos vivos; ela deve buscar seu valor em outra coisa, externa a ela, que justifique por quê continuemos vivendo.
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Pedro Neto retweeted
General William Westmoreland, the American commander in Vietnam, said that Asians do not value human life the way Westerners do.
He said this to explain why Vietnamese soldiers kept fighting despite losses that would have broken Western armies.
He did not say: perhaps they are fighting for something worth dying for.
He did not say: perhaps our intelligence about their will to fight was wrong.
He did not say: perhaps we have fundamentally misunderstood this enemy.
He said: they don't value life.
This is what happens when an army built on the premise of its own civilizational superiority meets a people who simply refuse to accept that premise.
The army cannot update its model.
It cannot say "we were wrong about who these people are."
So it invents a theory where the enemy's resistance is not a sign of strength but a sign of deficiency.
They keep fighting because life is cheap to them.
Not because their cause is just.
Not because they are brave.
Because they are less than us.
Westmoreland ran the war for years on this theory.
He lost.
The Vietnamese people, who apparently did not value life, built a country that is alive and growing and free.
Westmoreland died in 2005.
The people he could not understand are still here.
So is the theory.
Balanço da minha experiência com a Psicanálise, para Rafael
Quem sabe, com o tempo, eu angariasse respeito e conquistasse consistência suficientes para tentar uma síntese própria, alcançando uma voz minha capaz de apontar para outra interpretação?
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Love will save you
Então não tenho mais interesse em participar de farsas alegres, nem de parecer que minha vida também se resume a momentos felizes. Até que eu vi esse vídeo que um sujeito fez, a partir de uma música do Swans e trechos do filme...
fugadehanoi.wordpress.com/20…
Pedro Neto retweeted
Una madre sudanesa llorando y supicando por ayuda, diciendo: "Ayúdanos, la última comida fue hace 20 horas, y no hay comida ni agua, nuestros hijos se están muriendo de hambre... 😱😭💔💔🔻
Comparte la publicación para encontrar una respuesta cuando Dios te pregunte: Lo que hiciste con la hambruna y el sufrimiento de nuestro pueblo en #Sudán!!!!️ 🇸🇩
#Guarda_lo_que_queda_en_Sudán
#FreeSudan
Pedro Neto retweeted
Se cumplen 57 años desde que el ejército genocida de EEUU pusiera en marcha la "Operación Menú" dentro de la Guerra de Vietnam, en la cual 60 bombarderos B-52 lanzaron 100.000 toneladas de bombas en las fronteras de Laos y Camboya en apenas un año.
EEUU lanzó sin conocimiento público ni aprobación de su propio congreso más de 2,5 millones toneladas de bombas sobre Camboya, matando a más de 150.000 civiles y lanzando un promedio de 4 bombas por minuto durante 8 AÑOS.
En Laos, entre 1964 y 1973, EEUU lanzó 2,7 millones de toneladas de bombas (más que las usadas durante toda la Segunda Guerra Mundial) y mató a más de 50.000 civiles, Laos sufrió el equivalente al impacto de un avión lleno de bombas cada 8 minutos, 24 horas al día, durante 9 años... EEUU lanzó en Laos 270 millones de bombas de racimo, con 670 minas antipersona cada una, dejando millones de bombas de racimo sin estallar.
EEUU convirtió a Camboya y Laos en los paises mas bombardeados de la historia de la humanidad.... sin embargo, en sus películas siempre son los buenos.
Pedro Neto retweeted
For God's sake, how can we forget this Israeli crime?!
Repost this. Please I beg you
Pedro Neto retweeted
No child should have to stand in line like this just to eat while billions are spent on war.
Pedro Neto retweeted
🇨🇺 CUBA O ESTRANGULAMENTO FINAL.
10 milhões sem eletricidade e combustível.
Quando você combina apagão total com escassez de combustível em uma cidade como Havana, o sistema não só falha, ele COLAPSA.
A água praticamente desaparece. Sem eletricidade não há bombeamento para chegar até às residências, prédios necessitam mais ainda das bombas.
Sem combustível, não há como levar água por caminhões-pipa. Reservatórios locais esvaziam e não são reabastecidos.
Hospitais entram em estado crítico. Geradores dependem de diesel.
Sem reposição, param. Isso compromete UTI, cirurgias, oxigenação e conservação de medicamentos sensíveis.
Tem gente morrendo agora por causa disso lá.
Escassez de alimentos e conservação prejudicada estragando o que tem.
Sem energia não há refrigeração, geladeiras viram armários de cozinha. Sem combustível não há transporte para o alimento chegar aos mercados e as prateleiras esvaziam.
Não há comunicação. Antenas até têm baterias, mas sem combustível para geradores a rede cai por completo.
Sem transporte. Ônibus, ambulâncias, políciamento, logística, tudo depende de combustível. Sem ele o crime toma conta, feridos morrem esperando ajuda, ninguém vai trabalhar porque não tem ônibus.
Bombeiros e ambulâncias ficam limitados ou parados num momento em que o uso de fogueiras aumenta para esquentar alimentos e clarear durante a noite, imagina o risco de incêndio aumentando sem bombeiros, sem água, sem hospitais.
Lixo se acumula já que não há coleta por falta de combustível, aumentando risco sanitário e vetores de doença como ratos e baratas.
Doenças explodem e elas não ficam dentro de um país apenas, podem virar epidemias e pandemias.
Eu poderia ficar o dia todo mostrando o colapso de uma nação sendo feito deliberadamente por outra nação.
O que os EUA estão fazendo em Cuba, é CRIME CONTRA A HUMANIDADE, estão MATANDO PESSOAS para poder ROUBAR seu país.
Isso tudo está sendo comandado por um demônio chamado Marco Rúbio, filho de cubanos, um traidor como muitos outros que surgiram do esgoto da civilização para causar mortes e destruição em nome de um império maldito.
Ou os EUA caem, ou toda a humanidade vai sofrer nas mãos desse que é sem dúvida o mais perverso, pervertido, demoníaco império da história humana.



















