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José Arlindo Muianga. Pai, Defensor dos Direitos Humanos 🌍💡 Católico ⛪ 🇲🇿 A Luta Continua 💪🏾 Venceremos! ☢️Grupo Desportivo de Maputo🖤🦅SLBenfica

Mocambique, Maputo
Joined January 2010
ZIMBABUÉ: FILHO DO EX-PRESIDENTE ROBERT MUGABE DETIDO POR ALEGADA AGRESSÃO Bellarmine Chatunga Mugabe, de 29 anos, filho do falecido Presidente Robert Mugabe, foi detido juntamente com outros quatro homens, suspeitos de agredir um investigador da Comissão Anticorrupção do Zimbabué (ZACC). O incidente ocorreu a 3 de Novembro, em Harare, durante uma operação de investigação envolvendo dois veículos de luxo, um Lamborghini e um Mercedes-Benz GLE 53, suspeitos de terem sido introduzidos irregularmente no país a partir da África do Sul. Segundo as autoridades, os veículos entraram com autorizações temporárias de importação, mas existem suspeitas de irregularidades na sua permanência no território. Os cinco detidos deverão comparecer em tribunal amanhã, 5 de Novembro. Chatunga Mugabe já enfrentou outros processos judiciais no Zimbabué e na África do Sul, país de onde foi anteriormente deportado.
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MANICA: PONTE SOBRE O RIO REVUÉ VOLTA A RUIR E INTERROMPE LIGAÇÃO ENTRE MACATE E SUSSUNDENGA A ponte sobre o rio Revué, que assegura a ligação entre os Distritos de Macate e Sussundenga, na Província de Manica, sofreu um novo desabamento. As imagens e os vídeos captados no local revelam danos aparentemente mais graves do que os anteriores, deixando a circulação completamente interrompida.
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🚨 Ponte desaba novamente em Sussundenga O tráfego na região está comprometido após o colapso da infraestrutura com um camião sobre ela.
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ÍNDICE MO IBRAHIM 2026: MOÇAMBIQUE ENTRE OS 11 PAÍSES AFRICANOS COM MAIOR DETERIORAÇÃO DA GOVERNAÇÃO - DIREITOS, SEGURANÇA E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA EM QUEDA Moçambique caiu seis posições no Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) de 2026, divulgado a 31 de Outubro pela Fundação Mo Ibrahim, ocupando agora o 29.º lugar entre 54 países africanos, com 48,8 pontos numa escala de 0 a 100. O país perdeu 1,9 pontos entre 2016 e 2025, passando de 50,7 para 48,8 pontos. Encontra-se abaixo da média continental (50,1), da África Austral (56,1) e da SADC (56,0). Na África Austral ocupa o 7.º lugar entre dez países e, na SADC, o 10.º entre 16 Estados. UM DOS RESULTADOS MAIS PREOCUPANTES DO RELATÓRIO Moçambique integra o grupo dos 11 países africanos que mais deterioraram a qualidade da governação na última década. Mais preocupante ainda: está entre os sete países onde a deterioração se tem acelerado, juntamente com Burkina Faso, Guiné, Guiné-Bissau, Níger, Sudão e Tunísia. Segundo a Fundação Mo Ibrahim, Moçambique é o único destes sete países que não sofreu um golpe de Estado durante o período analisado. ONDE MOÇAMBIQUE MAIS REGREDIU? O relatório avalia quatro grandes dimensões da governação, apresentando os seguintes resultados para Moçambique: 1. Segurança e Estado de Direito: 42,9 pontos (-4,9). 2. Participação, Direitos e Inclusão: 48,2 pontos (-8,1). 3. Bases para as Oportunidades Económicas: 53,5 pontos (+2,0). 4. Desenvolvimento Humano: 50,8 pontos (+3,7). As duas primeiras dimensões registaram uma deterioração acentuada, enquanto as duas últimas apresentaram melhorias. DIREITOS FUNDAMENTAIS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA É nesta área que surgem alguns dos indicadores mais alarmantes: • Participação política: 38,5 pontos, uma queda de 15,4 pontos. • Liberdade de associação e reunião: apenas 12,5 pontos, após perder 37,5 pontos. • Eleições democráticas: 22,1 pontos, com uma deterioração de 15,3 pontos, colocando Moçambique na 40.ª posição continental. • Liberdade digital: 57,9 pontos, com uma queda de 35,2 pontos. • Liberdade de expressão e crença: 59,1 pontos, menos 21,5 pontos. Estes resultados revelam uma deterioração significativa das condições de exercício dos direitos fundamentais, da participação democrática e das liberdades cívicas durante a década analisada. JUSTIÇA, CORRUPÇÃO E INSTITUIÇÕES Os processos judiciais receberam apenas 27,7 pontos, colocando Moçambique na 46.ª posição entre os 54 países africanos. O combate à corrupção obteve 30,5 pontos, correspondentes à 36.ª posição continental. Um aspecto particularmente interessante é que, enquanto os mecanismos de combate à corrupção melhoraram 16 pontos, o indicador de ausência de corrupção nas instituições estatais deteriorou-se 12,8 pontos. Isto evidencia uma diferença importante entre a existência de mecanismos institucionais e os resultados efectivamente alcançados no combate à corrupção. ECONOMIA, EMPREGO E INFRA-ESTRUTURAS Apesar dos progressos nas condições para oportunidades económicas, Moçambique continua a apresentar resultados preocupantes em áreas directamente relacionadas com a vida da população. O indicador de oportunidades de emprego seguro obteve apenas 8,8 pontos, colocando o país na 52.ª posição entre 54 Estados africanos. Nas infra-estruturas, Moçambique registou 33,7 pontos, com resultados particularmente baixos no acesso à energia (20,3) e na Internet (23,5). O relatório revela, assim, que os progressos económicos ainda coexistem com enormes limitações no acesso a serviços essenciais e na criação de emprego seguro. MAS NEM TUDO É NEGATIVO O índice reconhece avanços importantes em Moçambique: • Economia rural: 73,8 pontos, 12.º lugar africano. • Registo civil: 75,0 pontos, 10.º lugar, com melhoria de 25 pontos. • Saúde: 62,3 pontos, 21.º lugar. • Administração pública: 61,4 pontos, 16.º lugar. • Desenvolvimento humano: melhoria de 3,7 pontos. Moçambique também figura entre os países com progressos relevantes na promoção da integração socioeconómica dos jovens. Contudo, estes avanços não foram suficientes para compensar a deterioração registada nos direitos, participação política, segurança e Estado de Direito. CONCLUSÃO O resultado mais preocupante para Moçambique não é simplesmente ocupar a 29.ª posição continental, mas a trajectória de deterioração crescente da qualidade da governação. O país demonstra capacidade para melhorar determinados indicadores económicos e sociais, mas continua a perder terreno em dimensões fundamentais para o funcionamento das instituições democráticas. A questão central que o relatório levanta é esta: de que servem os progressos económicos e sociais se, paralelamente, se deterioram as condições de exercício dos direitos fundamentais, o Estado de Direito e a participação dos cidadãos na governação? O desenvolvimento de Moçambique não depende apenas da riqueza produzida ou dos investimentos realizados, mas também da existência de instituições responsáveis, justiça acessível, segurança, respeito pelos direitos e oportunidades económicas que se traduzam em melhores condições de vida para a população. Fonte: Fundação Mo Ibrahim — Índice Ibrahim de Governação Africana 2026. Período analisado: 2016–2025.
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ÍNDICE MO IBRAHIM 2026: ÁFRICA AUSTRAL LIDERA A GOVERNAÇÃO EM ÁFRICA; MOÇAMBIQUE ABAIXO DAS MÉDIAS REGIONAL E CONTINENTAL A Fundação Mo Ibrahim divulgou, a 31 de Outubro de 2026, o Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG), que avalia 54 países africanos, com dados referentes ao período de 2016 a 2025. O continente obteve uma média de 50,1 pontos em 100, registando uma melhoria modesta de apenas 0,8 pontos em dez anos. Dos 54 países, 30 melhoraram, 23 deterioraram-se e um permaneceu inalterado. Apesar dos progressos nas infra-estruturas, saúde e oportunidades económicas, o relatório alerta para retrocessos na segurança, no Estado de Direito, na participação política e nas liberdades fundamentais. CLASSIFICAÇÃO DAS CINCO REGIÕES AFRICANAS A África Austral apresenta a melhor média de governação, seguida da África Ocidental e da África do Norte: 1. África Austral - 56,1 pontos 2. África Ocidental - 52,9 pontos 3. África do Norte - 52,5 pontos 4. África Oriental - 47,5 pontos 5. África Central - 41,4 pontos OS DEZ PAÍSES AFRICANOS MAIS BEM CLASSIFICADOS As Seicheles lideram o continente com 78,6 pontos, seguidas das Maurícias (75,0), Cabo Verde (70,3), Botswana (67,5), África do Sul (66,6), Namíbia (64,8), Marrocos (63,6), Senegal (63,6), Gana (62,8) e Quénia (61,0). Curiosamente, seis destes dez países registaram uma deterioração da governação na última década, apesar de continuarem entre os mais bem classificados. A África do Sul, por exemplo, conserva a quinta posição continental. ÁFRICA AUSTRAL E SADC Na África Austral, o Botswana lidera, seguido da África do Sul, Namíbia, Zâmbia, Lesoto e Malawi. Moçambique ocupa a 7.ª posição entre os dez países desta região geográfica. Já a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), composta por 16 Estados, ocupa o 1.º lugar entre os oito blocos regionais africanos avaliados, com 56,0 pontos, acima da média continental de 50,1. A classificação dos blocos regionais é a seguinte: 1. SADC - 56,0 pontos 2. CEDEAO/ECOWAS - 54,3 pontos 3. União do Magrebe Árabe - 52,6 pontos 4. COMESA - 48,8 pontos 5. CEN-SAD - 46,8 pontos 6. Comunidade da África Oriental (EAC) - 43,6 pontos 7. CEEAC/ECCAS - 43,3 pontos 8. IGAD - 38,2 pontos A SADC destaca-se igualmente pela sua dimensão económica, reunindo aproximadamente 428,2 milhões de habitantes e um PIB conjunto de 930,6 mil milhões de dólares em 2025. Importa distinguir a África Austral enquanto região geográfica da SADC enquanto bloco de integração regional. As Seicheles e as Maurícias, por exemplo, pertencem geograficamente à África Oriental, mas integram a SADC. E MOÇAMBIQUE? Moçambique obteve 48,8 pontos, ocupando a 29.ª posição entre os 54 países africanos, a 7.ª na África Austral e a 10.ª entre os 16 Estados da SADC. O país encontra-se abaixo da média continental (50,1), da África Austral (56,1) e da SADC (56,0), tendo perdido 1,9 pontos desde 2016. O relatório revela uma realidade contraditória: África está a melhorar em determinadas áreas económicas e sociais, mas a deterioração da segurança, dos direitos e das instituições democráticas ameaça esses avanços. Importa esclarecer: o Índice Ibrahim não classifica os países pela riqueza económica ou pelo PIB, mas pela qualidade da governação, incluindo as condições institucionais necessárias ao desenvolvimento. Fonte: Fundação Mo Ibrahim — Índice Ibrahim de Governação Africana 2026 (dados de 2016–2025).
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🚨 PRISÃO PREVENTIVA: CHEFES POLICIAIS DETIDOS NA PONTA DO OURO APÓS AGREDINDO EQUIPA ANTI-CORRUPÇÃO Dois quadros superiores das forças de segurança (um agente do SERNIC e o Chefe das Operações da Polícia de Fronteira) foram colocados em prisão preventiva por ordem do Juiz de Instrução Criminal, em Maputo. A medida surge após terem agredido, ameaçado com arma de fogo e algemado uma equipa do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) que realizava uma operação no Posto Fronteiriço da Ponta do Ouro, no passado dia 28 de Outubro. Os elementos do GCCC foram coagidos, agredidos e despojados de equipamentos de trabalho, incluindo uma câmara e cartão de memória. Os arguidos respondem por ofensas corporais qualificadas, coacção, prisão ilegal e abuso de autoridade. O Ministério Público reforça que nenhuma instituição está acima da lei. 🇲🇿 #Moçambique #PontadoOuro #GCCC #SERNIC #Justiça #XNews
🚨 Movimentação intensa na Ponta do Ouro: autoridades [SERNIC e Guarda-Fronteira], intervêm para deter indivíduo na via pública.
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Carta de Trump a Ramaphosa sobre a exclusão da África do Sul do AGOA. Na carta de 28 de Outubro de 2026, Trump notifica Ramaphosa da intenção de retirar os benefícios do AGOA a partir de 1 de Janeiro de 2027. Trump justifica a decisão com barreiras tarifárias e não tarifárias, restrições ao acesso ao mercado agrícola, obstáculos ao investimento, insuficientes progressos no combate à corrupção e preocupações relacionadas com a segurança nacional e a política externa dos EUA.
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África do Sul responde à exclusão do AGOA: apenas 1% das suas exportações mundiais depende do programa norte-americano O Governo sul-africano reagiu, a 2 de Novembro de 2026, à decisão dos EUA de retirar ao país os benefícios do programa AGOA, com efeitos previstos para 1 de Janeiro de 2027. Segundo os dados apresentados pelo Governo, em 2025, cerca de 89% das exportações sul-africanas para os EUA entraram ao abrigo das regras comerciais ordinárias da OMC, enquanto apenas 10% beneficiaram do AGOA, contra 28% em 2024. O valor das exportações através do AGOA caiu de 4 mil milhões de dólares, em 2024, para 1,7 mil milhões em 2025, representando apenas 1% das exportações totais da África do Sul para o mundo. O comunicado destaca ainda que, em 2025, o comércio bilateral entre os dois países atingiu 28,8 mil milhões de dólares. Mais de 600 empresas norte-americanas operam na África do Sul, sustentando aproximadamente 134.600 empregos. Pretória considera a decisão prejudicial para determinadas indústrias e cadeias produtivas, mas garante que continuará a diversificar os seus mercados de exportação, incluindo a SADC, China, Índia, União Europeia e outros parceiros comerciais. O Governo assegura que continuará a negociar com Washington, sem abdicar dos seus interesses nacionais e das suas obrigações constitucionais. Fonte: Comunicado oficial do Governo da África do Sul, de 2 de Novembro de 2026, «South Africa Responds to the Withdrawal of AGOA Benefits».
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A Força da Mulher Moçambicana++: Gestão do Lar, Higiene e Harmonia Familiar
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África do Sul: saída do #AGOA não significa perda de acesso ao mercado dos EUA O economista sul-africano Wandile Sihlobo esclarece que a saída do AGOA não impede as exportações para os EUA, mas poderá elevar as tarifas de 12,5% para 15,9%, reduzindo a competitividade. Os EUA absorvem cerca de 4% das exportações agrícolas sul-africanas, que totalizaram US$504 milhões em 2025. Segundo Sihlobo, a situação não representa necessariamente uma catástrofe, mas reforça a necessidade de diversificar mercados, sobretudo na Ásia e no Médio Oriente.
SOUTH AFRICA’S GRADUATION OUT OF AGOA DOESN’T MEAN WE WON'T HAVE ACCESS TO THE U.S. MARKET. WE WILL HAVE ACCESS, BUT WITH SLIGHTLY HIGHER TARIFFS. While we are now in a different political climate, I think it’s important to remember that aside from the issues the U.S. raised about South Africa’s eligibility to be part of AGOA, there have been some conversations for some time. For example, back in 2014, the focus, amongst other things, was on the reality that South Africa is an upper-middle-income country and should have graduated from AGOA to a full bilateral trade agreement with the U.S. Of course, we had our own complications, both because of the Southern African Customs Union (SACU), which we can’t sign bilateral trade agreements without, and because we lobbied to keep benefiting from this unilateral approach (AGOA). Looking back, if we had found a way to graduate out of AGOA, as we were pressured to do then, and started conversations about a trade agreement, we would be in a different climate than what we are seeing now. Of course, this doesn’t mean countries with trade agreements are spared from drastic changes in U.S. trade policy; we see those changes affecting countries like Canada. Beyond South Africa graduating out of AGOA, I think there is also confusion about the implications. Others frame it as a complete ban from the U.S. market, which is not the case. Simply put, as South Africa transitions out of AGOA, the country would face an additional Most Favoured Nation tariff of around 3.4% on top of the existing tariffs the current U.S. Administration added to various countries. Currently, some South African products enter the U.S. market at 12.5% tariffs (Liberation Day tariff). Without AGOA, these tariffs would rise to 15.9%, slightly reducing the competitiveness of some South African products in the U.S. market. Still, one could argue that while this would be a challenging path, it would not necessarily be as catastrophic as we have faced in the past, when we faced much higher U.S. tariffs and still managed to compete. Consider South Africa’s agriculture: in 2025, the South African farming sector faced tariffs of around 30%. Still, agricultural exports to the U.S. were strong. South Africa’s agricultural exports to the U.S. in 2025 totalled US$504 million, down 3% from the previous year. During the higher “Liberation Day Tariffs”, some South African agricultural exporters took advantage of the 90-day pause in the second quarter of 2025 and exported more volume than usual. After this pause, exports cooled in the third and fourth quarters of 2025. Notably, South Africa’s agricultural exports to the U.S. fell 11% in the third quarter of 2025, compared with the same period in 2024, to US$144 million. In the last quarter, South Africa’s agricultural exports to the U.S. fell sharply by 39% to US$81 million. Still, the overall annual exports were encouraging. Even this year, South Africa’s agricultural exports to the U.S. were strong. For example, South Africa's agricultural exports to the U.S. increased by 56% from the first quarter of 2026 to the second quarter of 2026, to US$123 million. The decline in U.S. tariffs, from 30% to 12.5%, among other factors, has been the major contributor to the increase in South Africa’s agricultural exports to the U.S. The U.S. remains an important market for South African agriculture, accounting for about 4% of our agricultural exports. Main exports include citrus, berries, grapes, raisins, wine, fruit juices, apples, pears, apricots, and nuts. Again, South Africa's graduation from AGOA must be viewed in context and may not mean a catastrophe. This is not to understate the impact some industries may feel as the increase in tariffs slightly reduces their competitiveness. Still, we must manage the sentiment and narrative around this issue well. Above all, this yet again reminds us of the need to work hard to diversify South Africa’s export markets to growing regions such as Asia and the Middle East. But export diversification must be framed correctly; it is not a replacement for the U.S., EU, UK, Africa, and other markets. These remain key, and we must work to retain our access to them. --Wandile
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Trump anuncia intenção de excluir África do Sul e Ruanda do programa comercial AGOA a partir de 2027 O Presidente dos EUA, Donald Trump, notificou o Congresso e os Governos da África do Sul e do Ruanda da intenção de excluir ambos os países do programa AGOA, a partir de 1 de Janeiro de 2027. Segundo Washington, a decisão resulta de uma avaliação que identificou práticas incompatíveis com os critérios de elegibilidade do programa. No caso da África do Sul, os EUA apontam barreiras comerciais e ao investimento, corrupção e ameaças aos interesses de segurança nacional e política externa americana. Quanto ao Ruanda, acrescentam preocupações com o Estado de Direito, pluralismo político, direitos humanos e direitos laborais. A medida foi anunciada em 2 de Novembro de 2026 e constitui, nesta fase, uma intenção formal de exclusão. Fonte: Gabinete do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), comunicado de 2 de Novembro de 2026.
It is regrettable that South African policies led to the termination of AGOA for South Africa. This was a predictable and preventable outcome resulting from the rejection by South Africa's government of real concerns raised by the U.S. Government. I remain hopeful that we can find a path forward to address our larger bilateral concerns, but the South African government must understand the gravity of the situation. We know that if America succeeds, so too will South Africa. This is the partnership I will continue to pursue as expeditiously as possible. ustr.gov/about/policy-office…
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José Arlindo retweeted
Neste momento, queremos rezar por aqueles que perderam recentemente uma pessoa querida; em particular, por aqueles dos quais a absurda violência da guerra arrancou um ente querido. Que as lágrimas de tantas mães, de tantas crianças, de tantos idosos toquem a consciência daqueles que têm o poder de fazer calar as armas!
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José Arlindo retweeted
A fé em Cristo nos diz que o nosso vínculo com os fiéis defuntos não foi interrompido, mas transformado. Com a oração de sufrágio, acompanhamos os nossos entes queridos rumo à plena comunhão com o Senhor, aquela comunhão que, verdadeiramente, já experimentamos antecipadamente aqui, no Sacramento da Eucaristia. Animados por esta fé repleta de esperança, prossigamos o nosso caminho terreno, à espera do dia em que o Senhor enxugará toda lágrima.
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KIMI ANTONELLI É O CAMPEÃO MUNDIAL DE FÓRMULA 1 DE 2026!!! 🏆 O mais jovem de sempre a conquistar o título, aos 20 anos e 68 dias!
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Incêndio no Serviço de Oncologia do HCM: Ministério da Saúde confirma a evacuação segura de 22 pacientes, sem registo de feridos. O incêndio provocou danos materiais de grande proporção. As causas estão a ser investigadas.
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Kenmare e Governo moçambicano chegam a acordo de 20 anos para exploração comercial das areias pesadas de Moma, com aumento progressivo das receitas do Estado O Governo de Moçambique aprovou a prorrogação, até 2044, do acordo de implementação da Kenmare Resources, responsável pela exploração das areias pesadas de Moma, na Província de Nampula. A decisão põe fim a vários anos de divergências sobre impostos, royalties e benefícios fiscais. O novo acordo estabelece um aumento progressivo dos royalties pagos ao Estado moçambicano, calculados sobre a receita bruta da empresa: - 2025–2029: 3%, contra o anterior 1%; - 2030–2034: 4%; - 2035–2044: 5%. Isto significa que, por cada 100 dólares de receita bruta, a Kenmare pagará ao Estado 3, 4 ou 5 dólares, conforme o período. Anteriormente, pagava apenas 1 dólar. Outras condições do acordo: A Kenmare ficará sujeita a uma retenção fiscal de 20% sobre serviços prestados a partir do estrangeiro, incluindo consultoria e comercialização, com excepção dos juros. A empresa estima um encargo adicional de cerca de 3 milhões de dólares anuais. Compromete-se ainda a investir, ao longo dos 20 anos, pelo menos 200 milhões de dólares em equipamentos, instalações e infra-estruturas, além de 50 milhões de dólares em projectos sociais, abrangendo educação, saúde, transportes, energia, água e saneamento. O Estado moçambicano terá também o direito de comprar até 20% da produção anual de Moma para processamento em território nacional. A aquisição será feita a preços de mercado e, regra geral, mediante aviso prévio de dois anos. Não se trata de receber gratuitamente 20% da produção nem de adquirir 20% do capital da empresa. O acordo original, celebrado em 2002, concedia condições particularmente favoráveis à Kenmare, incluindo royalties de apenas 1% e isenções de imposto sobre o rendimento das sociedades, IVA e direitos aduaneiros. A aprovação do novo acordo foi comunicada à empresa em 29 de Outubro de 2026. Falta ainda assinar uma adenda e submetê-la ao Tribunal Administrativo. Importa distinguir que a concessão mineira propriamente dita é independente deste acordo e termina em Agosto de 2029, podendo ser renovada por mais 15 anos, mediante o cumprimento dos requisitos aplicáveis. O entendimento prevê igualmente a possibilidade de uma nova prorrogação por 20 anos depois de 2044, sujeita a negociação e à legislação então em vigor. Nota de esclarecimento: O aumento dos royalties para 5% não significa que o Estado receberá 5% dos lucros da Kenmare, mas sim 5% da receita bruta sujeita a royalties, independentemente dos custos operacionais ou do lucro da empresa. Importa igualmente distinguir a retenção fiscal de 20% sobre serviços prestados a partir do estrangeiro do direito do Estado de adquirir até 20% da produção anual de Moma, a preços de mercado, para processamento local. São disposições distintas, com efeitos económicos diferentes. A taxa de royalties de 5% só será aplicada entre 2035 e 2044. Antes disso, será de 3% entre 2025 e 2029 e de 4% entre 2030 e 2034. Fonte 🔗 miningmx.com/2026-10-30-kenm…
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O Presidente do Malawi, Peter Mutharika, regressou ontem, 31 de Outubro de 2026, ao seu país, depois de permanecer 25 dias na África do Sul, numa deslocação que as autoridades classificaram como uma visita privada. Chama a atenção o impressionante aparato de segurança junto à porta do avião, com agentes fortemente armados e várias viaturas de escolta.
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Neste momento, os doentes encontram-se nas instalações do Serviço de Dermatologia.
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