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A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos. Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas.
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Israel é o único país do mundo onde 1,16 milhões de árabes podem votar livremente. Dá que pensar, não?
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A contrarevolução do Abrunhosa.🥸
Replying to @cnnportugal
Santa Maria Maior, Lisboa.
48.420 € de dinheiro público, por ajuste direto, para o Pedro Abrunhosa & Comité Caviar.
Caviar com um subtil cheirinho a caril, servido à conta de todos.
Enquanto uns acampam à porta a pedir casas, este abrunho dá concerto à custa dos mesmos.
Tudo muito solidário.
Vamos falar de habitação? Ainda só se passaram dois anos e meio sobre esta minha publicação... É um tema recente!
Sabiam que, o FNRE que prometia casas e residências de estudantes, nada fez mas, gastou 3,387 Milhões € em salários???
Em 2015, em plena campanha eleitoral, o Partido Socialista prometia uma “Nova Geração de Políticas de Habitação”.
Em 2016, como Governo, ficámos a saber que esta “Nova geração de políticas de habitação” iria na realidade chamar-se Fundo Nacional de Recuperação do Edificado (FNRE) e sua criação foi decidida pela Resolução do Conselho de Ministros nº 48/2016, publicada a 1 de setembro de 2016.
Em 22 de Abril de 2019, Pedro Nuno Santos, na apresentação do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, proferia estas palavras: “…foi o Estado que falhou às famílias…”, “…A mesma “falha do Estado” repetiu-se no alojamento dos estudantes do ensino superior...”
Mas na mesma data, três anos depois da sua apresentação, Pedro Nuno Santos explicava como iria funcionar o FNRE.
“Este Fundo, co-tutelado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação e pelo Ministério das Finanças, tem a nobre missão de reabilitar imóveis públicos para aumentar a oferta de arrendamento acessível nos centros urbanos.”
O Fundo resulta de um importante esforço transversal ao Governo e ao setor público.
Envolve diretamente o Ministério do Trabalho e da Solidariedade e da Segurança Social, cujo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social financiará uma parte do esforço de reabilitação.
Mas conta também com toda a Administração Pública, que está a fazer um esforço para identificar património do Estado que possa integrar o Fundo.”
Igualmente, Pedro Nuno Santos explicava no seu discurso as grandes vantagens do FNRE.
Também ficámos a saber que o FNRE tinha uma missão: reduzir o esforço financeiro das famílias, travar a escalada dos preços no mercado, qualificar a gestão do património público e mostrar que o Estado ao garantir a provisão de serviços essenciais de qualidade, podia ser visto como um instrumento de liberdade.
Portanto, três anos depois da sua apresentação pública o FNRE continuava a ser algo muito bonito para fazer referência nos discursos mas, na prática nada acontecia.
E à data de hoje, continua o Estado a falhar com as famílias?
A resposta é mais do que óbvia e é o próprio FNRE que vai responder a esta pergunta.
Como?
Em 2019, através do Decreto-Lei n.º 30/2019 de 26 de fevereiro foram identificados edifícios que tinham aptidão para residências estudantis. Também no mesmo ano, e pelo Decreto-Lei n.º 94/2019 de 16 de julho, foram identificados 50 imóveis habitacionais para integrar o FNRE ou, eventualmente, os seus sub fundos, entretanto, publicamente anunciados.
À data de hoje, apenas são conhecidos quatro sub fundos do FNRE em funcionamento (o ImoMadalena, o ImoAveiro, o ImoResidências e o Cabeço da Bola) e, curiosamente, apenas dois deles integram dois imóveis identificados nos Decretos-Lei atrás referidos, sendo que um dos sub fundos, encontra-se neste momento em liquidação – o ImoResidências.
O sub fundo ImoMadalena é constituído pelo imóvel da Rua da Madalena, 198 – Lisboa - e este imóvel nem sequer fazia parte da lista inicial publicada em 2019, talvez porque o edifício é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Sobre o sub fundo ImoAveiro sabemos que é constituído pelo imóvel da Rua Combatentes da Grande Guerra, 68 – Aveiro - e que é propriedade da Direção Geral do Tesouro e Finanças. Também este imóvel não constava nas listas publicadas no Decreto-Lei nº 94/2019 de 16 de julho.
Sabemos, também, que neste momento o sub fundo Imoresidências está em liquidação porque o edifício que o integra - o famoso imóvel da Av. 5 de Outubro onde em tempos funcionou o Ministério da Educação - é propriedade da Estamo (Imobiliária do Estado) e não precisa de integrar o FNRE porque vai ser requalificado (ou não!) através das verbas do PRR.
Por fim, o sub fundo do Cabeço da Bola, apenas constituído em novembro de 2022, com o imóvel do quartel com o mesmo nome (propriedade da imobiliária do Estado – Estamo), que estava previsto integrar o FNRE desde 2019.
E a resposta está dada!!!
Maior prova do falhanço do Estado com as famílias não poderia haver.
Volvidos 8 anos os imóveis identificados em Decreto-Lei continuam ao abandono e permanecem em ruínas.
Volvidos 8 anos, o FNRE reabilitou 0 casas, 0 residências de estudantes e realizou 0 inventários de imóveis.
Volvido 8 anos, nada foi feito, o FNRE nunca funcionou e nunca cumpriu a sua missão.
Volvidos 4 anos, desde a criação dos primeiros sub fundos em 2019, obra nenhuma aconteceu nos imóveis que os integravam.
Volvidos 4 anos, o FNRE não integra qualquer imóvel público do inventário do património imobiliário do Estado, prometido em setembro de 2020.
Na realidade, volvidos 4 anos o FNRE, que prometia casas e residências para estudantes, acabou a desperdiçar recursos financeiros em salários milionários com os gestores e colaboradores da Fundiestamo - 3,387 Milhões € entre 2019-2022.
Ainda não são conhecidas as contas do FNRE para 2023, mas neste momento já não resta muito dos 7,1 milhões € que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) investiu no FNRE.
@psocialista @PNSpedronuno @Marina__Gnclvs @habitacao_pt
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Não costumo partilhar integralmente artigos, mas para este vale a pena abusar um bocadinho....
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MEMÓRIA
Abril de 2023.
Primeiro Ministro:António Costa
Ministro Adm.Interna:José Luís Carneiro
Tema:Habitação
Carga Policial sobre manifestantes
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As pessoas estão fartas.
As pessoas estão fartas que todas os problemas na sociedade sejam feitos reféns da esquerda e da extrema esquerda. Como agora no grave problema da habitação que afecta todos, e em particular a geração mais nova, mas é utilizado como bandeira exclusiva da esquerda mesmo que tenha sido exactamente essa mesma esquerda a causar o problema.
As pessoas estão fartas que a esquerda atribua todos os problemas aos governos de direita e escondam as verdadeiras causas que levaram ao colapso como terem escancarado as portas a um milhão e quatrocentos mil imigrantes.
As pessoas estão fartas que uma manifestação que deveria ser de todos esteja pejada de bandeiras da Palestina e de discursos de apelo à violência e exclusão de outras opiniões e credos e que não seja possível empunhar bandeiras diferentes ou discordar.
As pessoas estão tão fartas do enviesamento dos orgãos de comunicação social sempre a favorecer uma minoria política e mensagens que não representam a maioria que a imprensa está a falir.
As pessoas estão tão mas tão fartas que a esquerda e a extrema esquerda perderam 25 deputados na Assembleia da República e os partidos promotores dos discursos que sustentam estas manifestações e o ódio estão a extinguir-se no país.
As pessoas estão fartas que tenham passado tanto tempo a dizer que o fascismo vinha da direita que não o viram chegar pela esquerda.
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Fui ao baú de 2023, era José Luís Carneiro ministro das polícias
É certo que os jornalistas ainda não andavam tão excitados como na atualidade.
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Então se é para acabarmos assim - a ponderar se não teria sido melhor ter ficado em casa a 8 de fevereiro - poupem-nos, da próxima vez, às lições de moral à esquerda sobre o voto útil em defesa da democracia.
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Sê a Esquerda portuguesa:
> Governa 8 anos
> 6 anos de PS, PCP e BE
> 2 de maioria absoluta
> Ignora a habitação
> Em 2023 promove leis destrutivas (incluindo arrendamento coercivo)
> Perde eleições em 2024
> Faz manifs como se a culpa fosse de todos menos tua
FIM
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Replying to @joaobarros80 @atadeia
Esta tropa funciona a relógio de bot. Um dispara o texto-mãe e, em menos de um minuto, o resto entra em formação a debitar a mesma frase com três sinónimos diferentes e a mesma ausência de pensamento.
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A opinião sincronizada já recebeu o guião da semana: atacar António José Seguro.
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Estas imagens demonstram o deputado não eleito Fabian Figueiredo a instigar à desobediência mas quando a coisa aperta, deixa o idiotas úteis em frente à polícia e pira-se a sete pés.
Portugal tem "reguladores" que patrocinam cartéis. E depois quando os preços sobem muito a culpa é do "capitalismo"
Digi admite sair de Portugal se não tiver condições para concorrer e apela a Anacom que reconsidere prorrogação automática das licenças expresso.pt/economia/2026-10…
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O que eu acho extraordinário é que hoje se culpa a "lei Cristas" quando, na verdade, ela foi toda destruída pelo Partido Socialista. Se nós hoje temos estas rendas altas, deve-se única e exclusivamente ao Partido Socialista, que governou durante 8 anos. 1/4
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Replying to @ruitavares
Curioso que nas manifs da habitação ninguém se lembre de referir o detalhe inconveniente: os preços das casas aumentaram 180% entre 2015 e 2025, exactamente o período dos governos PS e da Geringonça. Uma casa que custava 100 mil euros passou a valer 280 mil. Os números são do Eurostat. A amnésia é só das manifestações, do @LIVREpt , do @BlocoDeEsquerda , do @pcp_pt e do @psocialista
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A Maricarmen portuguesa.
Foi hoje convocada uma vigília em Marvila, em frente à casa de uma senhora de 27 anos, Marta Almeida, que ter sido despejada pela CML. A narrativa que anda a circular é a de uma jovem viúva, mãe de duas crianças, vítima da insensibilidade municipal depois da morte do companheiro e da avó deste. Uma história arrumada, pronta a servir de símbolo como a esquerda tanto gosta.
Os factos, segundo a própria Gebalis e a decisão judicial que a sustentou, são menos poéticos. A senhora nunca viveu naquela casa. Tem dois filhos do neto da titular do arrendamento. O neto suicidou-se. A senhora mais velha morreu. O companheiro dessa senhora, de 84 anos, ficou na habitação por direito próprio. Foi então que a mulher do neto falecido entrou na casa, agrediu e expulsou o idoso. Este fez queixa à polícia. O juiz determinou que ela saísse, porque a casa não era dela e nunca lá tinha vivido.
Ou seja, a pessoa que agora é apresentada como despejada e vítima de um acto desumano, é a mesma que, segundo o relato oficial e a sentença, expulsou à força um homem de 84 anos de uma habitação a que ele tinha direito. A vigília de solidariedade, convocada com o habitual aparato de activismo habitacional, concentra-se assim em torno de quem, pelos elementos agora conhecidos, foi a autora da ocupação ilegal e da agressão, não a vítima.
Não é crime ser jovem, nem ter filhos, nem precisar de casa. É, no entanto, um pouco curioso que o símbolo escolhido para denunciar a 'violência' dos despejos seja precisamente quem, de acordo com a versão confirmada pela Gebalis e pelo tribunal, recorreu ela própria à violência para desalojar um idoso.
Quando se constrói uma causa em cima de um caso concreto, convém verificar se o caso concreto não é exactamente o contrário do que se está a contar. Aparentemente, dessa verificação também não se lembraram a tempo. Ou lembraram-se e acharam que o cartaz ficava melhor sem o idoso agredido. Em qualquer dos casos, a casa continua vazia e a hipocrisia triunfou.
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Replying to @averdadedomilei
Reduzm o IRS para todos os particulares que, tenham menos de 2 imóveis no arrendamento, e com renda até 1.200€, para pagar apenas 5% de IRS a taxa liberatória. E justiça ultra-rápida para despejos e danos no imóvel.
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Milei entrou no poder e 4 meses depois os arrendamentos já tinham baixado 30% e a oferta aumentado em 200% na zona de Buenos Aires.
Chama-se USAR A CABEÇA e não usar as frases feitas cheias de suposta humanidade e boas vontades mas que não seguem lógica ou estatística NENHUMA.
































