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Porra, pior que essa merda de considerar "woke" um problema social legítimo é algo muito mindset of the intellectually raped, puta merda. 2026 e ainda tem retardado reclamando de TLOU.
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A dias eu n consigo pensar em outra coisa que n seja o Lula.
Tô em psicose lulista.
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"personagem favorito? guts"
"um vicio? monster branco"
"um músico? linkdozap"
"forçq cara de coitadinho"
"um jogo? valorant"
"um tipo? gótica"
"Uma Hq? Deadpool mata universo Marvel"
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Bro is literally living the dream and acting shy?! 😭🌱
If that were me, I'd be flexing on a livestream 24/7. I'd eat a whole box of popsicles just to get her attention! 💀🍦
Peashooter is the biggest NPC ever. What a waste! 😂👇#PvZ #PlantsVsZombies #Meme #Shipping #PvZAnimation
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Todo moralfag com conta de "comentário de anime e cultura geek!" na bio reclamando e pedindo a censura de um eroguro aclamado é o que acontece quando misturamos pessoal que assiste anime de netflix com o denominador "Otaku"
🚨 MANGÁ QUE INSPIROU ANIMAÇÃO CENSURADA EM DIVERSOS PAÍSES CHEGA EM NOVEMBRO PELA PIPOCA & NANQUIM
A Editora Pipoca & Nanquim iniciou a pré-venda de Midori: A Garota das Camélias, mangá de Suehiro Maruo, com previsão de lançamento para novembro.
A obra começou a ser publicada em 1984, na revista japonesa Garo, e foi posteriormente compilada em um único volume, reunindo a história completa.
Na trama, Midori é uma jovem vendedora de flores que, após ser abandonada pelo pai e perder a mãe, fica órfã e desamparada. Sozinha e sem ter a quem recorrer, ela acaba nas mãos dos integrantes de uma decadente trupe de espetáculos de horrores, tornando-se vítima de crueldades e humilhações constantes. Em meio a esse ambiente brutal, um homem enigmático, dotado de habilidades inexplicáveis, junta-se ao grupo e desenvolve uma afeição pela garota.
A obra ganhou notoriedade pelo estilo provocativo de Suehiro Maruo, conhecido por suas narrativas gráficas extremas e pelo uso de imagens perturbadoras. Entretanto, o título também alcançou reconhecimento internacional graças à sua adaptação animada, lançada em 1992. Dirigido por Hiroshi Harada, o longa-metragem tornou-se conhecido pela controvérsia em torno de seu conteúdo, chegando a ser censurado e banido em alguns países.
A produção enfrentou dificuldades desde sua concepção. De acordo com relatos sobre os bastidores, Harada precisou financiar o projeto com recursos próprios e encontrou obstáculos para conseguir um distribuidor, em razão da natureza controversa da obra.
A edição brasileira da Pipoca & Nanquim seguirá o padrão de acabamento adotado nas publicações anteriores do autor, com capa cartonada e sobrecapa. O volume contará com 180 páginas, reunindo a obra completa, além de um marca-páginas de brinde.










































