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Vem pro PT é gostoso demais.
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Com a voz recuperada, passando para agradecer a cada pessoa que votou pela garantia da nossa democracia, e também para dar um recado importante. Seguimos atentos e fortes. 😉✊🏽 Um beijo no coração e um ótimo domingo! ✨
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Mensagem especial de Lula para todos os piauienses!
É uma honra lutar ao seu lado, presidente. Pode contar sempre com o Piauí!
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Lindo!
Domingou com muita festa em defesa da democracia em família.
@LulaOficial @ptbrasil @AndreJanonesMG aqui está parte do exército da democracia.
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Quando tentaram nos destruir politicamente, continuamos lutando. Quando fomos derrotados, reorganizamos nossas forças. Quando anunciaram que o PT havia acabado, demonstramos que não havia acabado. E quando nos disseram que a eleição estava praticamente perdida, fomos atrás dos votos que faltavam.
Agora temos mais experiência, mais instrumentos, uma militância que conheceu a própria força e milhões de brasileiros que participaram diretamente de uma virada histórica.
Imagina o que podemos fazer se transformarmos essa experiência em organização permanente.
Então, sim, eu quero comemorar. Quero agradecer a quem esteve conosco, reconhecer as contribuições, estudar nossos erros e entender o que essa campanha revelou sobre a sociedade brasileira.
Mas não tenho a menor intenção de pedir licença para comemorar uma vitória do PT e de Lula.
Muito menos de assistir calada enquanto tentam transformar os responsáveis pela conquista em personagens secundários da própria história.
E se alguém ainda não compreendeu por que faço tanta questão de afirmar minha identidade partidária, explico mais uma vez.
Eu sou petista porque reconheço a importância histórica da organização política à qual pertenço. Porque sei que não existe mobilização popular sustentada apenas pelo entusiasmo de uma campanha. Porque conheço o trabalho realizado por milhares de pessoas que nunca aparecerão nos grandes jornais, que não serão convidadas para analisar a vitória na televisão e que provavelmente jamais receberão o reconhecimento proporcional ao que fizeram.
Pessoas que organizaram a campanha porque acreditavam que valia a pena. Que dedicaram tempo, recursos, trabalho e energia para defender um projeto político do qual participam e pelo qual assumem responsabilidades.
Tenho orgulho de estar ao lado dessas pessoas.
E não tenho qualquer dificuldade em reconhecer quem veio de fora do partido para lutar conosco. Pelo contrário. A capacidade de construir alianças, receber apoios e reunir pessoas que não compartilham integralmente nossas posições é uma das razões pelas quais conseguimos vencer.
Mas unidade não exige apagamento.
A vitória foi coletiva. Não foi anônima.
Teve organização, liderança, partido, militância, aliados e, acima de tudo, povo.
E foi o povo que, diante da possibilidade real de perder, descobriu novamente que podia vencer.
Não foi o medo sozinho que nos salvou. Foi o que fizemos coletivamente quando decidimos não nos entregar a ele.
A gente não precisa inventar uma vitória perfeita para reconhecer a grandeza da que conquistamos.
E meia dúzia de pessoas não vai confiscá-la, diminuir sua importância ou reescrever sua história.
Continuamos aqui. Com nossos erros, nossas contradições, nossas conquistas e uma capacidade de luta que já deveria ter ensinado alguma coisa aos nossos adversários.
Se não aprenderam, terão outras oportunidades.
Beijinho no ombro pro recalque.
EU SOU PETISTA. TENHO ORGULHO DE SER PETISTA.
O PT está aqui. Lula está aqui. A militância está aqui. E o povo que conquistou essa vitória também.
E não pretendemos sair.
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E também não vamos aceitar que o orgulho de ser petista seja tratado como uma deficiência intelectual, uma incapacidade de elaborar críticas ou um sinal de submissão ao governo. Temos história, formação política, divergências internas e capacidade de análise. Não precisamos renunciar à nossa identidade para demonstrar que pensamos.
E isso não significa blindar o governo de críticas. Significa reconhecer que a crítica política precisa responder à realidade que pretende transformar. Precisa identificar responsabilidades, compreender as instituições, medir a correlação de forças, examinar consequências e apresentar alternativas. Não basta apontar contradições e anunciar a própria superioridade moral.
Se o objetivo é transformar a sociedade, é preciso atuar sobre as condições reais em que essa sociedade existe.
E é por isso que o próximo desafio não pode ser simplesmente repetir a mobilização eleitoral como se estivéssemos condenados a viver permanentemente entre uma campanha e outra.
Precisamos de letramento digital para que as pessoas compreendam como a informação circula, como os algoritmos interferem na visibilidade dos conteúdos e como identificar manipulações e desinformação. Precisamos de formação política para explicar a diferença entre os poderes, o funcionamento do Congresso, os limites institucionais do Executivo, a disputa orçamentária e a maneira como interesses econômicos se transformam em decisões políticas.
Precisamos de militância organizada. De presença territorial. De núcleos ativos. De comunicação que alcance quem não acompanha política todos os dias. De gente capaz de conversar sem exigir que o interlocutor tenha lido Marx para entender por que determinada decisão afetará sua vida.
E precisamos compreender que aquilo que conseguimos fazer nas redes durante o segundo turno não deve desaparecer porque ganhamos.
Uma população que descobriu a própria capacidade de ação coletiva não pode ser devolvida à condição de espectadora.
Esse é, inclusive, um desafio para o próprio PT. A capacidade de organização construída ao longo de décadas precisa dialogar com as novas formas de participação que apareceram nessa campanha. Não basta comemorar que milhões de pessoas atenderam a uma convocação. É preciso encontrar maneiras de manter abertas as possibilidades de atuação política que elas descobriram.
A experiência do segundo turno mostrou que existe disposição para participar quando as pessoas percebem a importância do que está em disputa e encontram instrumentos concretos para agir.
Agora precisamos transformar essa disposição em algo que sobreviva ao calendário eleitoral.
E isso exige trabalho político permanente, não apenas comunicação eficiente.
Temos inúmeros desafios pela frente. Todos eles já existiam antes do dia 25 de outubro. A composição do Congresso, a disputa das presidências das Casas, a pressão por cortes orçamentários, a defesa dos investimentos públicos, o enfrentamento à desigualdade e a necessidade de ampliar os instrumentos de participação popular não surgiram depois da vitória.
Alguns desses problemas ganharão uma dimensão ainda maior a partir de fevereiro de 2027, com a reorganização do poder no Congresso Nacional.
E ninguém aqui deveria imaginar que vencer a Presidência significa ter vencido automaticamente todas as disputas que determinam os rumos do país.
Mas também não aceito essa disposição quase compulsiva de transformar uma vitória extraordinária em motivo para anunciar antecipadamente a próxima derrota.
Nós acabamos de demonstrar que somos capazes de alterar uma correlação eleitoral desfavorável. Conseguimos mobilizar milhões de pessoas, ampliar o comparecimento, disputar espaços digitais hostis, enfrentar a desinformação e reconstruir uma maioria nacional em três semanas.
Isso não resolve nossos problemas estruturais. Mas modifica as condições políticas em que vamos enfrentá-los.
É uma diferença enorme.
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Lula, por sua vez, não é apenas uma imagem popular utilizada numa campanha. É uma liderança cuja trajetória concentra experiências, expectativas, conquistas e identificações construídas durante décadas. A confiança depositada nele não pode ser simplesmente transferida por decreto a qualquer outra candidatura, por mais ideologicamente sofisticada que ela se considere.
E é justamente por compreender tudo isso que tenho orgulho de ser petista.
Não porque considere o partido infalível, porque desconheça seus erros ou porque imagine que a história do Brasil começou com a fundação do PT. Tenho orgulho porque conheço a contribuição que esse partido deu à organização política dos trabalhadores, à construção de políticas públicas, à ampliação de direitos e à própria possibilidade de milhões de brasileiros participarem da vida política nacional como sujeitos de suas próprias reivindicações.
Tenho orgulho de pertencer a um partido que não se limita a disputar ideias entre pessoas que já concordam umas com as outras. Um partido que aprendeu a disputar eleições, governar, negociar, construir alianças, organizar movimentos e enfrentar derrotas sem abandonar sua presença na sociedade.
Tenho orgulho porque não preciso fingir que todas essas conquistas aconteceram sem contradições. A história de uma organização política que atua na realidade não é uma coleção de decisões perfeitas. É a história de escolhas feitas diante de condições concretas, de disputas vencidas, de oportunidades perdidas, de avanços e de recuos.
E nenhuma dessas contradições transforma em motivo de vergonha a trajetória de quem ajudou a modificar materialmente a vida de milhões de brasileiros.
É muito fácil reivindicar uma esquerda perfeita quando não se precisa responder pelas condições reais de governar, construir maiorias ou sustentar políticas públicas diante de interesses que possuem poder econômico e institucional para combatê-las.
O PT precisou fazer isso. E continua precisando.
E isso nos traz àquela parcela da esquerda que parece ter transformado a necessidade permanente de demonstrar superioridade ideológica numa identidade política.
Tenho um recado para vocês.
Vocês que passaram a campanha inteira insistindo que era tudo igual não ajudaram. Vocês que trataram a necessidade de enfrentar a extrema-direita como uma oportunidade para anunciar, pela milésima vez, que não eram lulistas, não eram petistas e jamais poderiam ser confundidos com apoiadores do governo também não ajudaram.
Vocês que fizeram do voto crítico uma espécie de certificado de antecedentes ideológicos podem continuar exibindo o documento. Só não confundam essa cerimônia de purificação pessoal com contribuição decisiva para a vitória.
Existe uma diferença enorme entre fazer críticas ao governo e transformar a própria distância em relação ao PT na principal mensagem política que se oferece ao eleitor.
A primeira pode ser necessária, legítima e produtiva. A segunda, quando praticada no contexto de uma disputa contra a extrema-direita, frequentemente contribui para aquilo que seus autores dizem combater: enfraquecer a percepção das diferenças reais entre os projetos em disputa.
E a extrema-direita agradece.
Não estou dizendo que vocês determinaram o resultado eleitoral. Os números de parte dessas organizações mostram justamente o contrário. Seu peso eleitoral é pequeno diante da dimensão da disputa nacional. Mas um discurso pode ser politicamente funcional a um adversário mesmo quando aqueles que o reproduzem não possuem força para vencer uma eleição.
A falsa equivalência não precisa ser majoritária para produzir estragos. Basta ajudar a espalhar a ideia de que defender um governo democrático contra um projeto autoritário seria uma capitulação moral.
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Sim já tinha vagabundo mentindo inclusive de "esquerda".
Lula está se recuperando, a voz voltou e logo logo vai percorrer o Brasil para olhar nos olhos de cada um que foi às ruas garantir a democracia.
Não acredite nos mentirosos de sempre. Compartilha pra desmentir.
#Lula #ProgramasSociais #Democracia
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Lula está se recuperando, a voz voltou e logo logo vai percorrer o Brasil para olhar nos olhos de cada um que foi às ruas garantir a democracia.
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Já imaginou sua cidade com ônibus DE GRAÇA pra passear no final de semana? É essa a proposta que o Presidente Lula enviou ao Congresso! Agora, os deputados e senadores precisam votar para garantir mais essa vitória para a população brasileira!
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Fizemos uma campanha de muito diálogo, encontros e emoção. Lula percorreu as capitais do Brasil e chegou ao segundo turno com uma virada histórica nas urnas. Um capítulo marcante da nossa democracia, que ficará na memória de quem viveu cada passo dessa caminhada. O Brasil está pronto pra mais! ⭐️🫡
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🃏 Esse +2 a gente aceita!
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DO BRASIL PRO MUNDO! A vitória do presidente @LulaOficial vai além das fronteiras brasileiras. É uma vitória que representa a resistência da democracia e inspira outros países a enfrentarem a polarização política e o avanço da extrema-direita em todo o mundo. É o Brasil mostrando que é possível defender a justiça social e vencer junto com o seu povo. Dito isso, faz o L: a esperança é nossa!
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Domingou com muita festa em comemoração à democracia. Com @LulaOficial @ptbrasil. Não faltam motivos pra comemorar. ❤️@AndreJanonesMG
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Artigo de André Lara Resende, publicado em 25 de setembro, é fundamental para enfrentar essa ofensiva terrorista sobre a política fiscal brasileira:
“Acuso o Banco Central de sustentar, em nome de uma teoria anacrônica, a taxa de juros que é a principal causa do desequilíbrio fiscal que diz combater.
Acuso a grande imprensa de repetir, sem exame, que o problema está no gasto primário, quando está nos juros.
Acuso os analistas do mercado financeiro de confundir o interesse dos rentistas com a racionalidade econômica.
E acuso todos os que, sabendo que juros absurdos inviabilizam o país, preferem o conforto do consenso ao incômodo da verdade.”
andrelararesende.substack.co…
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A proibição das bets já está mostrando resultados concretos: a comida está voltando para a mesa dos brasileiros e brasileiras!
Um levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) apontou um aumento de 6,5% no consumo de alimentos na primeira semana de outubro. E esse crescimento continuou ao longo de todo o mês, chegando a 10% em alguns estados.
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Vídeo explicando o pacto federativo sobre a segurança pública. Compartilhem.
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Assédio eleitoral é crime! 🚨 Denuncie em: assedioeleitoral.trabalho.go…
Sofreu ou presenciou ameaça, pressão, demissão ou discriminação por causa do voto ou posicionamento político? Denuncie. Em caso de risco imediato, ligue 190.
📲 Digital/PR























