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Esforço, Dedicação, Devoção e Glória, eis o Sporting Clube de Portugal.

Joined May 2019
Meu Treinador. 🥰💚
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Uma vitória de enorme importância, não só pelos três pontos conquistados, mas sobretudo pelo impacto que poderá ter na recuperação anímica da equipa. É fundamental devolver confiança ao grupo e permitir que Paulo Fonseca encontre um contexto emocional mais favorável para implementar as suas ideias e introduzir as dinâmicas que pretende para o futuro. Foi uma vitória construída com muito caráter, espírito de sacrifício e capacidade de resistência. Silas destacou-se particularmente pela influência defensiva, pela forma como controlou o corredor central, cobriu grandes espaços e realizou muitos deslocamentos à largura. Acrescentou ainda capacidade para chegar ao último terço, ajudar a controlar a linha defensiva adversária e protagonizar intervenções defensivas decisivas. Uma vitória sofrida, mas daquelas que podem representar muito mais do que três pontos. Acredita Sporting!
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Tanto tempo para mexer na equipa… jogo ideal para o Irankunda explorar a profundidade em transição. Do que está à espera o Tiago Fernandes?
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Que jogo do Silas! Além do equilíbrio, também acrescenta uma capacidade brutal na circulação da equipa. Em destaque fisicamente e tecnicamente.
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Goooolooooo. Doumbia. Bela jogada coletiva por dentro, e depois a explorarmos o espaço curto na profundidade. O italiano ganha a segunda bola na pequena área e finaliza bem. Acredita Sporting!
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A primeira parte ficou marcada por um Sporting muito dependente das saídas em transição e da capacidade individual de Geny, que tem realizado uma excelente exibição. Também Silas tem tido uma participação muito positiva, sobretudo no plano defensivo, pela forma como ocupa o espaço na largura e pela inteligência dos seus deslocamentos, revelando grande capacidade para controlar o adversário quando este procura sair em transição. Do outro lado, o adversário conseguiu acumular maior volume ofensivo e criar mais situações de perigo junto da área leonina. O Sporting sentiu dificuldades em assumir o controlo do jogo com bola, conseguindo responder essencialmente através de transições e de alguns momentos pontuais de organização ofensiva, sem grande capacidade para manter a posse durante períodos prolongados no meio-campo adversário.
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Fotis demonstra uma inteligência muito acima da média na exploração da profundidade. Antes de atacar a bola, utiliza muito bem o corpo para condicionar o adversário, sem cometer falta, retirando-lhe espaço e impedindo-o de ganhar uma linha de corrida. Através desse detalhe, consegue frequentemente ganhar a frente, criar vantagem posicional e isolar-se no espaço nas costas da defesa. Devia ter feito melhor depois.
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Como é habitual, o Sporting pressiona alto em referências individuais, com Geny e Maxi projetados em zonas mais adiantadas para condicionar diretamente os laterais adversários. Os médios assumem o controlo dos médios contrários, procurando limitar as suas opções de receção e progressão. Por trás desta pressão, os centrais asseguram a cobertura e o equilíbrio da estrutura, acompanhando os movimentos da linha média sempre que esta salta para pressionar.
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Boa sorte, Bicampeão! Obrigado por tudo! 💚💪🏽
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Análise ofensiva – Possível novo treinador do Sporting - Paulo Fonseca - Lyon (Por uma questão de facilitar a interpretação das dinâmicas, utilizei nomes de jogadores do Sporting como referência, procurando ilustrar os possíveis posicionamentos, funções e movimentos que cada um poderá assumir dentro desta ideia de jogo.) Neste primeiro apontamento, o foco estará na organização ofensiva, começando pela construção baixa, onde se destacam a estrutura posicional, as dinâmicas de aproximação, as rotações e a procura de superioridade numérica para ultrapassar as primeiras linhas de pressão adversária. Na construção baixa, organizam-se a 4, com os DC’s tendencialmente abertos à largura da pequena área e os LT’s posicionados à largura da linha média. No corredor central, formam um losango/quadrado, composto pelo 6 (1.º médio), pelos interiores e pelo PL. Apesar de apresentarem uma estrutura de referência, não parecem estar presos a posicionamentos rígidos, demonstrando bastante liberdade posicional e capacidade para criar diferentes assimetrias. Os LT’s além de se envolverem muito na construção, têm também liberdade para dar largura e profundidade ao jogo, os EXT’s podem manter-se abertos para fixar os LT’s adversários ou baixar para criar superioridade numérica na construção. Os MI’s alternam entre posições interiores, movimentos de aproximação e deslocamentos laterais. Por sua vez, o PL funciona como referência para fixar os DC’s adversários, mas também pode baixar para participar nas ligações ofensivas. Quando a bola entra num dos DC’s, o MI do lado da bola tem liberdade para baixar e envolver-se na construção, formando um triângulo de apoio à largura. Este pode ser constituído por DC-LT-MC (1.º médio) ou DC-LT-MI. A partir desta estrutura, o triângulo pode transformar-se num losango à largura, através da aproximação do EXT ou do MI, dependendo da configuração inicial. Quando o triângulo é formado por DC-LT-MI, o EXT tende a baixar para se envolver na construção e completar o losango. Por outro lado, quando a estrutura é formada por DC-LT-MC, poderá ser o MI a realizar o movimento de aproximação no corredor lateral do lado da bola. Promovem diversas combinações e movimentações pelos corredores, procurando garantir superioridade ou pelo menos igualdade numérica nas zonas de construção. São pacientes na circulação e procuram atrair o adversário para um dos corredores laterais, manipulando o seu posicionamento defensivo para posteriormente explorar os espaços interiores. Existe uma preocupação evidente em criar diferentes linhas de passe e ângulos de apoio no lado da bola, através da aproximação dos vários elementos, permitindo ultrapassar as primeiras linhas de pressão. A circulação não serve apenas para manter a posse, mas também para provocar deslocamentos e identificar os espaços que vão surgindo. Uma das dinâmicas mais interessantes passa pela exploração do terceiro homem, que pode ser desenvolvida de diferentes formas. Uma delas acontece através da aproximação do EXT, que baixa para receber e enquadrar de frente um dos médios. Outra possibilidade passa pelo movimento de um dos MI a explorar as costas dos médios adversários permitindo que o segundo MI ou o 6 apareça de frente, vindo das costas da primeira linha de pressão adversária. Quando conseguem encontrar um jogador enquadrado no corredor central, procuram acelerar imediatamente, com os EXT’s e o PL, caso esteja junto da linha defensiva adversária, a atacarem a profundidade. Estes movimentos procuram explorar o espaço nas costas da última linha ou criar situações de receção no pé, permitindo enfrentar os adversários pelos corredores. Na ocupação da última linha, existe uma preocupação em ameaçar constantemente a profundidade. Nas zonas de finalização, procuram ocupar os espaços com 4 a 5 jogadores, garantindo diferentes referências na área.
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🎥 Pedro Lima vs Casa Pia Encontrámos o substituto de Trincão? Pedro Lima tem sido o grande destaque dos últimos 2 jogos, aproveitando da melhor forma as oportunidades. Apresenta uma capacidade muito interessante para deambular entre linhas, aliada à qualidade técnica que a equipa tantas vezes precisava na meia-direita. Destaca-se pela facilidade com que se orienta após a receção, mantendo a bola sempre próxima do pé, pela qualidade na ligação entre setores e pela capacidade de progressão quando recebe nas costas dos médios adversários, já de frente para a última linha. Também em transição ofensiva, quando encontra espaço para transportar a bola, consegue dar continuidade e acrescentar verticalidade ao jogo. A isto junta-se a facilidade com que aparece em zonas de finalização, parecendo muitas vezes estar no sítio certo para concluir. Importa também destacar a envolvência com Suárez. O colombiano parece encontrar maior conforto quando tem por perto um jogador com esta capacidade de combinar, estabelecer ligações curtas, explorar trocas posicionais e executar contramovimentos. Também nas situações de transição ofensiva, a ligação entre ambos foi positiva. Pedro Lima está a oferecer características que fizeram falta à equipa, particularmente após a saída de Trincão. Resta perceber se o jovem brasileiro conseguirá manter este rendimento, ganhar consistência e afirmar-se como uma solução regular para este papel. Vídeo ⬇️ sportingthings.substack.com/…
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Pedro Lima voltou a ser decisivo, somando já três golos nos últimos dois jogos, enquanto Geny acabou por dar a machadada final numa partida que voltou a ser sofrível do ponto de vista exibicional. O Sporting baixou muito de rendimento na segunda parte, permitindo ao adversário acumular ataques e ter demasiada posse de bola no nosso meio-campo. Mais uma exibição aquém das expectativas, em que voltou a ser a qualidade individual a fazer a diferença. Pedro Lima está a revelar-se, aproveitando muito bem as oportunidades que lhe têm sido concedidas. Para além dos golos, tem assumido um papel importante na criação ofensiva, sobretudo na ocupação dos espaços entre linhas, acrescentando a qualidade técnica e a capacidade de ligação que tantas vezes fizeram falta à equipa, particularmente após a saída de Trincão. São três pontos importantes, sobretudo pela necessidade de devolver confiança a uma equipa que continua a revelar dificuldades em encontrar consistência exibicional, com o lado mental frágil. Seguimos! 💚
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O Sporting perdeu algum fulgor neste início de segunda parte. O adversário tem tido mais bola e os leões já não conseguem manter os níveis de posse e controlo que demonstraram durante a primeira parte. As sucessivas perdas de bola têm permitido ao Casa Pia ganhar confiança, instalar-se no meio-campo ofensivo e assumir maior protagonismo na partida. O Sporting revela alguma insegurança neste momento, com dificuldades em dar continuidade às suas ações e recuperar o controlo do jogo.
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Pedro Lima faz de ‘Trincão’ na ocupação dos espaços entre linhas, sobretudo pela qualidade técnica que apresenta na receção, na capacidade de se enquadrar, ligar o jogo e também finalizar. Acrescenta ainda capacidade de progressão quando o Sporting consegue encontrar jogadores nas costas da linha média adversária, já de frente para a última linha defensiva. Tem características interessantes para explorar este espaço e acima de tudo está a aproveitar as oportunidades.
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Gooooolooooo. Pedro Lima. Está com a confiança toda e sempre no sítio certo para encostar o esférico.
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O Sporting apresenta uma estrutura de meio-campo em 2+1, com Altimira e Silas a assumirem o duplo pivô, enquanto Pedro Lima deambula entre linhas, procurando ocupar os espaços nas costas dos médios adversários. Já recebeu algumas bolas em boas condições, destacando-se pela qualidade da receção e pela capacidade de orientar o primeiro toque para ficar de frente para o jogo. Demonstra preocupação em enquadrar-se rapidamente após receber, facilitando a ligação entre setores e dando continuidade à criação ofensiva.
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É sempre importante vencer, mas este foi mais um jogo que expôs claramente o momento atual do Sporting, sobretudo do ponto de vista mental. Uma exibição muito sofrível, marcada pela falta de confiança, por erros básicos e por enormes dificuldades em ultrapassar o meio-campo adversário sempre que o Marítimo ativava a pressão. A equipa continua a transmitir uma insegurança preocupante, mesmo que tenhamos rodado meia equipa. Apesar de uma vantagem de dois golos até aos 89 minutos, voltámos a complicar desnecessariamente o jogo, sofrendo mais um golo na sequência de um cruzamento. O adversário ainda dispôs de condições para chegar ao empate. O Sporting treme por todos os lados. Há demasiados jogadores a apresentar um nível exibicional muito abaixo do exigível, e a vitória não pode esconder os problemas que continuam por resolver. Pedro Lima acabou por ser decisivo.
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O Quaresma está num momento de forma lastimável. Não acerta nada.
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Gooolooo. Pedro Lima. Após falhar isolado, conseguiu redimir-se com um grande ataque ao primeiro poste e belo cabeceamento. Bom golo a terminar a primeira parte. Veremos se pode ser um golo que dá alguma confiança.
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Está a ser uma das piores primeiras partes do Sporting dos últimos largos anos. Uma equipa completamente privada de confiança, com o medo de errar a condicionar cada decisão e a levar os jogadores a falhar passes básicos, que normalmente executariam sem dificuldade. A isto juntam-se posturas corporais e comportamentos em campo de vários jogadores que são difíceis de compreender a este nível. Falta personalidade, confiança e capacidade para assumir o jogo. Um cenário profundamente preocupante, que vai muito além das dificuldades táticas e expõe um problema evidente na resposta mental da equipa.
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