tali retweeted
twitter dogwhistles to watch out for!!
"y'all so miserable" = "heil fucking hitler"
"joy and whimsy" = "i touch little ass kids"
"normal people: hi how are you" = "white power"
tali retweeted
não aguento mais ver essas pessoas que se dizem woke, mas abominam comunistas, criticam relacionamento aberto, falam mal da poligamia, apedrejam pessoas trans fora do padrão, odeiam pessoas acima do peso e vivem cobrando padrão estético dos outros
tali retweeted
he doesn't care about palestine he's just giving away the profit of his tour to palestine and raising awareness because he is performative.
i wish more people were this performative.
tali retweeted
Poucas coisas me irritam mais que brasileiro com a eterna onda do sr. vítima que não aceita que, sim, um Império escravagista massacrou paraguaios, especialmente indígenas, e uma polícia feita pra matar não foi salvar o Haiti, mas ajudar a suprimir as populações locais
This quoted post is unavailable.
tali retweeted
a galera esquece o que o brasil fez no haiti de 2004 a 2017...
tali retweeted
brasileiro mora em um país em que traficantes desmembram pessoas vivas, amarram pessoas dentro de pilhas de pneus e tacam fogo, jogam futebol com cabeça decepada, arrastam pessoas no asfalto por quilômetros, e tá com medo da vinda dos muçulmanos hipotéticos
tali retweeted
Millions of Paraguayans have lost their savings due to the collapse of a bank involved in corrupt deals orchestrated by right-wing President Santiago Peña. His daughter attends Columbia University in the US and wears a shirt saying "tax the poor".
tali retweeted
Neste dia, a 4 de Novembro de 1969, Carlos Marighella foi assassinado em uma emboscada realizada por agentes do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), órgão de repressão da ditadura empresarial-militar (inaugurada em 1964). Marighella foi considerado o "inimigo número um" da polícia na época.
Marighella foi militante comunista e um dos principais organizadores da luta armada brasileira. Foi militante histórico do PCB, tendo exercido inclusive o cargo de deputado constituinte, mas rompe com o partido logo após a deflagração do golpe de 1964, criticando o que considerava uma postura imobilista dos comunistas brasileiros. Funda, com outros camaradas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), organização armada que tinha como meta o fim da ditadura e a deflagração de um processo revolucionário no Brasil. A ALN organizou roubos a bancos, sequestros de embaixadores para trocar por presos políticos, justiçamento de agentes do regime, etc. Ao longo da vida, Marighella escreveu poesia, e livros como o "Minimanual do Guerrilheiro Urbano". Vivia desde 1965 na clandestinidade.
A ação que resultou na sua morte, alvejado, foi coordenada por Sérgio Paranhos Fleury, delegado do DOPS e chefe de diversas ações de tortura e homícidios cometidos por agentes de Estado durante o período ditatorial. Em 2012, durante o governo de Dilma Rousseff - também guerrilheira durante o período ditatorial - o Estado brasileiro oficializou uma amnistia post mortem a Marighella.











































