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Certa vez, um jovem procurou um sábio porque sentia raiva o tempo inteiro.
Disse que estava exausto de si mesmo. Que não aguentava mais a própria mente e que passava os dias preso em pensamentos que só o faziam se sentir pior.
Depois de ouvi-lo com atenção, o sábio sorriu e disse que talvez houvesse uma solução simples.
Comentou que existia um sujeito no twitter chamado comechopp. Alguém tão irritante que conseguia unir pessoas dos mais diferentes tipos em um único sentimento.
Sugeriu que o jovem o seguisse por alguns dias. Talvez, concentrando sua raiva naquele sujeito, conseguisse encontrar um pouco de paz.
O jovem permaneceu em silêncio por alguns segundos.
Então respondeu:
MESTRE, EU SOU O COMECHOPP!
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Lula, quando estava prestes a ser preso, poderia ter pedido asilo político à diversos países, não fez. Pediram, imploraram para ele resistir, ele não quis. Tentaram fazer uma barricada humana para que a PF não o levasse, ele pediu para que dessem espaço. Lula se entregou à justiça e pediu aos petistas que respeitassem o processo legal. Passou 580 dias preso e repetindo que era inocente, sem nunca perturbar o curso natural da justiça.
Nunca fugiu
Nunca se escondeu
Nunca tumultuou
Essa é a diferença de quem é corajoso e inocente, de quem é covarde e culpado
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Marco Rubio owns this along with Trump. Using our tax dollars to harbor that fugitive Bolsonaro, while at the same time saying we don’t have any money for AMERICAN health care. It’s absurd. No common sense!
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Jair Bolsonaro avisou! Ainda não foi dessa vez que Luladrão fugiu para escapar da prisão!
@jairbolsonaro
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Eu queria falar de esperança e do futuro do Brasil. Mas preciso denunciar ameaças contra estudantes, especialmente meninas, por terem votado no PT e em Lula.
Ameaça de facada não é brincadeira. Ninguém pode ter medo de ir à escola por sua escolha política.
Cobro da Secretaria de Educação e da direção da escola providências urgentes para apurar os fatos e proteger as estudantes.
As eleições terminaram. O combate à extrema-direita, ao ódio e ao fascismo continua. Não vamos normalizar a violência.
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Boicotar empresa porque o dono votou no PT é a mais pura negação do liberalismo econômico!
Qualquer manual de economia dirá que mercado livre pressupõe que preço, qualidade e eficiência decidem quem prospera, não o alinhamento ideológico ou mesmo o voto pontual do empresário.
Quando você pune um negócio por convicção política, troca competição tão preconizada pelo capitalismo por patrulha ideológica e prejudica quem mais depende deste negócio: funcionários, fornecedores, o comércio local e, eventualmente, outros clientes.
A direita clássica de países desenvolvidos nunca fez disso bandeira. Defende livre iniciativa, não lista de proscritos.
Isso não é liberalismo, como o bolsonarismo nunca foi liberal. Isso é só crueldade e burrice!
eu pensando que ia ficar uns dias fora de redes sociais e do nada FLAVIO BOLSONARO COMEÇA A TENTAR FUGIR DO PAÍS
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Hoje é dia de lembrar o momento em que esse senhor ficou MILIONÁRIO no Show do Milhão por ter acertado o aniversário do presidente Lula
PARABÉNS LULA
a melhor coisa que fiz ontem foi assistir a APURAÇÃO NO TEBAS
assim que acabou eu já tava na maria aragão com meio mundo de surtado
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Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
o mais impressionante de ontem foi eu beber litros de álcool e acordar sem nenhuma ressaca
a caminhada pela ponte fez bem demais
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Começou vencendo
Pegou virada
Foi buscar a virada
Virou nos últimos minutos.
Vasco ou Lula, voce escolhe sobre o que estou falando
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Em atenção a esse desejo de Rafa, essa semana teremos mais 3 episódios do Maranhês no ar, viu!?
Esse é meu podcast de História e Cultura do Maranhão, disponível no Spotify, com papos com especialistas e figuras históricas do nosso estado!!
Mari disse que assim vocês podem me ouvir o dia todo! hahah 💛
























