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Fugir é a melhor maneira de provar que o risco de fuga existia.
É como dizer ao magistrado que ordenou a retenção do passaporte:
“Vossa Excelência tinha razão.”
O cara fugiu? Mas ele não disse que ficaria pra lutar com os mais de 50 milhões que votaram nele? Que líder de geleia! Essa família…
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Alexandre de Moraes quer saber se Flávio Bolsonaro lavou dinheiro com um escritório de advocacia. O Brasil é mesmo um país repleto de ironias.
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Se a direita expelisse de dentro dela o câncer chamado Família Bolsonaro , Tarcísio teria levado fácil no primeiro turno. E creio que ele seria um bom presidente nesse momento. Mas a família sabotou o cara pra continuar mamando.
Ei @FlavioBolsonaro , vai você e sua família tomar no cu.
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Foi chamar a lobista de pilantra, agora aguenta o tranco, presidente.
Nem todo mundo fica caladinho como Dirceu, Mantega e Vaccari.
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Dois canastrões.
Um tentando se limpar na sujeira do outro.
#DebateDaBand
Artistas do grupo Globo falam de Sus e Amazônia só em época de eleição.
A coisa tá feia nos últimos 4 anos e ficaram calados.
Algum desses usa o Sus pra falarem com tanta propriedade?
Bando de safados!
A Bahia está precisando mais. #programadodiguinho
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10 motivos para investigar, afastar e/ou prender um magistrado onipotente
1.
O magistrado editou duas vezes o contrato privado da esposa advogada com o banqueiro, que rendeu uma fortuna para a família dele, embora a do contratante tenha sido construída à base da maior fraude financeira da história do país, com dinheiro desviado de investidores e de fundos de previdência, ou seja, de aposentados.
2.
O magistrado foi beneficiário do uso de aeronaves da empresa do banqueiro como parte das negociações com sua esposa, como ficou comprovado até em vídeo.
3.
O magistrado foi um dos organizadores de uma degustação em Londres de whisky Macallan e charutos, patrocinada pelo banqueiro; e, para ela, convidou autoridades das quais o contratante de sua esposa gostaria de se aproximar, incluindo outro magistrado do mesmo tribunal que atribuiu expressamente ao colega esse convite.
4.
O magistrado conversava pelo WhatsApp com o banqueiro, que parecia receber dele informações de interesse e que lhe pedia para interferir junto a autoridades policiais e do Ministério Público presentes no clube do whisky, a fim de travar investigações em tese sigilosas a seu respeito, chegando a consultar o marido de sua contratada sobre fugir do país dois dias antes de ser preso.
5.
O magistrado utilizava um sistema de visualização única das mensagens trocadas com o banqueiro, tendo alterado a configuração do aplicativo para que os rastros fossem apagados a cada 24 horas, o que ele próprio, em voto condenatório no tribunal, considerou apagamento de provas.
6.
O magistrado utilizou um inquérito ilegal aberto há 7 anos e meio para atacar, com base em relatório apócrifo do qual ainda não explicou como tomou conhecimento, o relator do caso que retirou sigilo do relatório policial oficial, no qual ele foi identificado como destinatário das referidas mensagens do banqueiro contratante de sua esposa.
7.
O magistrado participou de sessão de julgamento sobre a abertura ou não de investigação a seu respeito, buscando intimidar o relator do caso com acusações - desprovidas de devido processo legal e de provas documentais - como a de que o colega exerceu pressão para que ele fosse implicado em colaboração premiada.
8.
O magistrado cobrou que, para abertura de investigação a seu respeito, houvesse pedido do atual procurador-geral da República, também envolvido em trocas de mensagens com o banqueiro com quem fumou charuto e foi fotografado no clube do whisky, embora esse mesmo magistrado tenha relatado por 7 anos e meio um inquérito aberto sem pedido da Procuradoria, cuja chefe, na época, defendeu seu arquivamento por ilegalidade.
9.
O magistrado trocou de celular sem jamais ter apresentado o conteúdo ou entregue às autoridades o aparelho e o chip daquele pelo qual conversou com o banqueiro contratante de sua esposa. Tampouco encaminhou a qualquer autoridade, na época das conversas, aviso ou solicitação de providências acerca dos pedidos de interferência em investigações a partir de informações sigilosas obtidas ilegalmente.
10.
O magistrado conta com a mobilização de aliados no tribunal (alguns dos quais ele ajudou a blindar no passado), na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral e na presidência da República, além da ala chapa-branca da imprensa, para melar o processo na raiz, seja plantando vícios para colher nulidade, seja arrastando os demais colegas para a mesma lama. Ele também segue sendo sorteado, ou passível de ser sorteado, para relatar ações que envolvem o escândalo que o atingiu; e ainda poderá ser ser presidente da Corte daqui a um ano, concentrando ainda mais poderes para retaliar todos que ousaram enfrentá-lo.
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Existe a PF que investiga.
Existe a “PF” que troca investigador de filho de presidente e faz pressão contra outros avanços inconvenientes.
E agora existe a “PF” que fornece relatório apócrifo a magistrado irritado com colega.
Todas elas são chamadas de PF na imprensa, mas é preciso saber identificar cada uma conforme o caso.
Já o PGR Paulo Gonet é um só.
Ele pediu nulidade do relatório oficial da PF que - sem diligências específicas contra autoridades do sistema de Justiça - mostrou sua intimidade e de Alexandre de Moraes com o banqueiro criminoso Daniel Vorcaro, a partir de dados extraídos do celular dele.
Agora esse mesmo PGR vai avalizar o relatório apócrifo usado pelo relator paralelo Moraes para pedir investigação sobre o relator oficial André Mendonça?
O pior caminho para conter alegadas extrapolações de um ministro do STF é usar um documento “sem valor probatório” no âmbito do inquérito das fake news, ele próprio o exemplo maior, há mais de 7 anos, de extrapolações cometidas no Supremo.
Essa utilização para blindagem pessoal é o enésimo motivo dado por Moraes para ser investigado pela verdadeira PF no caso Master. O problema, além do PGR com saudades de Vorcaro, é que a mais alta Corte do país virou o “STF Futebol Clube”, regado a charutos e whisky Macallan.
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3/9/2026 - Um ministro do STF coloca outro ministro do STF no Inquérito das Fake News, que foi criado em 2019 para censurar uma revista.
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Alexandre de Moraes ri de todos nós, os bobos da Corte. metropoles.com/colunas/mario…
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MALU GASPAR DETONA FOTO DE MINISTROS DO STF RINDO:
“É o deboche com a preocupação da população. Estamos falando dos guardiões da Constituição, que até outro dia se diziam heróis da democracia. Isso é um escárnio deliberado. Essa foto representa a atitude deles: dobrar a aposta contra a indignação da população. É dar risada na cara das pessoas porque acham que nada vai acontecer. O que estão dizendo é: ‘Dane-se, eu não estou nem aí, vou continuar rindo’. Não importa quantos milhões eu tenho recebido do Daniel Vorcaro, nem que a Constituição me coloque na posição de prestar satisfação às pessoas. Eu não vou ligar. Eu vou rir na cara dessas pessoas.”






