qual a chance desse da direita ser original? 🫠 o 1° foi comprado nos estados unidos e o outro em uma loja de importados do br
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Para você que insiste em separar judeus de sionistas, como se fossem grupos distintos, sem qualquer relação histórica, cultural e identitária, ignorando deliberadamente o sionismo com a identidade judaica, meus sinceros votos de que vá tomar no cu, porque a paciência já acabou.
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brazilian soldiers of the CIGS (jungle warfare training centre) pose with the schools jaguar mascots
the CIGS, located in manaus, brazil, deep in the amazon, is a world-renowned jungle warfare school that doubles as a jaguar sanctuary.
esse prédio antes era uma chabad e atendia a pequena comunidade judaica da cidade
vocês sabem muito bem o que estão fazendo
🚨 ARTISTAS SÃO OBRIGADOS A APAGAR MURAL DA RESISTÊNCIA APÓS AMEAÇAS DE ISRAELENSES NA BAHIA 🇧🇷🇵🇸
A intervenção artística, que celebrava a resistência do povo palestino e de outros povos oprimidos pelo mundo, foi APAGADA após pressões de empresários e ameaças de soldados israelenses que estavam de férias no Brasil.
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Na realidade brasileira, o sionismo é uma não-pauta. Tentar criminalizá-lo é só uma intimidação de cunho ideológico contra grande parte da comunidade judaica BR. O sionismo representa a continuidade após 2 mil anos de vulnerabilidade e não se confunde com política de um governo.
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It’s illegal in the Palestinian Authority to sell land or property to Jews. The punishment is either imprisonment or execution. This, in case you were wondering, is apartheid.
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NOTA PÚBLICA
Repúdio à proposta de criminalização do sionismo anunciada pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE)
A StandWithUs Brasil repudia veementemente a proposta anunciada pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE) de levar à bancada de seu partido um projeto de lei para criminalizar o sionismo, classificando-o como forma de racismo.
O sionismo é o movimento de autodeterminação do povo judeu em sua terra ancestral. Para a grande maioria dos judeus, no Brasil e no mundo, ele é parte de sua identidade.
Criminalizá-lo significa, na prática, transformar em crime a expressão de uma identidade nacional e abrir caminho para a perseguição de judeus pelo Estado. Negar aos judeus um direito reconhecido a todos os outros povos é uma forma de antissemitismo.
A equiparação entre sionismo e racismo não é nova. Ela remonta à Resolução 3379 da Assembleia Geral da ONU, aprovada em 1975 com o apoio da União Soviética e de regimes autoritários, e que contou com o voto do Brasil, então sob a ditadura militar. Na época, o líder dos direitos civis Bayard Rustin, um dos organizadores da Marcha sobre Washington ao lado de Martin Luther King, considerou a resolução um insulto às gerações de negros que lutaram contra o racismo real. Em 1991, já em plena democracia, o Brasil votou pela Resolução 46/86, que revogou a equiparação de 1975.
A proposta também contraria a Constituição Federal. O artigo 4º estabelece a autodeterminação dos povos, a defesa da paz e o repúdio ao racismo como princípios das relações internacionais do Brasil, que há décadas defende a solução de dois Estados, com israelenses e palestinos vivendo lado a lado, em paz e segurança. O artigo 5º assegura a liberdade de manifestação do pensamento. Defender a solução de dois Estados, posição oficial do país, significa reconhecer o direito do povo judeu à autodeterminação, e isso não pode ser tratado como crime.
O combate ao racismo é uma tarefa fundamental da democracia brasileira e não pode ser usado para restringir os direitos de uma minoria. O antissemitismo não tem lado político e deve ser rejeitado venha de onde vier.
A StandWithUs Brasil reafirma seu compromisso com o enfrentamento de todas as formas de discriminação e com a proteção dos direitos fundamentais de todos os povos.
StandWithUs Brasil
São Paulo, 5 de novembro de 2026





























