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“vocês já ouviram a história sobre a caverna?”
eu já tendo ouvido histórias demais, sobre cavernas demais:
#AVigília
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enquanto isso no Brasil a glória Perez criou todo um estereótipo racista sobre turcos pq ambientou na Turquia uma novela baseada numa história real que aconteceu em Israel
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Um grupo de turistas israelenses se filmaram rindo enquanto empurravam o operador de barco local para a água no Sri Lanka.
Racistas? Claro que não, eles não podem ser criticados porque são judeus, vítimas eternas.
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https://nitter.gq/t.co/vDEZFljBQh o pior shipp bl é melhor do que o melhor shipp hetero
Isso é assustador
Foi nas sinagogas do Chabad em Nova York que acharam aqueles túneis cheios de colchões infantis ensanguentados
Precisamos salvar as nossas crianças URGENTE!
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Terroristas
Terroristas colonos israelíes invaden las casas de los Palestinos y expulsan a sus dueños, con el apoyo del ejército genocida del IDF en Cisjordania ocupada, Hebrón
#CIJ_ICJ 🇵🇸🌎⚖️
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🚨SOLDADOS SIONISTAS ISRAELENSES ESTÃO INVADINDO O BRASIL PELA BAHIA EM ITACARÉ E MORRO DE SÃO PAULO E ESTÃO TENTANDO NOS CENSURAR
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#ItacaréDosBrasileiros
#MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
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Vcs podem se esguelar falando que o céu é rosa. O céu continuará azul
Carta aberta ao Deputado Jones Manoel
Sobre o sionismo e o direito dos judeus à autodeterminação
Deputado Jones Manoel @jonesmanoel_PE,
Quero trazer uma reflexão sobre a maneira como o sionismo tem sido apresentado no debate político brasileiro, especialmente por setores da esquerda.
E começo por algo que considero fundamental: não é possível discutir seriamente uma ideologia partindo de uma definição que seus próprios defensores não reconhecem e tratando essa definição como uma verdade incontestável.
É justamente isso que vejo acontecer com o sionismo.
Primeiro, ele é apresentado como uma ideologia necessariamente racista, colonialista e baseada na exclusão de outro povo. Depois, essa caracterização é utilizada para concluir que o próprio direito dos judeus à autodeterminação seria ilegítimo.
Mas existe um problema lógico nessa construção: a conclusão depende de uma premissa que ainda precisa ser demonstrada.
O sionismo, em sua essência, defende o direito do povo judeu à autodeterminação nacional em sua terra ancestral. Isso não significa que a ligação histórica dos judeus com aquela terra elimine os direitos de outros povos, muito menos que o território deva pertencer exclusivamente aos judeus.
Reconhecer um direito histórico e reivindicar exclusividade territorial são coisas diferentes.
E a história nos oferece um exemplo bastante concreto dessa diferença.
Em 1947, a liderança sionista aceitou o plano de partilha da ONU, que previa a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe.
Se a exclusão do outro fosse um princípio fundamental do sionismo, como explicar essa decisão?
E como conciliar essa ideia com o fato de que cidadãos árabes de Israel votam, elegem representantes, participam do Parlamento e já ocuparam cargos na Suprema Corte?
Não estou dizendo que Israel seja uma sociedade perfeita, livre de discriminação ou de injustiças. Nenhuma democracia é. E reconhecer a existência desses problemas não deveria ser incompatível com reconhecer a legitimidade do Estado.
Mas existe uma diferença enorme entre apontar injustiças e afirmar que a eliminação de outro povo é a essência de um movimento nacional.
Deputado, a presença árabe naquela região é um fato histórico. A presença judaica também. Uma não anula a outra.
E é nesse ponto que considero importante separar coisas que frequentemente aparecem misturadas no debate.
O sionismo é um movimento de autodeterminação nacional. Dentro dele existem diferentes correntes políticas, religiosas e ideológicas. E, ao longo da história de Israel, diferentes governos adotaram políticas que podem, naturalmente, ser criticadas.
Essas três coisas não são sinônimas.
É perfeitamente legítimo criticar políticos israelenses, decisões governamentais, estratégias militares e qualquer política do Estado de Israel.
Aliás, os próprios israelenses fazem isso diariamente. Há disputas políticas intensas, manifestações, oposição parlamentar, imprensa crítica e uma sociedade que está longe de pensar de maneira uniforme.
E aqui vale lembrar algo que muitas vezes fica de fora dessa discussão: a esmagadora maioria dos judeus, em Israel e ao redor do mundo, é sionista ou reconhece o princípio central do sionismo, que é o direito do povo judeu à autodeterminação em Israel.
Isso não significa que todos pensem da mesma forma sobre fronteiras, governos, religião ou sobre como o conflito deve ser resolvido.
Porque ser sionista não é apoiar determinado político. Não é concordar com todas as decisões de um governo. E certamente não é assumir responsabilidade coletiva por tudo o que o Estado de Israel faz.
É reconhecer que o povo judeu tem direito à sua existência nacional e à autodeterminação.
E esse direito não desaparece quando um governo toma decisões das quais discordamos.
Também considero problemático quando conceitos como colonialismo, racismo, biopolítica ou necropolítica são utilizados como se, por si só, resolvessem a discussão.
Esses conceitos podem ser instrumentos importantes de análise. Mas precisam ser acompanhados de argumentos e evidências. Dar um nome sofisticado a uma interpretação não a transforma automaticamente em um fato histórico.
E é aqui, Deputado, que encontro a maior contradição desse discurso.
Você defende o reconhecimento dos direitos nacionais palestinos. E eu não vejo problema algum nisso. Reconhecer o direito de um povo à autodeterminação é um princípio legítimo.
Mas por que esse mesmo princípio se tornaria ilegítimo quando aplicado aos judeus?
Se a autodeterminação é um direito dos povos, ela não pode depender da nossa simpatia política por determinado movimento nacional.
O direito dos judeus à autodeterminação não é uma concessão, muito menos uma exceção que precisa ser justificada. É o mesmo princípio que fundamenta o reconhecimento dos direitos nacionais de qualquer outro povo.
E reconhecer esse direito não significa negar os direitos de ninguém.
O que não me parece coerente, Deputado, é defender a autodeterminação como um princípio universal e, ao mesmo tempo, tratar sua expressão judaica como algo intrinsecamente racista ou ilegítimo.
Afinal, se um princípio deixa de valer quando aplicado aos judeus, o problema não está no sionismo. Está na seletividade de quem pretende definir quais povos merecem exercê-lo.
E isso não significa ignorar o sofrimento palestino, negar injustiças ou desconsiderar a complexidade de um conflito que envolve duas populações com vínculos históricos, identidades nacionais e reivindicações sobre a terra.
Significa apenas reconhecer que os direitos de um povo não precisam ser construídos sobre a negação dos direitos do outro.
Precisamos discutir o que o sionismo efetivamente defende, suas diferentes correntes e sua trajetória histórica, em vez de reduzi-lo a uma definição que já determina antecipadamente sua condenação.
Deputado, eu não espero que concordemos sobre Israel, sobre o sionismo ou sobre as soluções para o conflito.
Mas acredito que uma discussão intelectualmente honesta precisa começar com uma pergunta bastante simples:
Se reconhecemos que os palestinos têm direito à autodeterminação nacional, qual é o argumento para negar esse mesmo direito aos judeus?
Porque reconhecer a legitimidade histórica e nacional de um povo não exige negar a do outro.
E, se a coexistência é realmente o objetivo, talvez seja justamente por aí que a discussão deva começar.
A autodeterminação não é um privilégio que se concede aos povos com os quais concordamos. É um direito. E, se é universal, também precisa valer para os judeus.
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Eu não quero acreditar que ELES JÁ CONSTRUÍRAM UMA SINAGOGA EM ITACARÉ papo reto
Engraçado que com sionista a PM dialoga, né?
#ItacaréDosBrasileiros
















































