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Professora, interessada em história, gosta de livros e as vezes joga alguma coisa.

RJ - Brasil
Joined September 2009
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AÇÃO DO DIA: QUEM COBRAR NO BRASIL? Após o segundo turno, faz-se necessário saber para qual esfera governamental redirecionar nossas cobranças para evitar cairmos em fake news e em falacias, tal como ocorreu recentemente. Vamos nos informar e espalhar isso para mais pessoas? Usem as tags: #QuemCobrarNoBrasil #CobrarDireitosECidadania #ExercitoDoLulaNoFantastico #BetsNuncaMais
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Amanhã teremos uma 1a tentativa de desmontar a proibição de bets no Brasil, um acerto gigantesco do governo Lula. Reunião no STF, juíz relator Fuchs, atendendo sorrateiramente uma muralha de interesses criminosos que nada tem a ver com o bem para o povo brasileiro 🇧🇷. Tamo de olho #BetsNuncaMais
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Pelo amor de Deus e do povo brasileiro: #BetsNuncaMais
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Olha a situação a que chegamos: estão tentando nos CENSURAR, alegando que publicamos calúnias, quando tudo o que divulgamos está baseado em matérias e informações públicas. E o pior: isso não afeta apenas a gente, mas qualquer pessoa ou veículo de comunicação.
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O Ministério dos Povos Indígenas e a Funai acionaram a Polícia Federal para investigar as denúncias de ameaças e violência contra os Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul, que se intensificaram após o segundo turno da eleição presidencial, no domingo (25). O ministro Eloy Terena anunciou uma força-tarefa interministerial para receber e centralizar as denúncias, e o Ministério da Justiça requisitou às corregedorias de todos os estados as queixas que estão chegando. Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), já são mais de 30 casos no estado ligados ao processo eleitoral, entre ataques, ameaças e atropelamentos, alguns com mortes. Entre eles está o incêndio da casa da rezadeira Ñandesy Roberta, de 90 anos, na aldeia Jaguapiré, em Tacuru, que a Apib considera criminoso e que destruiu também instrumentos sagrados. Voninho Guarani Kaiowá, coordenador da Apib, cobra investigação e punição dos responsáveis. Também em Tacuru, depois do resultado da eleição, circularam áudios que atribuíam ao voto indígena a vitória do presidente reeleito. Em um deles, um homem sugere colocar veneno na água. Em outro, um servidor ofende indígenas e ameaça resolver "na pancada, na bala". O prefeito Rogério Torquetti (PSDB) confirmou que os autores são servidores municipais e informou que um deles foi afastado e responde a processo administrativo. O MPF deu 48 horas para a prefeitura explicar a atuação dos servidores e recomendou o afastamento dos envolvidos. O MPF abriu procedimentos para apurar as denúncias encaminhadas pela Apib, e nem todas se confirmaram. Em Naviraí, concluiu que relatos de homicídios por conflito político eram boatos, com imagens fora de contexto. Checar antes de compartilhar é a melhor forma de garantir que as denúncias reais não percam força. Mato Grosso do Sul concentra há anos conflitos por terra envolvendo os Guarani Kaiowá, que vivem em reservas pequenas e áreas de retomada cercadas por fazendas. A disputa eleitoral acirrou um ambiente que já era tenso. Fonte: Agência Brasil. #povosindigenas #guaranikaiowa #matogrossodosul #funai #policiafederal
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⚠️ Comunicado sobre os canais de denúncias de violência contra povos indígenas. O canal anteriormente utilizado pelo Ministério dos Povos Indígenas para receber denúncias — (11) 98202-5433 — foi desativado. Compartilhe este post para que a informação chegue a quem precisa.
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VIOLÊNCIA CONTRA POVOS INDÍGENAS | Comunidades originárias do Mato Grosso do Sul relataram uma escalada de violência após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O cenário foi denunciado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), que acionou o governo federal. Na quarta-feira (28), as deputadas federais Sônia Guajajara (PSOL-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG) protocolaram um ofício cobrando providências dos ministérios da Justiça e dos Povos Indígenas, do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, informou que o governo federal criou uma força-tarefa junto aos ministérios dos Direitos Humanos e da Igualdade Racial para mapear denúncias de ameaças e violência contra comunidades indígenas, quilombolas e povos de terreiro no Mato Grosso do Sul e restante do Brasil. O MS está entre os estados com a maior população indígena no Brasil e está entre os principais focos nacionais de disputa fundiária, com destaque para os confrontos envolvendo povos indígenas e da etnia guarani-kaiowá em áreas reivindicadas como terras tradicionais. #JornalOGlobo #protejamnossospovosindígenas
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🏹 PROTEJAM OS POVOS INDÍGENAS! Em articulação com a APIB - Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a Comissão Guarani Yvyrupa e a Articulação dos Povos Indígenas da região Sudeste, estou denunciando casos de violência contra povos indígenas registrados nos últimos dias, após o resultado das eleições. Nos municípios de Tacuru e Nioaque, no Mato Grosso do Sul, foram registradas ameaças de violência armada, de restrição de circulação à população indígena e até de ENVENENAMENTO DA ÁGUA utilizado pelas populações indígenas locais por parte de um servidor público da prefeitura de Tacuru. Em Avaí, aqui no estado de São Paulo, os indígenas da Terra Indígena Araribá foram alvos de ofensas racistas e ameaçados de terem a alimentação cortada pela prefeitura e de sofrerem retaliação da polícia por um servidor público da cidade. Por isso, estamos requerendo ao Ministério Público Federal do MS e ao Ministério Público Federal de SP que se investigue cada uma dessas ameaças, que os servidores públicos sejam afastados preventivamente e que a água fornecida aos indígenas, assim como os alimentos, passem por testes de segurança. Além disso, o Governo Federal, o Ministério da Justiça, o Ministério dos Povos Indígenas, a FUNAI, a Polícia Federal e a Força Nacional já estão atuando em defesa dos povos indígenas, de seus territórios e de suas vidas frente às crescentes ameaças, ao aumento da violência contra indígenas e ao ASSASSINATO de três indígenas após a vitória do Presidente Lula no domingo. Essa situação é completamente inaceitável, e o lugar de quem ameaça a vida, a terra, a água e a comida de alguém por política é na PRISÃO, não nas ruas, nas redes ou em prefeituras. Seguirei atenta, seguiremos na luta, e o meu mandato seguirá à disposição das organizações e dos povos indígenas.
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Servidores admitiram autoria de áudios com ameaça a indígenas, mas negaram intenção de cumprir ataques em MS, diz PF glo.bo/wg6b85h
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🎓O Governo do Estado regulamentou a concessão de uma bolsa-permanência mensal de R$ 400 para estudantes matriculados em cursos técnicos do Senai, da Faetec e do Senac, além de uma premiação de R$ 1 mil para quem concluir a formação.
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Toda eleição brasileira é estranha para um estadunidense: o resultado sai rápido e o mais votado ganha.
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[The piauí Herald - humor] PF monitora as fronteiras para possíveis disfarces de Flávio Bolsonaro piaui.co/4ssqvjj
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