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Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades | FEA-USP | ig: @made_usp

São Paulo, Brasil
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O gasto com benefícios sociais ainda impulsiona a economia brasileira: é o que mostra novo estudo do Made que investiga a evolução do efeito multiplicador desses benefícios no País ao longo das últimas décadas.
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Os resultados reforçam a importância de considerar os efeitos dos benefícios sociais sobre o PIB na avaliação da política fiscal. Eventuais cortes nessas despesas podem afetar não apenas a renda dos beneficiários, mas também o consumo e a atividade econômica.
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Quando um país compra ou vende algo, também negocia as emissões de gases de efeito estufa geradas na fabricação. Se ele emite mais na produção do que consome internamente, ele se torna um exportador líquido de emissões. É o caso do Brasil há décadas, mostra estudo do Made.
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Isso sugere que a transição para o comércio focado no Sul Global (especialmente China) não superou o antigo e desigual modelo. Seguimos arcando com os custos ambientais de atividades primárias e de uso da terra, enquanto importamos bens industriais de maior valor agregado.
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Leia o WP050 “Fluxos Desiguais de Poluição: O Papel do Brasil no Comércio Global de Emissões (1995-2018)”, de Patieene Alves Passoni, Raynan Rocha Porto, Gilberto Tadeu Lima, Pedro Romero Marques e Marcelo Tonon, em madeusp.com.br/publicacoes/a…
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Quem tem mais riqueza de capital também pode ter mais poder de barganha, e isso pode afetar quem fica com os lucros. Novo Working Paper do Made mostra como poupança, poder de barganha e instituições influenciam a distribuição da riqueza de capital no longo prazo.
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O estudo também mostra que a poupança dos trabalhadores pode contribuir para o crescimento econômico e que instituições que dificultam a transformação de riqueza em poder de barganha podem limitar a concentração de capital.
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Como descarbonizar a siderurgia brasileira, e o que isso muda na economia? O Made e o Grupo de Indústria e Competitividade (UFRJ) projetaram os efeitos macroeconômicos da adoção de tecnologias de menor emissão no setor responsável por 7% das emissões globais de CO₂.
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Para chegar a emissões líquidas zero em 2050, o estudo aponta a necessidade de mais incentivos à modernização da indústria, instrumentos de precificação de carbono e redução das emissões da agropecuária e do desmatamento.
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Leia o WP48 “Emissões de gases de efeito estufa na economia brasileira e políticas de mitigação por meio de mudanças tecnológicas: uma análise para o Brasil entre 2020 e 2050”, de Marta Castilho, Fabio Freitas, Ítalo Pedrosa, Kaio Costa e Igor F. de Araujo madeusp.com.br/publicacoes/a…
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