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Doutor em Antropologia Social e Bacharel em Ciências Sociais.

Joined December 2020
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Agora que “acabou” Não caiam na conversa do Renan Santos Beijos
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Capitão Tarcísio e sua engenharia militar...
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O TEU LUGAR É COM PUTA! O TEU LUGAR É COM CAFETÃO! O TEU LUGAR É COM CLÍNICA DE ABORTO! SEU LUGAR É NO INFERNO, FLÁVIO!!
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Não é incrível? Um general que vem de uma tradição militar de tomar o poder pelas armas dizendo que essa é a tradição da "esquerda raiz". A esquerda, que nunca chegou perto de tomar o poder pelas armas aqui - foi só pelo voto e não chegou exatamente a "tomar o poder", inclusive por ter que deixar generais como este na boa -, continua deixando a fonte do problema deitar, rolar e gritar. Enfim, se tem tradição nesse país é essa: o ladrão que grita "pega ladrão!".
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Inundar a zona: ou Lula usa a caneta todo dia e parte para a ação ou os números vão ficar imóveis. Na palavra x palavra as pessoas já engessaram os votos. Agora também é hora das redes pressionarem Lula para ele esquecer a imprensa e produzir 1 decreto por dia, nem que seja de forma indireta...
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O QUE VAI FICAR DESTA ELEIÇÃO PRO FOLCLORE POLÍTICO (INDEPENDENTE DO RESULTADO) Historiadores políticos vão olhar pra 2026 e marcarão uma data, e um evento, como divisor de água. Aquela Sessão (dos horrores) do STF, do dia 15/09, foi fundamental pra o resultado eleitoral do primeiro turno. Não só a dianteira do Flávio como a lavada no Senado. O brasileiro nunca soube pra que serve um senador. Desta vez respondia a pesquisa: "serve pra tirar ministro do STF". Na presidencial, aquilo lá fez o pessoal dos nanicos antecipar o voto no Flávio, fazendo ele chegar na frente. E a só três pontos da linha de chegada pra vitória. E o mais bizarro foi a gente aqui avisando que aquilo tinha sido um haraquiri, ao vivo, em rede nacional, derrubando todas as grades de programação. Foco total, em todo o espectro político. E furando, de muito, a bolha minoritária que acompanha política de perto. Virou conversa no grupo de zap, no jantar da família no domingo, no salão de cabeleireiro, na mesa de bar. Fora, evidentemente, as redes sociais. E, enquanto isso, a militância do PT - MAIS AS LIDERANÇAS (descolamento inexplicável das suscetibilidades do Zé e da Maria da Esquina) – comemorando em público, e em privado, os "golaços" do Dino. Vibrando com cada citação – fake ainda por cima - "a Aristóteles" na sua fala. Ainda por cima agressiva e debochada demais. E mais ele e Xandão fazerem o "favor" de se agarrarem – mais do que sempre estiveram – na campanha de Lula, falando ali expressamente (e sem acreditar em uma só palavra) de "interferência estrangeira" e de "Mendonça agindo em favor de um grupo político ao sugerir investigar Moraes" e, pior de tudo, citar a exposição da corrupção do Xandão como "continuação da 'trama golpista' (sic)". Foi uma desmoralização total de todas as linhas discursivas da tal "defesa da democracia", dos últimos 4 anos, de uma só vez. E tb de protagonistas: Xandão, Dino e... Lula. Eles próprios se expuseram, ali (Lula in absentia), com aquelas falas, como fakes. Pessoas fake, com discurso fake. Em benefício direto dos alvos mais aparentes desse mesmo discurso (há 4 anos e ali de novo): os Bolsonaro. Pois bem. Quem colheu os frutos, duas semanas depois? Os mesmos Bolsonaro. * Fora da bolha peteminion, a rejeição foi geral ao show de horrores no STF. Nós inclusive avisamos, aqui mesmo, no dia, que seria assim. Não foi? * Que outro momento pode concorrer com aquele como definidor de 2026?
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O mais importante na 1a página some da manchete quando se dá o clique na notícia. Mendonça "diz ter sido" arapongado, mas até onde se lê na decisão não é apresentada a evidência. Afinal, pra que né? Quem se lembra do "caso Bessias" (era ele, o Jorge Messias...), o grampo ilegal do Moro e como aquilo f*deu de vez o Governo Dilma, com o Gilmar protagonizando o passo essencial para Moro enfiar Lula na cadeia só com provas fajutas... decidiram 2018 assim. Depois, 22, soltando o Lula com uma alegação que qualquer um tinha visto desde o começo, mas sem ir ao problema de fato: toda a lava-jato foi montada sobre uma farsa, o triplex. Não desmontaram a Lava-jato, fizeram um serviço meia-boca, porque sabiam que o precedente é o que vale para re-acionar a "opinião publica(da)" e continuar o cálculodas arbitrariedades. Nada de novo. Como de costume, o que Mendonça tá fazendo é sequestar o modus operandi do Moraes e de seus antecessores. Para quê? Trocando em miúdos, essa é a 3a eleição consecutiva que o Judiciário vai tentar decidir na canetada. Ou, melhor dizendo, no teclado... Tarde demais, as correntes ditas progressistas vão perceber que não dá para jogar suas fichas em cima de 11 pessoas. Deixaram um paspalho tomar conta dessa pauta. Agora, Lula corre sério risco de afundar abraçado na bigorna chamada Xandao. Enquanto isso, a flauta mágica toca para esquerda, que vai continuar esperando o podre do terrível bíblico aparecer. Aparecer onde? Pelo visto, não vai ser na manchete dos jornais...
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Gilberto Freyre no documentário "Gilbertianas Brasileiras" de 1983. Mais conteúdos como esse em: instagram.com/avessodafarda?…
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Vídeo do Villas Bôas - mais um daqueles que só o @olemos_gui encontra - de 2017 é o riscado do que foi o plano militar de tomada do Planalto um ano depois. VB diz que depois da Lava-Jato o país chegaria em 2018 sem lideranças nem projetos. E que o Exército iria dar um jeito nisso. Como sabemos, ele já tinha no bolso o seu artefato de desconstrução da política (e daí do encaminhamento da "guerra contra o sistema", a farsa ideológica que dependeu da fraude de abril de 2018 para se eleger (prisão do Lula)), o dispositivo-🤡. Para fora ele ainda não revelava muito do plano (ele estava ali na mesma loja maçônica que o Mourão foi uns meses depois, bem sintomático), mas desde 2014 o 🤡-bomba já tinha sido acionado pela Central Militar. Foi um trabalho quieto, que se tornou barulhento em 2018, com a farsa de que os militares "embarcaram" no projeto Bolsonaro só de última hora, como se eles fossem os cooptados. Deu no que deu. Hoje o artefato 🤡 tá meio em curto numa cela, mas já estão preparando outros. Inclusive tem general que cuidava de sua engenharia revisando a doutrina militar da Força Terrestre de dentro da prisão (?), isto é, de dentro de uma das sedes do Partido Militar - o Comando Militar do Planalto, cujo comandante está um posto abaixo na hierarquia (3*). Quem sabe a coisa não está também, mais uma vez, sendo pensada com Washington? Não me espantaria. Tudo com bastante cautela para não mostrar quem está por trás e de novo aparecer uma solução "surpresa" (quem sabe o outro milico, o que agora ocupa um certo Governo de estado.... 🤔). Link para a postagem original do Guilherme: nitter.gq/i/status/2009809726746…
Em março de 2017, o General Eduardo Villas Bôas, então cmdt do Exército, expôs a "relativa imparcialidade" e o papel de "protagonistas silenciosos" que os militares teriam nas eleições de 2018. youtu.be/J6Z1czrZ0HI?si=oa5W…
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Já na @hucitec Hucitec Editora , o livro novo! (Em pré-venda, já produzindo na gráfica). Uma análise dos últimos anos, a partir de dois casos: hackeamentos e urnas. Com apresentação do @romulusmaya , o trabalho retoma muitas de nossas discussões! Nos prints uma sinopse e o sumário lojahucitec.com.br/produto/d…
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scielo.br/j/dados/a/3Wx7wXrp… Artigo que o @olemos_gui e eu escrevemos revendo e revisitando os conceitos de "Partido Fardado/Partido Militar" (link abaixo) Resumo: Historicamente, os estudos sobre militares no Brasil privilegiaram o tema da intervenção política das Forças Armadas. A partir de uma revisão da bibliografia da ciência política sobre o tema, este artigo examina as interpretações que enxergaram a instituição militar enquanto uma organização similar aos partidos políticos, através do uso dos conceitos de partido militar e partido fardado. A justificativa para se concentrar nesse enquadramento conceitual é que, no interior de muitas chaves possíveis para se ler o fenômeno do militarismo, foram as noções de partido as que mais ganharam consistência nessa subárea, a ponto de persistirem como chave analítica para períodos distintos, como a ditadura militar (1964-1985) e o governo Bolsonaro (2019-2022). Finalmente, apontamos, ainda que de maneira apenas sugestiva, para algumas questões da associação de categorias da política civil aos militares, propondo agregar às análises do partido militar e/ou fardado possíveis chaves interpretativas a partir de noções nativas às Forças Armadas e ao mundo militar.
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27 anos de cana pro🤡e nenhuma queima de pneu, corte de rodovia ou arruaça. De duas uma: ou o bolsonarismo perdeu força, ou o "dispositivo" (🪖) que insuflou, deu guarida e alimentou os acampamentos em frente a QUARTÉIS cumpriu sua missão - de rifar o mito e de autopreservação.
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É só o Tarcísio que está em "modo campanha"? A imprensa já está fazendo 90% do trabalho. Qualquer espirro que ele dá vira manchete principal. Já está claro que o capitão do capitão do laranjal da fazenda verde-oliva sobreviveu aos testes do "fez merda, mas tudo bem" (o boné MAGA tá guardado na gaveta junto com a camiseta da CBF). O ajuste agora é só em relação ao STF, que precisa elaborar um modo bem pensado do que fazer com o 🤡 para garantir uma transferência suave de toda a plataforma: os 50% de conservadores, dentre eles os 30% de reacionários, dentre eles os 15% que topam qualquer coisa em nome de uma ideia tosca de "anti-sistema". Não é preciso muito esforço, aliás. A esquerda hoje não ameaça com nada. O PT, pelo visto, se esforça de novo para sentar em cima da posição de "oposição oficial", e já prepara a desculpa para a derrota em 26: "é culpa da IA manipulada por Trump". 2018 redux.
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Uma Faixa de Gaza a cada esquina A ideia de territorializar o inimigo não é novidade. O fim da URSS provocou uma reorientação estratégica naquilo que a Escola de Copenhague define como o fenômeno da securitização. EUA e OTAN substituem o fantasma vermelho p/ terrorismo "árabe"👇
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Fichários abandonados no antigo prédio do IML são chave para avançarmos em uma das agendas de investigação mais importantes que temos sobre a ditadura: a comprovação do caráter racista do regime. É o que revelo hj no 2o texto da série pro Intercept. intercept.com.br/2025/04/02/…
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Ano passado, descobrimos que a Polícia Civil mantinha documentos da ditadura em sacos de lixo num prédio abandonado. A partir de hoje, em 3 matérias pro @TheInterceptBr , revelo parte do conteúdo desse material. Uma verdadeira radiografia da repressão. intercept.com.br/2025/04/01/…
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boletimluanova.org/entrevist… Entrevista que dei para o Boletim Lua Nova do CEDEC (@boletimluanova), feita pelo Ronaldo Tadeu de Souza. Tema: 8/1, Bolsonaro e generais.
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A grande mentira de 2018 foi dizer que as eleições foram vencidas pelas fake news. O candidato líder das pesquisas foi preso e impedido de concorrer pelo Judiciário. O bode expiatório do atual governo (e de boa parte de sua base) é terceirizar TUDO p/ as fake news. 2026 tá aí...
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Para a Marinha não existe classe trabalhadora. Os civis são um bando de turistas no Brasil, enquanto eles fazem tudo.
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