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Contra ideologias de clube e o estado que rouba quem trabalha para nos dividir. Liberdade é cada um ficar com o que produz. Odeio demagogia.

Portugal
Joined September 2013
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Para Pedro Almeida Vieira, Portugal foi governado numa cegueira demográfica durante anos. O INE passou de 631 mil para 1,57 milhões de entradas permanentes entre 2021 e 2024. A conta chega na habitação, nos serviços públicos e na emigração.
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André Ventura: de terror do regime a Metralha multicultural O terrível “radical” foi à CNN Portugal explicar aos seus jornalistas que Portugal é um ponto de encontro de culturas e rejeitar critérios étnicos na chamada remigração. Ainda ontem nos vendiam o homem como uma ameaça existencial ao regime; hoje, o discurso já parece ensaiado para a fotografia de família. Falta a gravata do consenso e o certificado de “sentido de Estado”. Para um libertário, a questão nunca foi a cor da pele, a origem ou a cultura. É a propriedade privada, a liberdade de contratar e a responsabilidade pelos custos das próprias decisões. Quem convida alguém para sua casa ou para trabalhar na sua empresa deve poder fazê-lo, respeitando os direitos dos outros. O convite não pode transformar-se numa factura imposta aos pagadores líquidos de impostos. O problema começa quando o Estado se apresenta como anfitrião e distribui promessas de prestações e serviços pagos por terceiros. Nem a palavra “multiculturalismo” elimina esses custos, nem um carimbo de entrada legal responde à pergunta essencial: quem paga? Defender a liberdade de circulação e contratação exige discutir também o financiamento coercivo do Estado social. A intervenção citada não demonstra, por si só, uma conversão ideológica. Mas permite desconfiar da distância entre a pose de ruptura e a ambição de governar a mesma máquina. Trocar o administrador do saque fiscal não acaba com o saque. O pote continua cheio, o PS1 e o PS2 continuam a remexer as moedas e o terceiro Metralha espera pela oportunidade. Quando lhe chegar a vez, talvez descubramos que o temível “anti-sistema” tinha, afinal, uma enorme vocação para estadista. Entra aqui e deixa já a tua assinatura: zurl.co/mr0En Dá-nos um donativo: zurl.co/RFEdk; transferência bancária: IBAN BE62 9053 6612 2261; Titular: Associação dos Libertários Portugueses
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INVESTIGAÇÃO PÁGINA UM: Entre 2021 e 2024, entraram em Portugal 1.575.409 imigrantes, uma média de 1.080 por dia. Até Junho, o INE contava menos 944 mil entradas, e o país debatia imigração com dados errados. O PÁGINA UM mostra tudo...
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A generosidade de Carneiro: o fiador és tu, o pagador líquido de impostos! O PS tem uma solução para a crise da habitação: apresentar a conta ao pagador líquido de impostos e chamar-lhe “garantia pública”. José Luís Carneiro promete segurança aos proprietários e aos inquilinos. Falta explicar quem dá segurança ao pagador líquido de impostos, convocado para garantir contratos alheios sem ninguém lhe pedir autorização. A reacção do Partido Libertário expõe o truque: o Estado não dispõe de dinheiro próprio. Uma garantia pública compromete recursos retirados à população pagadora líquida de impostos ou dívida cujo pagamento lhe será exigido. Carneiro não oferece o seu património, não compromete o seu salário, não responde com os bens do PS. A generosidade socialista tem esta virtude: quem a anuncia nunca precisa de abrir a carteira. Se um proprietário receia arrendar porque não confia no cumprimento do contrato ou na recuperação do imóvel, a resposta é assegurar justiça célere, respeito pela propriedade e liberdade contratual. Substituir essas condições por uma garantia do pagador líquido de impostos significa transferir o risco para terceiros, mantendo os obstáculos que alimentam a desconfiança. Querem habitação acessível? Deixem construir, retirem entraves ao arrendamento e acabem com a voracidade fiscal sobre a construção, a compra e as rendas. Criem condições para aumentar a oferta e para os proprietários colocarem imóveis no mercado. O PS prefere distribuir promessas com o património dos outros. Depois de o Estado cobrar à entrada, à saída e durante a permanência, apresenta-se como fiador. É um negócio eleitoral admirável: o político recebe os aplausos, o pagador líquido de impostos assume o risco e a liberdade continua à espera de licença. Entra aqui e deixa já a tua assinatura: zurl.co/FqBYq Dá-nos um donativo: zurl.co/IVfSH; transferência bancária: IBAN BE62 9053 6612 2261; Titular: Associação dos Libertários Portugueses
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O INE avança que o PIB cresceu 2,4% no terceiro trimestre, mas transformar este número num "sucesso económico" é a fraude estatística do costume. 1- ​Doping do Estado e do PRR: O PIB mede a atividade monetária total, o que inclui a própria despesa do Estado. Quanto mais o Governo extorque em impostos e torra milhões de fundos europeus (PRR) na máquina pública, mais o PIB sobe artificialmente, sem que haja qualquer criação de riqueza real no setor privado. 2- ​PIB vs. Poder de Compra: O PIB agregado pode subir 2,4%, mas o rendimento disponível e o salário líquido real do tuga continuam esmagados pela inflação acumulada, pela TSU e pela carga fiscal em máximos históricos. 3- ​Modelo de baixos salários: É um "crescimento" alavancado em consumo inflacionado (onde o Estado encaixa 23% de IVA em tudo) e em turismo de baixo valor acrescentado, enquanto a produtividade industrial e o investimento privado continuam paralisados. ​Celebrar 2,4% de "crescimento" enquanto a população fica mais pobre e dependente do Estado é o truque de magia favorito do regime para vender ilusões na televisão.
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Democracia para o regime é isto: um espetáculo de ilusão eleitoral onde fingem ser oposição na televisão para depois se juntarem nos bastidores e garantirem que o Estado continua intocável. ​O PS e o PSD nunca foram alternativas.., são duas fações do mesmo cartel fiscal que partilham a mesma visão: impostos no topo, burocracia sufocante e a máquina pública a controlar a vida dos cidadãos. A ideia de uma "geringonça" entre os dois é apenas a queda formal das máscaras. Não importa em quem o cidadão vota.., os impostos, as dívidas e o parasitismo do regime ficam sempre garantidos.
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A hipocrisia da elite ativista em todo o seu esplendor: vão para a rua com megafones mobilizar o povo contra a "especulação", contra o "capitalismo" e contra os "fundos imobiliários", e depois descobre-se que o próprio organizador ganha o pão a trabalhar exatamente para fundos de investimento imobiliário e vive numa zona nobre de Lisboa. ​É o clássico "comunismo para a plebe, mercado livre e luxo para mim". Usam a escassez e o desespero das pessoas para criar palco político e defender mais intervenção do Estado, enquanto no dia a dia tiram partido exatamente dos mecanismos de mercado que prometem proibir ao tuga comum.
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O Governo aprova o IVA a 6% como medida temporária até 2029, mas vem para a televisão pedir paciência porque "a habitação não se constrói num estalar de dedos". ​Pois não. Pôr tijolo e erguer paredes faz-se em meses.., o que demora 4 a 5 anos é ter um burocrata na câmara municipal sentado em cima da licença e a Autoridade Tributária a moer papelada para validar se tens direito aos 6%. ​Enquanto o Estado mantiver o garrote do licenciamento e a incerteza fiscal de prazos que expiram em 2029, a descida do IVA é apenas uma cenoura à frente do burro. "Resolver o problema" não é pedir desculpas pelo tempo que as obras demoram.., é aprovar o deferimento tácito e tirar o Estado da frente.
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A Ministra disse tudo sem querer: "num país como Portugal". Ou seja, um país empobrecido, sem produtividade e onde a classe média está a ser toda empurrada para o salário mínimo por causa do sufoco fiscal. ​O Governo adora fazer caridade por decreto com a carteira das empresas, mas recusa-se a mexer na TSU e nos impostos sobre o trabalho. Decretar mais 50€ sem cortar a extorsão do Estado serve apenas para meter mais receita fiscal nos cofres públicos enquanto a economia afunda.
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O dicionário da "Humildade Democrática" do PS 🤡 1- ​"Moratória nos arrendamentos": Congelar contratos à força para garantir que nenhum proprietário volta a meter uma casa a arrendar. 2- ​"Serviço Nacional de Habitação": Criar mais um ministério/cabide de emprego para burocratas gerirem a escassez. 3- ​"Garantia Pública": Tu, contribuinte, vais pagar a renda do vizinho se ele não pagar, porque a justiça do Estado não funciona para fazer cumprir contratos. ​O PS destruiu a oferta de casas durante uma década e agora vem pedir "humildade" para aplicar exatamente o mesmo veneno que pôs o doente na cama.
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Um investimento espera retorno. Se o próprio diz que o teatro não é rentável, então não é investimento. É subsídio com outro nome. E não é o dinheiro dele. É o de quem nunca pôs os pés numa sala de teatro e paga na mesma, sob pena de penhora. Isso não é investir. É escolher a arte que os outros têm de sustentar. Arte paga por quem a quer ver, por mecenas ou por quem acredita no projeto não deixa de ser arte. Deixa só de ser obrigatória para quem não a quer.
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Leste a notícia que partilhaste? A Lagarde sai mais cedo exatamente para que o Macron e o Merz escolham o sucessor antes das eleições francesas. O euro não fica nas mãos da extrema-direita. A ideia é que não fique, decida o eleitor o que decidir. E é isso que devia preocupar-te. O banco central que se diz independente marca a saída da presidente pelo calendário eleitoral, para os políticos certos escolherem quem controla a moeda de 350 milhões de pessoas. O problema do euro não é quem o vai gerir. É haver alguém com poder para imprimir o dinheiro que tu ganhas e decidir quanto vale amanhã.
O Euro por um fio A moeda comum da UE está nas mãos da extrema-direita e de um palhaço Lagarde, a presidente do Banco Central Europeu, antecipa a sua saída da presidência à frente da moeda comum europeia em alguns meses, para antes das eleições presidenciais francesas.
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O Estado pode tirar-te os bens antes de seres condenado. Pode pô-los ao serviço de quem manda, até de um ministro que leva consigo o carro apreendido. E se quiseres saber quem autorizou, pagas. O Página Um pediu os documentos a dez entidades públicas. Nenhuma os entregou. Para os obter teve de ir a tribunal e pagar 918 euros só em taxas de justiça. Ou seja, pagaste o Estado que apreendeu, pagas o Estado que esconde e ainda pagas para lhe perguntar o que fez. Do outro lado, a resistência é paga com o teu dinheiro também. Um Estado que tira primeiro e explica só se for obrigado em tribunal não é transparente. É dono.
O PÁGINA UM intentou nove acções judiciais e já pagou 918 euros em taxas de justiça para escrutinar a gestão de bens apreendidos. Neste editorial, Pedro Almeida Vieira denuncia o preço que a opacidade do Estado português impõe à democracia.
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Vamos por partes, que a cronologia está trocada. A Fidelidade foi vendida pela Caixa em 2014, certo. Mas o terreno não vinha com ela. Foi a Câmara de Lisboa, com o Medina, que vendeu os terrenos da Feira Popular em hasta pública em 2018, já à Fidelidade chinesa, por 274 milhões. Agora o Banco de Portugal compra lá um prédio por 225 milhões e ainda fica com o quarteirão da Baixa. O Estado vendeu o chão e agora compra-o de volta com um prédio em cima. Especulação? Quem começou foi a Câmara. Quem acaba a comprar é o Banco de Portugal. Pelo meio, quem fica com a conta és tu. E repara que é o mesmo Estado a quem queres entregar mais casas, mais terrenos e mais poder sobre a habitação. É este o gestor que achas que vai resolver o problema? cmjornal.pt/sociedade/detalh…
O Estado Português contribui ativamente para a especulação imobiliária. De notar que o vai comprar à seguradora FIDELIDADE que era estatal até ser vendida em 2014 por Passos Coelho aos chineses. Ou seja, literalmente, o Estado está a comprar algo que já era seu. 🤡
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Tu e a ministra defendem o mesmo. Que é o Estado a decidir por decreto quanto vale o trabalho de cada um. Só discutem o número. E nenhum dos dois fala da conta. Dos 50 euros de aumento, 5,50 vão para a TSU do trabalhador e mais 11,88 para a TSU da empresa. 17,38 euros para o Estado, mais de um quarto do custo do aumento, sem ter mexido uma palha. Queres ajudar quem ganha 920? Deixa de lhe tirar parte do salário antes de ele o ver. O Estado anuncia o aumento e é o primeiro a recebê-lo.
Com uma fortuna declarada de mais de 5,3 milhões de euros, construída à boleia de nomeações políticas, de pareceres para organismos públicos e das suas fortes ligações ao PSD, a ministra ainda tem a coragem de dizer a quem ganha 920 euros que mais 50 euros “não é pouco”.
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Este Governo vive onde? No mesmo sítio onde o PS viveu oito anos. Os cheques do Estado para carros elétricos foram inventados em 2017, pelo Governo do PS, a 2.250 euros por carro. A AD só aumentou a dose. Reclamar agora da política que o próprio partido criou é coerência de clube, não de princípio. Quando é o nosso, é transição energética. Quando é o outro, é viver na lua. O problema nunca foi a cor. É o Estado tirar a quem trabalha para escolher o carro de quem recebe, com o PS ou com a AD. eco.sapo.pt/2017/02/17/so-ha…
Não têm dinheiro para chegar ao fim do mês mas têm apoios para comprar um carro eléctrico! Este Governo vive onde?!
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Consensos alargados para a coesão social. Traduzido, todos os partidos de acordo em mais Estado. Esse consenso já existe há décadas. Rendas congeladas, cerca de mil milhões por ano em habitação pública durante vinte anos, despesa pública a subir 16,7 mil milhões só em 2024 e 2025. E as casas subiram 17,6% no ano passado. Mais uma reunião em Belém para decidir como gastar o dinheiro dos outros. O único consenso que nunca se pede é deixar as pessoas construir, arrendar e ficar com o que ganham.
António José Seguro chamou os partidos a Belém e convocou um Conselho de Estado sobre coesão social, na sequência dos protestos pela habitação. publico.pt/2026/10/29/politi…
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A própria RTP diz que os cerca de mil milhões de 2027 estão em linha com o que se investiu nas últimas duas décadas. Não é um corte. É o fim do PRR. E o PRR não foi ajuda. É dívida europeia, que vamos pagar todos até 2058. Vinte anos a investir mil milhões por ano em habitação pública, e um ano de PRR a quase triplicar isso. Os preços subiram 17,6% em 2025 na mesma. Se dinheiro público resolvesse a crise, já estava resolvida. O que falta não é investimento do Estado. É deixarem construir. cnnportugal.iol.pt/habitacao…
O investimento público em habitação volta a marcar passo. De acordo com o Jornal de Negócios, depois do impulso deste ano dado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, a despesa do Estado com habitação pública recua em 2027 para 0,3 por cento do Produto Interno Bruto. rtp.pt/noticias/economia/inv…
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Qual retorno? Os certificados de aforro rendem 2,5% brutos, e é o máximo, porque o Estado pôs um teto à taxa. Depois de impostos ficam 1,8%. A inflação em setembro foi de 3,6%. Quem poupa em certificados está a perder poder de compra todos os anos. E o Estado ganha três vezes. Pede-te o dinheiro emprestado, decide quanto te paga no máximo e ainda cobra imposto sobre o juro, enquanto a inflação come o resto. Chamar a isto retorno é generosidade. Poupar num produto onde o devedor também faz as regras nunca foi bom negócio.
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Apoio? Até 80% de um carro de 15 mil euros, mais 1.000 para o posto de carregamento, para cerca de 20 mil famílias. Se todos usarem o máximo, são até 240 milhões só nos carros. Pagos por quem? Pelos mesmos contribuintes, incluindo os que andam de autocarro e os que deixam 46% em impostos em cada litro de gasolina. O Estado tira primeiro a todos, escolhe o produto que acha certo e devolve a alguns. Chama-se a isso apoio. E um pormenor. Um posto de carregamento em casa precisa de garagem. Quantas famílias carenciadas têm uma? Se o objetivo é ajudar os mais pobres, baixe-se o imposto que pagam todos os dias. Isso ajudava todos, e não só quem compra o carro que o Governo escolheu. eco.sapo.pt/2026/10/28/dos-p…
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O problema nem é o carro ser elétrico. É o Estado achar que sabe melhor do que tu que carro deves ter. E quem recebe? Os mais carenciados e quem vive em zonas com má rede de transportes. O Governo não define nem uma coisa nem outra. Decide depois, caso a caso, com o teu dinheiro. O último concurso esgotou em poucas horas. Não ganhou quem mais precisava, ganhou quem chegou primeiro. Repara também na confissão. O Estado admite que há zonas onde os transportes falham, e a resposta não é deixar de falhar. É mais um subsídio, agora para carros, para empresas e para 700 autocarros. Num mercado livre, se o elétrico for melhor e mais barato, as pessoas compram-no sozinhas. Se precisa de 80% de subsídio para ser comprado, o mercado já respondeu. Ajudar os pobres não é escolher-lhes o carro. É deixar-lhes mais dinheiro no bolso e deixá-los decidir.
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