
Historiador brasileiro que trata do período soviético. Instagram: @guiarussia
Moscou
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Agora na China, entrevistei a querida amiga @iara_vidal no Entre Blocos do Farol Brasil de @jonesmanoel_PE sobre tema q foge bastante à minha área de conhecimento: moda e marxismo! Claro, como ela mora em Pequim, tratamos mt da China, país q está na moda!
youtu.be/s_Po_tTHOJM?si=eDOk…
Depois da interferência descarada da Meta nessas eleições, não tem como encarar as restrições da Internet na Rússia e na China da mesma maneira. Trabalho em ambos os países e as restrições são um inconveniente muito grande, mas inconveniente maior é o ataque à sua soberania.
Festinhas com garotas de programas, Rolex presenteados para favorecer empresas estrangeiras, infinitos rolos, medo de abrir o próprio sigilo bancário e telefônico... sempre soubemos que não era sobre moralismo ou combate à corrupção, mas aí os cara tá pegando pesado demais...
Gostei de Tóquio, mas prefiro Moscou, inegavelmente uma das melhores cidades do mundo. Limpa, segura, bela, verde, com um dos melhores sistemas de transporte, imensa variedade de opções culturais. Mas, tem um monte de gente que nunca esteve lá babando de raiva nos comentários.
Tem um pessoal afirmando que caímos num "bait", que comentar esse descalabro, de alguma forma, favorece o candidato associado pelo próprio partido ao fascismo. Eu sinceramente gostaria de entender isso.
O último recurso retórico da direita é alegar que a esquerda banaliza o termo fascista ao utilizá-lo para descrever o bolsonarismo. Aí, vai o Partido de Flávio Bolsonaro e compara diretamente o seu caudilho a Benito Mussolini! Afinal, é fascismo ou não é?
Tempos sombrios para tudo que é lado... enquanto isso, aqui na Rússia, mais de sessenta pessoas ligadas ao Partido Comunista são detidas durante uma manifestação.
O conhecimento que se tem da Rússia no Ocidente é superficial, anedótico. O pior é que fazem política externa baseada nisso. Aqui, o ministro de rel ext polaco dizendo q a Rússia comemora como Dia da Independência a data em q os polacos foram expulsos do Kremlin.
Polish Foreign Minister Sikorski on Russia:
Russia celebrates its Independence Day to mark the anniversary of the day when they chased Polish troops out of the Kremlin in 1611. I'm not kidding.
We've been fighting the Russians since before the United States existed.
And if they attack us, we're not going to give up.
Ele erra a data, está se referindo a um episódio ocorrido em 1612, ñ em 1611, durante o assim chamado Tempo de Dificuldades. Mas, o pior é q ele confundiu a natureza da data. Esse evento marca o Dia da Unidade Nacional, com ênfase no caráter multi étnico do país, ñ a indecência.
Tenho reparado que o noticiário está dando uma ideia bem equivocada da situação em Moscou diante dos ataques de drones ucranianos. Por incrível que pareça, a vida na cidade segue normalmente. O centro da cidade só foi atingido duas vezes desde 2022.
As imagens impressionam e a escalada parece aumentar, mas desde 2022 não morreu ninguém nos limites da cidade de Moscou. Morreram 8 pessoas na região do oblast de Moscou, nos arredores da cidade, duas delas neste último ataque.
Está sendo um privilégio inenarrável guiar um grupo de viajantes brasileiros nos Jogos Nômades Mundiais. A cerimônia de abertura foi algo de outro mundo, ou melhor, foi uma expressão maravilhosa de uma parte ignorada do nosso mundo.
Rodrigo Ianhez retweeted
Politico has apparently discovered a new method of calculating emigration, by counting everyone crossing a border in both directions, then declaring that they all left Russia.
So, 113,000 people crossed the Russia-Georgia border in both directions (source) below, but Politico reports that 113,000 Russians had left Russia. Howvever, Georgian figures for August 17–24 actually show 52,953 entering Georgia and 61,691 leaving it.
Thus, the so-called great Russian exodus was, on balance, actually travelling towards Russia.
Rodrigo Ianhez retweeted
Zelensky's suddenly intensified fascist revisionism in historical politics, seemingly self-defeating abroad and at home, the escalating ethnonationalism, and his growing reliance and dependence on far-right units within the army all have to do with the corruption/anti-corruption conflict, sociopolitical disintegration, and the deepening mobilization crisis.
The trio of Ukraine’s most politically influential active military commanders at the funeral of pre-WWII Hitler’s ally Yevhen Konovalets attended by Zelensky: Azov movement leader and Third Corps commander Andriy Biletsky, commander-in-chief Mykhailo Drapaty, Azov Corps commander Denys Prookopenko.
Zelensky’s current power base is currently reduced to SBU, Azov structures backed by Renat Akhmetov and a shaky parliamentary mono-majority controlled by David Arakhamia.
Dogged by anti-corruption investigation which is backed by Ukraine’s key funders, Zelensky is building a vertical of power similar to Putin’s, but more militarised and with a more pronounced far right element.
Photo posted by the ideodical service (khorunzha sluzhba) of the 3rd Corps.
















