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Replying to @moietroses
The only reason y'all mad at Navier is bc you actually wanted Rashta to end up with Sovieshu but since you can't say it you need to antagonize the wife with something else.
For some reason at no point is THE EMPEROR criticized for any of this, not even for how he treats women
rhae retweeted
You’re such a liar because at its peak aka 2020/21 the fans were only Navier glazer and Rashta was so much hated than even Webtoon official used it to promote the webtoon . A comment saying that Rashta should be wiped as a slave could get 80k likes easily
meskipun TRE fiksi tapi keliatan bgt ya efek 'sejarah ditulis oleh pemenang'nya. Like wdym ppl still loved heinry after everything he had done
Se eu tivesse escrito The Remarried Empress, começaria a história exatamente como a autora fez, mas daria outro rumo às trajetórias de Rashta e Navier. Em vez de construir uma como mocinha e a outra como vilã, exploraria como duas mulheres de origens e posições sociais tão diferentes podem ser vítimas de um mesmo sistema de poder, ainda que de maneiras completamente distintas. Rashta foi explorada pela escravidão e, mesmo depois de conquistar uma suposta liberdade, continuou submetida aos interesses de homens que detêm o poder sobre seu destino. Navier, por sua vez, apesar de todos os privilégios de sua posição, também tem sua autonomia condicionada por um sistema patriarcal que determina seu valor a partir de sua função como esposa e imperatriz. Isso não significa equiparar suas experiências ou ignorar as diferenças de classe entre elas, mas reconhecer que nenhuma das duas está verdadeiramente livre das estruturas que governam suas vidas. Elas não precisariam sequer se tornar amigas ou desenvolver uma relação de sororidade. Bastaria que, em algum momento, fossem capazes de reconhecer que, embora ocupem lugares opostos na hierarquia social, ambas estão submetidas a um sistema que transforma suas vidas em instrumentos dos interesses masculinos. O imperador poderia continuar sendo o centro do conflito, mas a narrativa deixaria de tratar a disputa entre duas mulheres como uma simples rivalidade amorosa e passaria a questionar as estruturas de poder que tornam essa rivalidade possível. Acredito que isso renderia uma história muito mais interessante sobre poder, autonomia e empoderamento feminino, sem necessariamente abrir mão do romance ou dos conflitos políticos. Sinto que a autora desperdiçou a oportunidade de construir uma obra grandiosa a partir de uma premissa que já reunia todos os elementos necessários. E o mais curioso é que não seria preciso transformar a história em um tratado sociológico nem investir em uma complexidade narrativa extraordinária. Bastaria ter disposição para reconhecer as contradições do próprio universo que criou, em vez de reproduzi-las sem questionamento.
rhae retweeted
Rashta didn’t even WANT to be Empress. When it was brought up to her by Ergi and the Emperor, she was utterly mortified by the very idea. The only reason she ever came to desire it was because she was repeatedly told it was the only way to ensure she wouldn’t be enslaved again.
rhae retweeted
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rhae retweeted
I need a story were the siblings come together, get their revenge, learn the truth about their mother and bring the empire to its knees.
Preferably written by a different author, if possible.
rhae retweeted
The more i see people trying to make her being a slave a non issue,the more annoyed i get.











































