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Aquí se fue MÁS de 365 millones de € para modernizar y mantener nuestra infraestrucxtura ferroviaria
A financiar los trenes en Marruecos.
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Manifestantes que destroem paragens de autocarro não são manifestantes pacíficos.
Agora vão lá escrever isto 100 vezes nas vossas sebentas.
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Apenas numa tarde fui visitar 3 imóveis devolutos do Estado (o Estado tem entre 60 a 80 mil, não sabe bem) onde podia morar gente. Com ajuda de AI requalifiquei-os. Sem AI, estão abandonados.
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Exigir a demissão do governo por causa de um problema criado e agravado por outros mostra bem q não é a habitação o problema q os manifestantes querem resolver, é a existência de um governo não vermelho, não revolucionário. Regresse a geringonça e toda esta gente regressa a casa.
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Nojenta!
Não deixa de ser caricato, e de uma lata descomunal, que quem arrastou o país para este lamaçal, consiga ter coragem de estar à beira das pessoas que foram sacrificadas
Imigração descontrolada + escassez de construção = aumento da procura, últimos 10, são algumas das políticas xuxas que fizeram levar o país até aqui.
Esta senhora chegou a dar-se ao luxo de receber LGBTs do Uganda, que possivelmente ocuparam casas de famílias portuguesa.
A lata desta gente não tem limites...
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Como toda a gente sabe André Ventura foi Ministro da Habitação nos últimos 50 anos
Como podem estes penedos ser levados a sério?!
Numa manifestação pela habitação mencionar o nome de um líder partidário q nc esteve num governo mostra bem o q esta gente é
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As imagens que estamos a ver só podem ter sido adulteradas!
Os arruaceiros, perdão, os manifestantes, são uns autênticos anjos, uns fofinhos e irrepreensivelmente bem-comportados!
Os polícias, perdão, os fascistas com fardas da PSP, são os maus da fita, que saem de casa com um único pensamento em mente: abusar da autoridade!
Por mais tumultos, agressões e atos de vandalismo que possam ocorrer, os protestos devem, e bem, ser sempre considerados pacíficos!
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Pela enésima vez. O IRS é um imposto. Não um subsídio. A "devolução" resulta do acerto de contas em que nos devolvem o que pagamos a mais no ano anterior. Andamos a financiar o estado a custo zero. Mais um monumento à iliteracia fiscal.
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Não deixa de ser caricato, e de uma lata descomunal, que quem arrastou o país para este lamaçal, consiga ter coragem de estar à beira das pessoas que foram sacrificadas
Imigração descontrolada + escassez de construção = aumento da procura, últimos 10, são algumas das políticas xuxas que fizeram levar o país até aqui.
Esta senhora chegou a dar-se ao luxo de receber LGBTs do Uganda, que possivelmente ocuparam casas de famílias portuguesa.
A lata desta gente não tem limites...
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Ninguém enche a Luz
A habitação é um problema sério. Ninguém discorda, e é precisamente por ser sério que não merece ser sequestrado por uma minoria.
Comecemos pelas contas. As contas policiais para a manifestação em Lisboa ficam entre 10 e 15 mil, já com optimismo. No Porto, alguns milhares. Somando Lisboa e Porto, nem com a generosidade dos promotores se enchia a Luz numa jornada banal do campeonato. A rua tem todo o direito de se fazer ouvir. Não tem o direito de se fazer passar pelo país.
Há, no entanto, um sítio onde estes manifestantes têm maioria absoluta: as redacções.
Pela intensidade da cobertura, pelo tom das perguntas, pela proximidade de quem pergunta.
Neste momento, o largo em frente à Assembleia da República parece cheio na televisão. Pareceu igualmente cheio quando lá estiveram os polícias, e quando lá estiveram os bombeiros.
Aquele largo, tal como o Rossio, tem esse talento: poucos milhares, bem enquadrados pela câmara, parecem uma nação inteira.
Depois, o método, que não é novo nem é nacional. A acampada e a assembleia popular são uma franquia da Puerta del Sol, com escala pelas praças francesas, importada com guião, vocabulário e, em boa parte, com os próprios porta-vozes, vários deles vindos de Espanha.
O ciclo também é conhecido. Escolhe-se uma causa justa, constrói-se um "nós contra eles", provoca-se a pequena infracção (a tinta, o graffiti, o contentor, a tenda que fica depois da hora) até haver reacção policial. Com a reacção vem a vitimização. Com a vitimização chegam os partidos.
E chegam todos. O Bloco esteve desde o primeiro dia. Outros apareceram mais tarde, quando perceberam que a ausência se notava e que convinha estar por perto para ver, e controlar, aquilo em que a coisa se transformava.
O PS descobriu agora uma polícia desproporcionada, depois de oito anos a governar a crise da habitação que hoje denuncia e de ações naturalmente semelhantes da mesma polícia.
Nada disto tem a ver com casas.
Tem a ver com o governo ser de outra cor.
E o mais sério. Dos palcos destas assembleias ouviram-se apelos à revolução e a deitar abaixo "esta democracia". Uma assembleia de praça, de microfone aberto e braço no ar, decidiu levar as tendas para a porta do Parlamento em plena votação do Orçamento.
Com todo o respeito pela praça, o Orçamento vota-se lá dentro, por quem foi eleito pelo povo para isso. Chama-se democracia representativa e é a única que temos.
A outra, a "popular", tem uma história longa e nenhum final feliz.
Romantiza-se o espírito de resistência. Resistência a quê?
Não há ditadura, nem censura, nem eleições suspensas. Há um calendário eleitoral que funciona. Quem quer mudar de política tem as urnas. Quem quer mudar de regime traz tendas.
Há uma juventude acampada no Rossio. Há outra, muitíssimo maior, que àquela hora está a trabalhar, a estudar ou a dormir para se levantar cedo. Essa não tem direito a directos.
O Presidente da República disse hoje que não gostou do que viu. Ninguém gostou. Mas as imagens têm uma ordem, e quem só comenta a segunda esquece a primeira: a polícia só interveio porque houve quem decidisse que a lei não se lhe aplicava.
Seguro lembrou, e bem, que lei e liberdade não são incompatíveis, para as autoridades como para os cidadãos.
É pena que a frase tenha ficado soterrada debaixo do "não gostei".
Chamou ainda aos jovens uma "geração bloqueada".
Os jovens do Rossio não são os jovens portugueses. São uma parte, e pequena.
E basta ler o caderno reivindicativo para perceber o que se pede: tectos às rendas, mais habitação pública, o Estado a travar, a comprar, a atribuir.
É a velha ideia do Estado como patrono, a quem cabe resolver as necessidades de cada um.
A crise da habitação é real e grave. Mas não se resolve fazendo do Estado senhorio universal, e muito menos com manifestações cujas mensagens mais audíveis já nada têm a ver com casas e tudo têm a ver com política.
(Continua 1o comentário)
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Esta Priscila Valadão deve ter QI 19 ou menos. Já inventou um "preso político " (foi para casa) que ameaçou contra o 1° Ministro. Afinal, era coisa pouca, "foi só uma fala" (ameaça).
@govpt só há um caminho com estes agitadores : rua !!
O camarada Pedro Nuno Santos devia ter vergonha de estar à frente da AR na manif, depois de ter sido responsável por anos de atraso na reabilitação do parque habitacional do estado e de nada fazer para fomentar a construção cooperativa e aumentar a disponibilidade de fogos.




























