Thaumaturgo Araujo (@ARTAMUNDO) profile picture

Administrador e Engenheiro Aposentado

Brasil
Joined February 2017
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Obrigado a todos vocês que saíram de casa no domingo pedindo por mudança e foram votar. Nossa batalha ainda não terminou e o Brasil precisa de cada um de vocês também no segundo turno. Em três semanas, vamos libertar o Brasil. O Brasil vai vencer! Vote 2️⃣2️⃣🇧🇷
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🇧🇷 UMA NOVA AGENDA PARA O BRASIL Flávio Bolsonaro defende uma série de mudanças na Constituição para alterar regras que considera fundamentais para o futuro do país. Entre as propostas estão: 🔹 FIM DA REELEIÇÃO Acabar com a possibilidade de reeleição para presidente e discutir um novo modelo de mandatos. (UOL Notícias) 🔹 REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL Alterar a Constituição para permitir a responsabilização penal de adolescentes em determinadas situações. (UOL Notícias) 🔹 REFORMA DO JUDICIÁRIO Rediscutir competências do STF, limitar decisões monocráticas e mudar regras relacionadas à escolha e atuação dos ministros da Corte. (UOL Notícias) 🔹 REFORMA TRIBUTÁRIA Revisar a reforma tributária em andamento, buscando reduzir distorções, exceções e a alíquota do IVA. (Folha de S.Paulo) 📌 A proposta é mexer nas regras estruturais do país. Mas há um ponto fundamental: essas mudanças não dependem apenas do presidente. Alterações constitucionais precisam passar pelo Congresso Nacional e obter o quórum constitucional de aprovação de uma PEC. 🇧🇷 MUDANÇAS MELHORES PARA O BRASIL. Vozes do Brasil Notícias que dão voz ao que importa.
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A BAHIA ACORDOU! Vamos ganhar no primeiro turno! Vote 2️⃣2️⃣
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⚠️AGORA: Flávio Bolsonaro detona Gonet, Moraes e Andrei Rodrigues em discurso na tribuna do Senado
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“Não está na agenda”. “Não é oficial”. “Não vai acontecer”. Aconteceu e foi muito bom!👊 – at Washington, DC
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Le Vide Invisible : la crise de sens de l’homme moderne et pourquoi le succès sans Dieu ne suffit jamais Chers amis, je me suis absenté quelques jours. Non par fatigue physique, mais par nécessité intérieure. Nous vivons une époque excessivement bruyante : trop d’informations, trop d’opinions, trop de stimulations, trop de précipitation. Et lorsque le bruit devient constant, l’essentiel commence à disparaître silencieusement. C’est dans ce silence que j’ai compris quelque chose de profond : les plus grandes crises de notre époque ne sont pas seulement économiques, politiques ou émotionnelles — ce sont avant tout des crises de sens. Jamais nous n’avons eu autant d’accès au savoir, autant d’outils de développement personnel, autant de méthodes de productivité, autant de livres, de cours, de conférenciers et de formules de réussite. Et pourtant, paradoxalement, jamais il n’y a eu autant d’anxiété, autant de dépression, autant d’épuisement émotionnel, autant de solitude, autant de vide. Quelque chose ne fonctionne pas. Nous formons des professionnels hautement efficaces, mais des êtres humains profondément fatigués ; des esprits entraînés, mais des âmes désorientées. Peut-être que le problème n’est pas un manque de technique. Peut-être est-ce un manque de sens. Nous vivons dans une époque qui enseigne comment faire, mais qui ignore pourquoi vivre ; qui organise les agendas, mais désorganise les consciences ; qui entraîne le cerveau, mais néglige l’âme. Et voici le point central de cette réflexion : aucune formule de réussite n’est complète si elle ignore la dimension spirituelle de l’être humain, aucun bonheur n’est véritablement plein si Dieu n’occupe pas le centre de l’existence.
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O que estamos vendo não é apenas um embate político. É um choque entre dois modelos de civilização. De um lado, o modelo que diz: “A nação deve se curvar ao sistema global. A soberania é negociável. A identidade é flexível. A fé deve ser domesticada. O indivíduo deve ser moldado. O Estado pensa por você.” Do outro lado, o modelo que responde: “A nação é fundamento. A soberania é sagrada. A liberdade é inegociável. A fé é raiz. O trabalho dignifica. O povo governa.” Quando eu digo que Trump girou o carrossel da chamada Nova Ordem Mundial, não é metáfora vazia. Ele inverteu a lógica. A elite global sonhava com uma ordem tecnocrática, supranacional, centralizada. O que surge agora é outra possibilidade: uma ordem baseada em nações fortes, culturas preservadas, fronteiras respeitadas, fé valorizada e liberdade real. Não é o domínio de um império. É o colapso de um projeto. Tentaram tudo. Tentaram destruir a fé cristã, ridicularizar Deus, esvaziar valores, dissolver a família. Usaram versões deturpadas da teologia. Instrumentalizaram causas sociais. Manipularam minorias. Promoveram confusão moral. Incentivaram a guerra cultural. E agora utilizam também o avanço de outras forças religiosas como ferramenta política, acreditando ingenuamente que poderão controlá-las eternamente. A história mostra que quem brinca com forças que despreza acaba sendo devorado por elas. Os políticos tradicionais estão em crise existencial porque sabem, no fundo, que seu modelo acabou. Eles já não representam o povo. Representam estruturas. E ao redor deles crescem tecnocratas, burocratas permanentes, operadores invisíveis, parasitas do poder que não se submetem ao voto e que aguardam silenciosamente a oportunidade de consolidar domínio total. O maior erro dos analistas não é técnico. É moral e espiritual. Eles medem o mundo por planilhas, gráficos e projeções e ignoram a guerra invisível que acontece nos bastidores da cultura, das instituições, da educação, da fé e da consciência coletiva. Nem tudo é PIB. Nem tudo é mercado. Existem forças mais profundas em jogo: soberania, identidade, família, transcendência, dignidade humana. Por isso afirmo com clareza: o problema não é Trump. O problema é o mundo que se acostumou a chamar rendição de consenso. Que passou a chamar censura de proteção. Que normalizou dependência como virtude. Que aceitou tutela como governança. Que romantizou fraqueza como sensibilidade. Quando alguém puxa o freio dessa engrenagem, o sistema grita que tudo vai quebrar — porque ele só sabe existir em velocidade, sem raiz, sem limite, sem Deus, sem povo. No fundo, essa não é uma defesa de um homem. É um chamado de consciência. Ou a política volta a servir o cidadão comum, com responsabilidade, fé e liberdade, ou o cidadão comum será reduzido a engrenagem obediente de um sistema que decide por ele, pensa por ele e molda sua existência. Se você chegou até aqui, parabéns. Você já está fazendo o que a maioria se recusa a fazer: pensar. Refletir. Enxergar além do discurso pronto. Não aceite versões fáceis. Não terceirize sua consciência. Leia, estude, observe, compare, questione. Porque a batalha mais importante do nosso tempo não é econômica. É espiritual, cultural e moral. E ela acontece dentro de cada um de nós. Thaumaturgo Araujo
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Peço a você que não abandone esta leitura no meio do caminho. Sim, é um texto longo. Mas é precisamente por isso que ele é necessário. Vivemos tempos em que as pessoas se contentam com manchetes, cortes de vídeo, frases rasas e opiniões terceirizadas. E é justamente essa superficialidade que nos trouxe até aqui. O que vou dizer não cabe em slogans. Exige atenção, exige consciência, exige coragem intelectual. Há um erro de método — quase uma cegueira deliberada — em repetir como mantra que “os Estados Unidos vão quebrar por causa do Trump”, como se a história tivesse começado ontem, como se o mundo não tivesse sido empurrado por décadas para uma arquitetura de poder que concentra decisões longe do voto, longe da nação, longe do povo. Quando analistas reduzem tudo a “tarifas” e “ruído político”, eles fingem que não existiu uma ordem anterior, um modelo de dominação sofisticado, uma cultura de governança que avançou sobre governos, empresas, universidades, imprensa, organismos multilaterais e até religiões, disputando soberania com “pactos”, “metas”, “acordos” e “parcerias” que, na prática, deslocam o poder real para mesas fechadas onde o povo jamais foi convidado. O mundo já estava sob uma engrenagem estruturada: agendas ideológicas travestidas de virtude, engenharia social disfarçada de compaixão, controle cultural vendido como progresso, dependência estatal promovida como justiça social, submissão das nações apresentada como cooperação global. Tudo isso já operava muito antes de Trump. Culpar um homem por uma crise gestada por décadas é como culpar o motorista pelo estado de um carro cujo motor foi sabotado, cujos freios foram corroídos e cujo painel foi adulterado. Sim, há economistas que apontam riscos técnicos. Sim, há análises que alertam para inflação, instabilidade, tensão institucional. Mas o que esses “especialistas” raramente admitem é que o modelo anterior já estava falido moralmente, culturalmente e estruturalmente. Um modelo que sacrificava soberania em nome de consenso internacional. Que sacrificava identidade em nome de inclusão forçada. Que sacrificava liberdade em nome de segurança. Que sacrificava o povo em nome de estatísticas. O que Trump representa — gostem ou não de seu estilo — é uma ruptura. Uma inversão. Uma mudança de eixo. A mensagem é clara: a América não existe para servir o mundo. O mundo é que precisa reaprender a existir sem sugar a América. “America First” não é egoísmo, é restauração da lógica natural: primeiro eu coloco minha casa em ordem, depois decido o que posso fazer pelos outros. Primeiro eu fortaleço meu povo, minha indústria, minha cultura, minha soberania. Depois negocio com o mundo em pé de igualdade, não ajoelhado. E aqui está a parte mais incômoda dessa mudança: ela expõe todas as outras nações. Países acostumados a viver de tutela, de dependência, de crédito fácil, de elites corruptas e de um Estado paternalista entram em colapso psicológico quando percebem que terão de se sustentar sozinhos. O tempo da infância geopolítica acabou. Cada povo terá de amadurecer. Cada nação terá de se olhar no espelho. E isso dói. Quando falo de deep state, de burocracias infiltradas, de resistência institucional, não falo de fantasia. Isso é fenômeno histórico. Sempre que alguém tenta romper estruturas de poder consolidadas, enfrenta sabotagem política, jurídica, cultural, econômica e mediática. Isso ocorreu com reis, presidentes, reformadores, líderes religiosos e revolucionários ao longo da história. A diferença é que hoje essa engrenagem é global, sofisticada e invisível para quem só consome manchete. E o mais cruel de tudo foi o desmonte deliberado das justiças nacionais. A captura dos tribunais. A destruição da imparcialidade jurídica. A transformação do Direito em instrumento político. Porque quando a justiça cai, tudo pode ser legalizado: censura, perseguição, abuso, corrupção, engenharia social. A toga vira escudo da arbitrariedade. E o povo, amedrontado, obedece.
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Oração pelo Brasil e pela minha consciência Senhor Deus, Pai de misericórdia, de justiça e de verdade, hoje me coloco diante de Ti não como homem forte, mas como filho consciente de suas limitações. Olha para o meu país, Senhor. Olha para o Brasil ferido, dividido, cansado, desorientado. Olha para o povo que sofre, para os justos que silenciam, para os que ainda resistem em silêncio com o coração pesado. Perdoa-nos, Pai. Perdoa-nos pelas omissões. Perdoa-nos pelo medo disfarçado de prudência. Perdoa-nos pelas vezes em que calamos quando a consciência nos pedia voz. Eu Te peço isso em nome do meu povo, mas também Te peço em meu próprio nome, com humildade, com verdade e com reverência. Sustenta-me, Senhor. Fortalece-me. Orienta-me. Concede-me sabedoria para fazer o melhor que eu puder com os dons que me confiaste. Dá-me coragem para extrair de mim tudo aquilo que plantaste ao longo da minha vida, tudo o que construíste em mim como homem, como consciência, como espírito. Não quero ser inútil, Senhor. Quero ser instrumento. Quero ser útil ao meu país. Quero ser digno diante da minha própria consciência. Mas, acima de tudo, quero ser fiel a Ti. Se ainda carrego essa dor no coração, é porque ainda carrego amor. Se ainda choro pelo Brasil, é porque ainda acredito que Tu não desististe dele — e nem de nós. Recebe minha fraqueza e transforma-a em firmeza. Recebe minha dor e transforma-a em lucidez. Recebe meu clamor e transforma-o em missão. Com humildade, com reverência e com fé, amém. Thaumaturgo Araújo
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Carta aberta a Jair Bolsonaro Presidente — porque no meu coração você ainda o é — escrevo-lhe não como militante, mas como um homem que despertou para a política através do seu exemplo. Antes de você, eu não acreditava. Antes de você, eu observava a política com distância, desilusão e ceticismo. Foi você quem me fez enxergar que ainda era possível amar o Brasil de forma ativa, foi você quem me fez compreender que política também pode ser missão, e foi você quem reacendeu em mim o amor verdadeiro pela pátria. Acompanhei seus dias, suas lutas, suas dores, seus enfrentamentos. Rezei por você, rezei pelo seu governo, rezei por sua família, rezei por sua equipe, rezei por sua proteção e por sabedoria em cada decisão difícil. E faço isso até hoje. Sofro ao ver o silêncio de muitos que se beneficiaram do seu nome. Sofro ao perceber a ingratidão onde deveria existir lealdade. Sofro ao constatar que nem sempre o justo recebe em vida o reconhecimento que merece. Ainda assim, sua história já está escrita — não nas manchetes, mas na consciência de milhões. Sua grandeza nunca esteve apenas no cargo, mas na autenticidade. No sorriso espontâneo. Na fala sem máscara. No gesto imperfeito, mas verdadeiro. Sentimos falta disso. Sentimos falta de ver um homem humano, acessível, real, com erros e virtudes, mas com alma visível. Minha esperança não morreu; ela apenas se tornou mais silenciosa, mais dolorida e mais profunda. Talvez o maior legado que você tenha deixado não seja político, mas humano: você ensinou milhões de brasileiros a amar o Brasil novamente. Fique firme. Preserve sua dignidade. Preserve sua fé. Preserve sua família. Porque mesmo quando o cenário é duro, o tempo costuma ser mais justo que os homens. Com respeito, com gratidão, com dor, mas também com esperança: um brasileiro que despertou, que o ama e se tornou seu eterno fã. Thaumaturgo Araújo
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Quando a coragem de pensar diferente incomoda os acomodados — Trump sendo Trump, um show de visão e Engenharia Política Mais uma vez escolho assumir o risco de externar uma opinião contrária à maioria dos grandes políticos, economistas e cientistas políticos do mundo. Não por vaidade intelectual, mas por consciência. Há momentos na história em que repetir o coro dominante não é sinal de sabedoria — é sinal de acomodação. A proposta de criação de um Conselho da Paz, reunindo na mesma mesa nações rivais, ideologias opostas e regimes antagônicos, foi rapidamente atacada. Chamaram de ingenuidade, de ameaça, de conspiração. Mas quase ninguém teve coragem de formular a pergunta essencial: e se essa for justamente a única estratégia verdadeiramente realista para produzir paz duradoura? A história ensina com clareza: guerras não terminam quando inimigos são ignorados, isolados ou demonizados. Guerras terminam quando inimigos são levados a dialogar sob pressão moral, política e civilizatória. Foi assim em grandes processos de reconciliação ao longo do tempo. Não foi ingenuidade. Foi inteligência estratégica. Reunir conservadores, democracias, teocracias, ditaduras e até regimes hostis em um mesmo fórum não significa premiar o erro. Significa expor o erro diante da maioria moral. Significa submeter a minoria radical ao constrangimento ético contínuo. Significa permitir que a força da razão confronte a força da arrogância. Isso não é fraqueza. Isso é engenharia política de alto nível. O incômodo que essa proposta gera revela algo ainda mais profundo: a ordem mundial atual fracassou. A ONU tornou-se pesada, burocrática, frequentemente capturada por interesses ideológicos e distante do sofrimento real dos povos. Questionar sua eficácia não é atacar a paz. Pelo contrário: é exigir que a paz deixe de ser discurso e passe a ser prática. O Fórum Econômico Mundial já começou em Davos, e Trump comparece com a maior equipe de sua trajetória. Isso não sinaliza desprezo pela ordem internacional, mas compromisso com sua transformação. Não para destruir por destruir, mas para expor o que não funcionou, desmontar o que fracassou e abrir espaço para algo melhor. A humanidade precisa de novos modelos, novas estruturas e novas soluções. Insistir nas mesmas fórmulas que já falharam repetidamente não é prudência — é estagnação. Talvez o verdadeiro problema não esteja na proposta. Talvez o problema esteja no fato de que ela escancara, com clareza incômoda, a falência de tudo o que veio antes. E quando uma ideia tem força suficiente para abalar estruturas antigas, ela sempre será combatida — não por ser fraca, mas justamente por ser poderosa demais. Isso não é improviso. Isso é visão. Isso é estratégia. Isso é engenharia política em seu mais alto nível. Thaumaturgo Araújo
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When the courage to think differently unsettles the comfortable — Trump being Trump, a demonstration of vision and Political Engineering Once again, I choose to take the risk of expressing an opinion that stands against the dominant view of many of the world’s leading politicians, economists, and political scientists. Not out of intellectual vanity, but out of conscience. There are moments in history when echoing the prevailing narrative is not a sign of wisdom, but a sign of complacency. The proposal to create a Peace Council, bringing rival nations, opposing ideologies, and antagonistic regimes to the same table, was quickly attacked. It was labeled naïve, dangerous, conspiratorial. Yet almost no one dared to ask the essential question: what if this is precisely the only truly realistic strategy for achieving lasting peace? History teaches us clearly: wars do not end when enemies are ignored, isolated, or demonized. Wars end when enemies are compelled to engage in dialogue under moral, political, and civilizational pressure. This has occurred in major reconciliation processes throughout history. It was not naïveté; it was strategic intelligence. To bring together conservatives, democracies, theocracies, dictatorships, and even hostile regimes into the same forum is not to reward wrongdoing. It is to expose wrongdoing before the moral majority. It is to subject radical minorities to continuous ethical scrutiny. It is to allow the force of reason to confront the force of arrogance. This is not weakness. This is political engineering at the highest level. The discomfort provoked by this proposal reveals something even deeper: the current world order has failed. The United Nations has become heavy, bureaucratic, frequently captured by ideological interests, and increasingly distant from the real suffering of peoples. Questioning its effectiveness is not an attack on peace. On the contrary, it is a demand that peace cease to be rhetoric and become reality. The World Economic Forum has begun in Davos, and Trump arrives with the largest team of his political trajectory. This does not signal contempt for the international order, but commitment to transforming it. Not to destroy for the sake of destruction, but to expose what no longer works, dismantle what has failed, and make room for something better. Humanity needs new models, new structures, and new solutions. Persisting in the same formulas that have repeatedly failed is not prudence — it is stagnation. Perhaps the real problem is not the proposal itself. Perhaps the problem is that it clearly exposes, with uncomfortable clarity, the collapse of everything that came before. And when an idea is powerful enough to shake old structures, it will always be attacked — not because it is weak, but precisely because it is too powerful to ignore. This is not improvisation. This is vision. This is strategy. This is political engineering at its highest level. Thaumaturgo Araújo
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O BRASIL ESTÁ SENDO TESTADO Estou retornando depois de algumas viagens, observando, ouvindo, comparando realidades, e volto com uma certeza ainda mais sólida: o Brasil não está apenas politicamente dividido, ele está sendo testado moral, econômica e culturalmente. Eu já vivi ciclos demais para não reconhecer quando a história começa a acelerar, e o que estamos vivendo agora não é uma disputa comum de poder, é uma escolha estrutural sobre que tipo de nação queremos ser. Não se trata de idolatrar homens, trata-se de entender modelos. De um lado, o projeto representado por Lula, que parte da premissa de que o Estado deve conduzir, proteger, regular, distribuir e decidir os rumos da sociedade, mas, bem no fundo, quer roubar e o faz até sugar a última gota de suor e sangue do povo; do outro, o projeto representado por Jair Bolsonaro, em Flavio Bolsonaro, que gira em torno da ideia de que o indivíduo precisa de liberdade para produzir, assumir riscos e construir seu próprio destino. Eu não ignoro falhas de ninguém, não romantizo governo algum, mas eu me recuso a fingir que esses dois caminhos são a mesma coisa. Não são. Um amplia o tamanho do Estado e a centralização das decisões, e como disse acima, para roubar; o outro fala em reduzir tutela e fortalecer autonomia. Um acredita que a justiça social nasce principalmente da ação estatal; o outro aposta que prosperidade vem da responsabilidade individual e da liberdade econômica. O que me preocupa não é que existam diferenças , isso é saudável numa democracia — o que me preocupa é a incapacidade de muitos perceberem o impacto de longo prazo dessas escolhas. Quem paga a conta de um Estado crescente? Quem sustenta a máquina pública quando ela se expande além do razoável? Até que ponto assistência vira dependência estrutural? E até que ponto o discurso de proteção pode evoluir para controle? Não é o que estamos vivenciando? Eu fiz negócios, administrei empresas, atravessei crises no Brasil e fora dele, vi o que acontece quando governos prometem mais do que a economia pode sustentar. A conta chega. Sempre chega. E ela não pergunta em quem você votou. O maior risco hoje não é um partido específico; é a anestesia coletiva. É o cidadão que não lê orçamento, não acompanha dívida pública, não entende juros, não observa o impacto da inflação silenciosa sobre os mais pobres, mas vende seu voto e se torna tão nojento, criminoso, quanto quem compra esse voto. Aprendemos que democracia não acaba apenas com ruptura institucional; ela enfraquece quando o povo abdica da própria responsabilidade intelectual. Eu não escrevo por ódio, escrevo por lucidez. Não quero torcidas organizadas, quero brasileiros capazes de comparar modelos, de analisar resultados, de fazer perguntas incômodas. Estado tutor permanente ou cidadão protagonista? Dependência ou autonomia? Centralização ou descentralização? Essas são as escolhas reais. O Brasil está sendo testado, e eu não estou disposto a assistir de braços cruzados enquanto decisões estruturais são tratadas como mero jogo eleitoral. Se errarmos, erramos como nação inteira. Se acertarmos, também colhemos juntos. Mas fingir que não há diferença entre esses projetos é, no mínimo, desatenção histórica. Eu escolhi pensar. E pensar, às vezes, dói. Mas é o único caminho que preserva a liberdade. Tudo só piora e o caos vai nos engolindo. Estão amando a suprema corte? Estão amando os resultados do governo Lula? Deglutam essa podridão e vomitem mais tarde, na miséria. Thaumaturgo Araújo.
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Aos meus querido amigos e leitores. 2025, finalmente, ficou para trás. Quantas noites sem sono, quantas angústias, quantas injustiças engolidas em silêncio… Foram anos duros, não apenas difíceis.Anos que nos esmagaram, testaram nossa fé e quase nos fizeram desistir. E, ainda assim, aqui estamos. Em pé. Respirando. Esperando. Lutando. Os últimos cinco anos foram uma travessia pelo deserto. Doenças da alma e da sociedade tentaram nos destruir: o medo, a mentira, o abuso, a violência contra a verdade, a manipulação das consciências, a sensação de que nada mais fazia sentido. Mas, paradoxalmente, esses anos foram também um despertador. O povo acordou. A consciência renasceu. A coragem reapareceu dentro de cada um de nós. E agora, meus amigos, chega 2026. E eu digo com a alma aberta: este será o ano da nossa redenção. O ano em que começaremos a enfraquecer, de verdade, essas doenças que se espalharam pelo Brasil. O ano em que a esperança deixará de ser palavra e voltará a ser caminho. O ano em que a liberdade e a alegria retornarão aos lares brasileiros. Mas nada disso cairá do céu. 2026 nos chama à responsabilidade. Nos chama à maturidade. Nos chama à coragem. Não é mais tempo de omissão. Não é mais tempo de indiferença. Amar o Brasil agora significa agir com consciência, fé, verdade e dignidade. Significa não aceitar mais o que destrói nossa alma, nossa fé, nossas famílias, nossos valores e nossa história. Significa escolher o bem, mesmo quando ele exige renúncia. Eu creio , com força, com esperança, com ternura , que o povo brasileiro vai surpreender o mundo. Porque não existe escuridão capaz de derrotar um povo que reencontra a sua verdade. Eu acredito nisso. Amigos, sigamos juntos. Com o coração firme. Com os olhos voltados ao céu. Com a certeza de que Deus não abandona quem luta pela justiça, pela liberdade e pelo amor à sua pátria. Eu o farei até o último dia de minha vida. Que 2026 seja, para todos nós, o ano do recomeço. O ano da cura. O ano do despertar definitivo. Confesso que fiquei feliz com a nossa evolução e também confesso, tudo isso graças ao nosso ídolo e líder, Bolsonaro. E que cada um de nós faça a sua parte — porque esta é, sim, a nossa grande chance de trazer o Brasil de volta. Eu farei a minha parte e você? Com emoção, esperança, gratidão e fé, Thaumaturgo Araújo
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Moraes inaugurou mais um capítulo em sua constituição particular: o regime aberto censurado Daniel S. está de tornozeleira, sem rede social (censura prévia), proibido de dar entrevista, com recolhimento noturno e aos finais de semana, bem como não pode se ausentar da sua cidade. Resumindo: só não vai dormir no presídio e isso tudo, sendo certo ainda, que demorou para progredir mais do que o previsto em lei, o que, ao menos em tese, configuraria abuso de autoridade, caso vivêssemos num Estado democrático de Direito.
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Narrativa da imprensa: "Ah o Trump não está nem aí para o Bolsonaro..." Eduardo chamado de amigo, Trump manda lembranças ao pai e a família inteira é elogiada. Qual será a próxima?
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🇺🇸 Deputada @MaElviraSalazar (Rep.-FL) exibindo foto de Alexandre de Moraes durante audiência sobre liberdade de expressão e liberdade de imprensa no Congresso dos EUA. – at Washington, DC
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Tenho a alegria de comunicar q hj em reunião com o presidente do PL, @CostaNetoPL,decidimos q sairei pré-candidata a vereadora por SP.Será uma grande honra se os paulistanos me confiarem a missão de representar o povo dessa cidade q eu tanto amo e adotei como meu lar.Meu país,SP.
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