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Qualquer governante sério de qualquer país teria vergonha de ter a sua população doente. Um indivíduo saudável é a maior riqueza de uma nação mesmo que não esteja no mercado formal de trabalho.
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Está a criar-se o hábito de usar o povo como ATM para financiar dívidas pessoais, frequentes viagens ao exterior, logística dos julgamentos, multas aplicadas pelo tribunal, carros de luxo, sedes de partidos, etc. Alguns até publicam diariamente quanto conseguiram mobilizar (ou "ateemizar") num só dia, como troféu indicador da sua enorme popularidade.
Parece que alguns pensam que vivemos na sociedade dependente do dízimo - depois da oração, da prelecção, da retórica, do exagero, do ódio, da ilusão, da promessa enganadora vem o dízimo.
Que o governo entre nessa onda, já é vergonha nacional e identitária.
In Carlos Nuno Castel-Branco
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Penso que o Hospital Central de Maputo (HCM) está a entrar numa área de actuação que deveria ser reservada às organizações não-governamentais (ONG) e às associações da sociedade civil que prestam apoio nestes domínios e que, efectivamente, existem e desenvolvem esse trabalho.
O HCM e o Ministério da Saúde (MISAU) devem mobilizar recursos financeiros internos, recorrendo às respectivas linhas orçamentais, bem como aos mecanismos de financiamento do Estado, através do Ministério das Finanças. Paralelamente, cabe ao Governo reforçar a aproximação aos parceiros de cooperação e a outras entidades capazes de apoiar o sector da saúde.
Não pode o Governo, por intermédio do HCM, estender as mãos para os dois lados, procurando financiamento público e, simultaneamente, disputando com as organizações e associações da sociedade civil o espaço de mobilização de recursos junto dos parceiros e do público.
Esta postura do HCM revela uma aparente falta de compreensão dos limites da sua própria área de actuação e do papel desempenhado pelos restantes actores não estatais, cuja intervenção visa precisamente complementar os esforços do Estado na prestação de serviços de saúde.
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Sempre fico com um pé atrás quando me deparo com um perfil que exibe citações bíblicas ou qualidades que apresentam seu dono como um “homem de bem”. Quem faz tanta propaganda da própria virtude costuma ter pouco a oferecer como prova.
O filme é mais sobre o jornalista que segue o Steve Biko (por Denzel Washington) e menos sobre o activista. Podia ter mais sobre BIKO.
Mas é um bom filme. Mostra como a censura atinge a todos. A ditadura pode te beneficiar por um tempo, mas também serás vítima da mesma.
Frelimo já não quer que os moçambicanos vivam com eles em Moçambique. Só não tem coragem de dizer isso publicamente. Então comete este tipo de terrorismo ...
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🚐 A partir de 7 de Novembro o «chapa» ficará 5 MT mais caro na região metropolitana de Maputo. Segundo a #FEMATRO, as tarifas de 15 e 18 MT passarão para 20 e 23 MT. O aumento, negociado com os municípios, abrange Maputo, Matola, Matola-Rio, Boane, Marracuene, Namaacha e Manhiça.
O gestor do Facebook da página do Hospital Central de Quelimane é provavelmente um dos melhores e mais bem humorados que temos aqui em Moçambique.
A nível internacional aprecio o da Ryan Air. Não perde uma.
Não é só Bottle Store que recebia dinheiro. A loja de roupa Kay Kay Fashion & Baby de Magoanine, Supermercado Luz da Vladimir Lenine, Nosso Supermercado da Eduardo Mondlane, Ilda Fernando de Sussundenga, MAF África, Entertainment Sociedade Unipessoal também tem POS na LAM 😂
😂😂😂😂
Chers Chinois 🇨🇳,
Vous dites que votre pays n’est pas une dictature. Pourtant, sans VPN, vous ne pouvez même pas accéder à X (Twitter). Google, YouTube, Facebook, Instagram et WhatsApp sont également bloqués.
Les médias sont censurés, critiquer le gouvernement peut entraîner des représailles, et même parler de certains événements historiques, comme la répression de Tian’anmen en 1989, est strictement limité.
Les contenus qui dérangent le pouvoir peuvent être supprimés, tandis que les journalistes et les militants risquent des pressions ou des arrestations.
Alors, une question simple : si votre pays est aussi libre que vous le prétendez, pourquoi votre gouvernement contrôle-t-il ce que vous pouvez lire, regarder, publier et critiquer ? La puissance économique ne remplace pas la liberté d’expression






















