Sociólogo. Escritor.

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Joined March 2009
O voto, a segunda chance e a democracia em.com.br/colunistas/sergio-…
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É tempo de ler @abranches. E urgente. A. E ouvindo: open.spotify.com/track/2E0Cp…
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Quando o Lula foi à Coréia e eles deram uma luva adaptada pra ele, senti um respeito profundo do presidente e do povo coreano com a história do Lula. Grandes são os homens capazes de se atentar aos pequenos gestos.
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Muito mais do que nove dedos - Miriam Leitão
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Hora de ler @abranches - a análise mais sensata escrita a quente. E, na minha interpretação, a conclusão não é boa... A. sergioabranches.substack.com…
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Regime político vai sofrer ruptura e Judiciário não é saída para crise,diz Sérgio @abranches Para autor,a revolução digital impõe mudança profunda na democracia que tornará o Legislativo em parte obsoleto archive.ph/PkDyo OU www1.folha.uol.com.br/ilustr… cc @Conteudo_Livre
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É poder da poesia nos fazer voar na imaginação. E é dever do jornalismo manter os dois pés no chão. Quando e.e.cummings escreveu um poema/meditação sobre a morte, a memória e a persistência do amor diante do desaparecimento, o encerrou com um verso belíssimo: Uma pisada recente na areia do que foi. A coluna de hoje trata mais ou menos dos mesmos temas, apenas com pegada mais crua, ancorada em fatos. @dorritharazim Nossa mestra do jornalismo e seus ensinamentos, @reztirps @mzoeramos @VJacobergerL @AnaCandocha @anneapplebaum @amanpour @tomphillipsin @vonderleyen @ClaudiaCostin @MelinaSRocha @RaquelATeixeira @elida_graziane @elrojodelPI @camposmello @TucaPinheiroDF @nathalie_beghin @SoniaBridi @Seneguini @xicosa @afonsoborges @JoseEAgualusa @vinicios_betiol @MarcelloBrito @RosaBrasilia @jornalistavitor @PriscilaFCruz @gabrielbcor @morbachgilberto @conradohubner @BrazilBrian @coniboficial @EU_Commission
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“Uma vez mais, recomendo os sonhos.” Esta frase é de Lichtenberg, um filósofo alemão nascido no século XVIII, em tradução de Murilo Mendes. Jorge Luis Borges imaginou um homem capaz de sonhar outro homem até fazê-lo existir. E que, ao final, descobre ser também o sonho de alguém. Talvez seja essa uma das grandes questões da Política: quanto da realidade que vivemos começou, um dia, na imaginação de alguém? Sonhar não é necessariamente fechar os olhos para o mundo. Às vezes, é justamente o contrário: é conseguir enxergar aquilo que ainda não existe. Recorro aos sonhos porque são eles que nos sustentam quando a realidade parece estreitar nossos horizontes. Recorro aos sonhos porque acredito em Calderón de la Barca: “A vida é sonho”. E porque o Brasil também foi construído pelos sonhos de gente como Betinho, que não aceitava a fome como destino; Paulo Freire, que fez da educação um exercício de liberdade; Darcy Ribeiro, que dedicou a vida a pensar um país capaz de realizar suas possibilidades. Penso também em Carolina Maria de Jesus, que escreveu sobre um Brasil que muitos preferiam não enxergar. Em Zuzu Angel, que enfrentou a ditadura à procura do filho, até ser assassinada; Em Dom Hélder Câmara, que nunca separou a fé da justiça social. Em Ulysses Guimarães, que ajudou a transformar a esperança democrática em Constituição. Nenhum deles se contentou com o mundo tal como o encontrou. Talvez seja isso que os sonhos nos peçam: não apenas imaginar outro mundo, mas reconhecer o trabalho que ainda falta para construí-lo. Uma vez mais, recomendo os sonhos. E a gente sabe de qual lado os nossos sonhos de um país justo, igualitário e Democrático, está. É o de Lula. A.
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Abranches discute os contornos da crise atual do sistema político-partidário brasileiro, indicando uma ruptura nas eleições de 2018 e o aprofundamento da crise em 2022. www1.folha.uol.com.br/ilustr…
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A direita democrática que tantos eleitores buscam está aqui.
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação. Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais. Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha. A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera. O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar. A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva. Lula errou do início ao fim do seu mandato. Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público. E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez. Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe. O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração. Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado. Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros. São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder. Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo. Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
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Mauro Paulino ex diretor do DataFolha diz que tudo indica que Lula irá virar a eleição. Que todos os extratos da pesquisa DataFolha mostram isso. Comentei sobre isso ontem.
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