EL-SAYED: I get that the President takes personal offense to my first name. He doesn't mind as much when it's the Saudis who are funding his son-in-law's private equity. Doesn't seem to mind as much when it's the Qataris who are giving them a $400 million private jet. He just seems to have trouble pronouncing it when it's my name.
I don't care how he pronounces my name. I don't even care that he remembers my whole name. Because he can just go on and call me senator after November.
Emily Dische-Becker retweeted
Autópsia da defunta campanha da direita, baseada na mais pura opinião pessoal:
- Jair nomear Flávio como sucessor para garantir alguém que o tirasse da cadeia foi o erro maior da campanha. Arriscou que o sobrenome carregaria um nome fraco, sob pena de ficar sem presidente algum. Era evidente que Tarcísio era um candidato mais forte e que conseguiria montar uma coalizão maior, mas precisaria da benção de Jair mobilizando o eleitorado cativo dele. Deu no que deu.
- Flávio começou sua campanha corrigindo os erros maiores que a campanha derrotada de Jair cometeu em 22. Não criticou as urnas, não criticou vacina, não insistiu em falar de armas de fogo. São três temas que não tem apoio da maioria dos brasileiros, mas que o pai não conseguia largar. Mais que isso, evitou até usar demais da imagem do pai. Provavelmente sabia que quem se importava com isso já era voto no bolso dele, e não queria trazer para ele a rejeição mais alta que o pai tem.
- Resultado do 1º turno mostrando um resultado para Flávio muito melhor que as pesquisas indicavam, e elegendo toda a direita para o legislativo, subiu à cabeça. Ficaram extremamente confiantes na vitória. Não dá para culpá-los tanto por isso, afinal uma virada eleitoral entre 1º e 2º turno nunca tinha acontecido. Mas prudência é bom.
- Após o 1º turno essa confiança mudou parte do tom da campanha. Marçal ganhou mais espaço. Aparece hostilizando indecisos, dispensando e ofendendo eleitores de Renan Santos. Muito, muito ruim. Isso é clima de "já ganhou" total. Estão concorrendo com alguém que já foi presidente três vezes e acham que podem dispensar 3 milhões de votos??? Isso é puro ego e burrice. E não ofende só o pessoal do Missão, não, porque muitos indecisos também viram isso. Se fazem pouco caso de 3 milhões de pessoas imagina o espectador independente que só tem 1 voto para depositar?
- Nem uma semana depois do 1º turno, Flávio grava vídeo prometendo que quem passará a faixa presidencial para ele será o próprio pai. Aqui fica claro o clima de "já ganhou", e que o poder subiu à cabeça. Quem deveria passar a faixa é o atual presidente, não o pai - que, aliás, fugiu do país e não se dignou a passar a faixa. Até as tradições do país estão abaixo dos interesses particulares da família?
- O primeiro debate presidencial focado em atacar sem parar com ofensas. Vestiu a roupa, o estilo e a profundidade de conteúdo de Marçal. Como não participou de debates no 1º turno, aquela foi a primeira impressão de muita gente sobre quem era Flávio Bolsonaro. E não foi boa.
- Mudanças de pauta. Flávio passou o 2º turno copiando ideias e pautas ruins de Lula, ou criando novas ideias ruins dele, como o calote nas dívidas bancárias. Em parte, faz sentido essa estratégia. Se as propostas forem muito parecidas a eleição vira sobre quem você gostaria que tocasse aquelas propostas, e Flávio estava confiante que ele ganharia nesse embate. De novo, ego. Talvez para alguns eleitores ele tenha passado a imagem de falso e seria melhor bancar alguma das decisões históricas dele, para marcar uma mudança com a situação atual.
- Vídeo do Nikolas sobre o nordeste. Não me parece que tenha pego bem. Reforçou estereótipos diversos, especialmente o de se julgarem salvadores da região mesmo sem terem nada a mostrar nesse sentido. Os vazamentos da gravação depois pegaram muito mal.
- Crimes, mais crimes, e ainda mais suspeitas de crimes. A quantidade de esqueletos no armário que apareceram sobre Flávio nessas poucas semanas foi muito impressionante. Praticamente todo dia aparecia um novo vínculo suspeito, uma transação não-explicada. Ser o candidato novo e que deveria passar a imagem de mudança, mas não conseguir peitar de frente o PT no quesito corrupção, é um fracasso incrível. Mas 100% previsível para quem sabia um pouquinho que seja do histórico dele. Obs: TODOS os políticos com nome grande na direita sabiam desde o começo desse histórico sujo do Flávio, para eles não foi surpresa alguma.
- Histórico pouco presidenciável. Difícil pensar que um candidato à presidente vai ter que se explicar por que votou contra licença maternidade. Ou por que foi a favor de tirar a marcação de munições. No contexto dessa eleição, ele também começou falando contra o fim da escala 6x1 e terminou apoiando no discurso. Começa com cortar R$200 bi e termina sem conseguir dizer nada que vai cortar de fato, só gastos a serem ampliados. A imagem que passa é de um oportunista.
- O 2º debate e o caráter pessoal. Usar os 9 dedos de Lula como ofensa foi algo muito natural para o Flávio, esse tipo de piada é refresco nos círculos da direita. Ele só esqueceu que não está falando com sua claque que votaria nele não importa o que ele faça. Para um eleitor indeciso, ver um homem adulto fazer ofensa baixa a um idoso de 80 anos que já foi presidente três vezes é uma demonstração muito ruim de caráter. Depois ele pediu desculpas e as pesquisas mostraram que esse foi o ponto mais alto de Flávio no debate, agradou os indecisos (e foi o que mais desagradou os bolsonaristas). Em seguida, chamou a mãe de Ana Clara pelo nome da filha assassinada, de novo uma demonstração muito ruim de caráter.
Em resumo, me parece que os erros da campanha da direita começaram no ego de Jair. Flávio começou sabendo bem os temas que precisava evitar para se diferenciar do pai, e foi muito acima do esperado no primeiro turno. O ego inflou e ele mostrou mais de quem ele é.
A maioria dos brasileiros indecisos não gostou do que viu. Dos 14 milhões de votos totais a mais depositados no 2º turno, 10 milhões foram para Lula.
Considerando que agora Flávio quer contestar o resultado das urnas, a visão negativa que a maioria dos brasileiros formou dele se mostrou correta em tempo recorde.
Emily Dische-Becker retweeted
In retrospect, losing the first round was the best thing that could have happened to Lula: it jolted his campaign, quieted the infighting and mobilized his supporters. Flávio Bolsonaro’s first-round win, by contrast, bred overconfidence in his camp.
Emily Dische-Becker retweeted
TODAY: Vučić is out after 14 years. Lula is in for a fourth term.
🇷🇸 Serbia: Aleksandar Vučić has conceded defeat after more than a decade in power.
The student-led Students’ List, born from two years of protests after the deadly 2024 Novi Sad canopy collapse, won about 52% to 32% for Vučić’s SNS.
🇧🇷 Brazil: Lula has won a historic fourth term, beating Flávio Bolsonaro 51.7% to 48.3% after trailing him in the first round.
Emily Dische-Becker retweeted
An incredible showing by Lula tonight. He proved every pollster and doubter wrong.
And this is an important point: The margin of victory is so big that the controversy over the polling hours becomes far less relevant. He would’ve won if they closed an hour early.
Lula has been reelected president, Brazilian media has now called.
An extraordinary comeback for the longtime left-wing leader, who trailed by 2 points in round 1 but managed to hold off Flávio Bolsonaro, the former president's son.
Emily Dische-Becker retweeted
Mi reflexión sobre las elecciones de hoy en Brasil:
1. Lula no compitió con Flávio Bolsonaro. La competencia fue contra algo mucho más grande y, posiblemente, insuperable en las actuales condiciones históricas. El rival de Lula fue el tecnocapitalismo. Que se metió de lleno en Brasil como no lo había hecho en otros escenarios electorales. Lo vimos cuando META, empresa matriz de Facebook, Instagram y Whatsapp, fue descubierta beneficiando a Bolsonaro. Se configuraron tanto Facebook como Instagram para afectar los contenidos favorables a Lula; con las herramientas de IA de ambas redes impedidas de generar videos y afiches sobre Lula, pero sí sobre Bolsonaro. Y las dos primeras semanas de la campaña de segunda vuelta era notorio cómo las publicaciones a favor de Bolsonaro tenían mucho más alcance. Estas redes sociales y la IA no son meras herramientas; son la infraestructura por la que circula la inmensa mayoría de lo que la gente considera información. Al tiempo que son el principal medio de socialización en el mundo actual.
Los dueños de esa infraestructura, piezas clave del proyecto neoimperial que despliega Trump, saben cómo intervenir unas elecciones para crear mayorías electorales. En este caso para que ganen los candidatos/partidos que les prometan ampliar sus negocios en nuestros países. Especialmente en lo que toca a acceder a recursos energéticos para alimentar sus centros de datos y extraer minerales críticos. Componentes indispensables en la actual carrera por liderar el desarrollo de la IA frente a China que despliega el Estados Unidos de Trump a través de las empresas privadas que controlan este proceso en territorio estadounidense. Las ultraderechas están siendo deliberadamente beneficiadas por los algoritmos para crear mayorías electorales en favor del sector político que le promete a estos tecnoligarcas acceso total a nuestros recursos, datos y minerales. Esta articulación es la que, lo más probable, derrote a Lula hoy.
2. ¿No hay posibilidades para Lula? Las hay, pero no son muchas. Deben darse una serie de combinaciones y todo debe salir prácticamente perfecto para ganar por poco. Difícil, si bien no imposible. Esta tarde, con el primer boletín, iremos sabiendo si se dieron algunas de esas combinaciones.
3. Lula ha hecho un buen gobierno dentro de un contexto geopolítico complejo y en el marco de un capitalismo mundial de bajo crecimiento. Ha entregado números buenos en lo social y datos económicos estables. Distinto al ultraderechista Bolsonaro (padre de quien hoy podría resultar ganador) que dejó un país destrozado en el que, entre otras cosas, millones de brasileños habían vuelto a sufrir hambre. A mas de la destrucción institucional que había significado aquel gobierno extremista donde el insulto y el irrespeto a las instituciones fueron la normal. Pero recordemos que Bolsonaro padre, en 2022, estuvo a punto de reelegirse. Lula le ganó por poco en la segunda vuelta de ese año. Como he dicho antes, en el mundo de hoy no basta con hacerlo bien para ganar elecciones. En estas sociedades marcadas por el declive cognitivo que provoca el uso intensivo de pantallas, y donde el conocimiento es sustituido por creencias, la política es cada vez menos administración y más gestión de emociones. Lógica que las derechas y ultraderechas, con sus discursos simples y constante uso del insulto y la mentira, dominan a la perfección.
4. Es posible que Lula pierda. Y si ello finalmente se concreta hoy terminará la carrera del que seguramente sea el político latinoamericano más exitoso y mundialmente respetado de todo lo que va de siglo XXI. Un gigante en todas las dimensiones. El hombre que sacó de la miseria a millones de brasileños y que hoy, tras más de 20 años siendo el centro de la política de la primera economía de América Latina, llega a una segunda con posibilidades de ganar. Luchando contra toda esa estructura de intereses billonarios, manipulación algorítmica y poder geopolítico que describí antes. Y si gana, será una de las remontadas electorales más épicas de la historia.
Emily Dische-Becker retweeted
Mark my words this entire Brazilian election is preamble and prequel to what voter tampering, and mass communication distortion, could look like in the U.S.
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🚨🇧🇷 Brazilian Supreme Court Justice Cristiano Zanin extended voting nationwide by two hours, to 7 p.m. Brasília time, after President Luiz Inácio Lula da Silva's campaign reported bus shortages in nine states during Sunday's runoff against Flávio Bolsonaro, the son of jailed former President Jair Bolsonaro.
🔸Electoral rules require cities to run free transit at weekday levels on election day. In Salvador, in Lula's northeastern stronghold, Bahia's electoral court ordered the arrest of the city's mobility secretary, Pablo Souza, for withholding buses. In São Paulo, a court had ordered Mayor Ricardo Nunes, a Bolsonaro ally, to put out the full fleet. Lula's campaign says still only about 60% of buses were running.
🔸 Zanin stepped in after justice Kassio Nunes Marques, who has faced criticism over his alleged bias in favor of Bolsonaro, failed to rule before 5 p.m. when voting was set to close, leading to scenes of confusion at polling locations as some sites were forced to reopen.
🔸 Lula told reporters he had never complained about an election, win or lose. "But this time something abominable is happening," he said, according to The Guardian.
🔸 The fallout could reach beyond a delayed count. Eloísa Machado de Almeida, a constitutional law professor at FGV in São Paulo, said that if mayors coordinated with the Bolsonaro campaign to keep people from voting, Flávio's ticket and any mandate it wins could be annulled, and he could be barred from running.
🔸 It's not the first time. In the 2022 runoff, which Lula narrowly won, federal highway police under then-President Jair Bolsonaro stopped buses carrying voters, mostly in the northeast.
🎥 Overcrowded bus garage in São Paulo's East Zone and Lula says right to vote is under attack across Brazil
Emily Dische-Becker retweeted
BREAKING: Aleksandar Vučić conceded defeat in Serbia’s snap parliamentary election, saying the student-backed Student List had won.
Emily Dische-Becker retweeted
Brazil: The Regional Electoral Court of Bahia has issued an arrest warrant for Pablo Souza (Ind.), head of the Municipal Secretariat of Mobility in Salvador, following the limitation of bus service in the city during today’s elections.
#Brazil
Emily Dische-Becker retweeted
Multiple cities in Brazil including São Paulo and Salvador which both went for Lula in the first round are reporting having significant parts of their public transport system taken offline as part of vote suppression tactics by pro Bolsonaro politicians
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🇫🇷 Former French Prime Minister Dominique de Villepin, a veteran of the traditional French right, tore into President Emmanuel Macron and Prime Minister Sébastien Lecornu on BFMTV on Thursday for blaming France Unbowed (LFI) for last weekend's riots.
Villepin served under conservative President Jacques Chirac, famously opposed the 2003 Iraq War at the UN, and now leads his own party, La France Humaniste. He said the government had confused LFI with the ultra-left militants it blames for the violence.
"Do they know what the ultra-left in France is?" he asked. "The ultra-left hates France Unbowed. They are two traditions that are literally opposed." To the ultra-left, he said, LFI members are "softies."
He said the ultras on the left and right number about 5,000 people in France and can be monitored. The state's failure to do so pointed to "mistakes" for which "responsibility must be established."
By pointing the finger at Mélenchon's party instead, he said, Macron and Lecornu "are feeding Marine Le Pen's party," referring to the far-right National Rally. An OpinionWay poll released Thursday has Le Pen leading the first round of next year's presidential election with 36%, up a point since Saturday’s riots, and beating Mélenchon 69% to 31% in a runoff.
Lecornu has accused LFI of "irresponsible" stoking of unrest by visiting school blockades. Others on the right have gone further, with conservative presidential candidate Bruno Retailleau calling for LFI to be dissolved. The government has offered no public evidence tying the party to the violence. According to Mediapart, intelligence services were pressured to overstate LFI's role, and one intelligence official called the claim that LFI was behind the movement objectively wrong.
"L'ultragauche déteste La France insoumise", assure Dominique de Villepin, ancien Premier ministre
#FaceàVillepin
Emily Dische-Becker retweeted
Tucker Carlson is all-in for the push to deport Rep. Ilhan Omar.
"Is the Somalia First lawmaker some kind of criminal? Apparently, the answer may be yes," he wrote in his newsletter last week.
Today, he uncritically quoted Tom Homan saying that the Trump could denaturalize Omar. "No sitting member of the United States Congress has ever been deported. That could soon change," Carlson said.
Replying to @zke_soso
Nope. Actually we burned down:
- The Ministry of Education
- The Ministry of Economy
- The Municipality of Tirana (the city Hall)
- 32 bank filial
- 3 other financial institutions
Also closed the Israeli Embassy.






























