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Nunca ninguém fala do criminoso conflito de interesses q é a "democracia". Uma classe de dependentes directos da mama estatal q nunca votará contra o sistema da contínua extorsão legal. N aguentaremos mais 50 anos desta merda...
Miguel M. Almeida retweeted
El Estado, utilizado a modo de instrumento totalitario por necios gobernantes que asumen el laicismo masónico, pretende disolver el orden moral católico que emana del Evangelio: porque es un obstáculo para sus planes liberticidas, como muy bien explica aquí el Profesor Bastos.
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Empreendedores na área da construção e remodelação com falta de pessoal já tem solução. Muita mão de obra disponível pelos vistos.
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El mantenimiento, que para cualquier empresa es siempre fundamental (una empresa de camiones no puede tener los camiones averiados, cualquier empresa no puede funcionar si sus máquinas no funcionan), parece que para el estado no lo es. (1/3)
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Mussolini: “All within the state, nothing outside the state, nothing against the state.”
Socialists: To stop fascism, we must increase the power of the state.
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“La libertad es indivisible. Tan pronto como se empieza a restringirla, se entra en un declive que conduce al despotismo”.
- Ludwig von Mises -
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"Capitalism needs neither propaganda nor apostles. Its achievements speak for themselves. Capitalism delivers the goods."
— Ludwig von Mises
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“El socialismo es una alternativa al capitalismo, como el cianuro de potasio es una alternativa al agua”.
- Ludwig von Mises-
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Todos los políticos intentan culpar a otro. «¿Adamuz? La culpa fue del soldador, yo no soldé la vía». Como si el soldador no soldara de acuerdo a los requisitos que él (@oscar_puente_) demanda. (1/7)
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BRASILEIROS COM MEDO DE SER REMIGRADOS?! nitter.gq/i/broadcasts/2ybVKQyMq…
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A impressora do BCE não aparece nos cartazes dos manifestantes!
Anda toda a gente à procura do culpado pela crise da habitação: o senhorio, o fundo, o estrangeiro, o especulador. Há sempre alguém para insultar e mais uma intervenção estatal para exigir. Mas a moeda em que se mede o preço das casas parece gozar de imunidade.
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A comparação entre euros e ouro obriga a fazer uma pergunta incómoda: quanto da subida corresponde à valorização da habitação e quanto corresponde à perda de poder de compra do dinheiro? Uma casa pode ficar mais cara em euros e mais barata em ouro. Isto não demonstra, por si só, que toda a subida resulta da política monetária; demonstra que a unidade de medida também merece escrutínio.
O dinheiro novo também não chega simultaneamente a todos os bolsos. Quem primeiro acede ao crédito e à liquidez pode comprar activos antes de os preços incorporarem essa procura. Quem depende de um salário que tarda em acompanhar os preços enfrenta depois a factura. É o efeito Cantillon: a ordem de chegada do dinheiro importa.
Entretanto, o Estado restringe a construção, arrasta licenciamentos e confisca a habitação em sucessivas etapas. Depois apresenta-se como salvador, distribuindo apoios para enfrentar os preços que as suas próprias políticas ajudam a agravar.
A resposta libertária exige liberdade para construir, acabar com a roubalheira dos impostos, responsabilidade bancária e concorrência monetária. O jovem precisa de casas disponíveis e de poder preservar o fruto do seu trabalho.
Mas protestar contra o senhorio dá uma fotografia. Protestar contra a política monetária obriga a estudar.
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Miguel M. Almeida retweeted
Se tu tens direito a ter uma casa quem vamos oprimir para a construir ou pagar?😂
Para Pedro Almeida Vieira, a sentença sobre a 'Acampada de Lisboa' produzida pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa é um exemplo de grande densidade constitucional e diminuta utilidade prática. 78 páginas para proteger uma tenda.





























