Nunca ninguém fala do criminoso conflito de interesses q é a "democracia". Uma classe de dependentes directos da mama estatal q nunca votará contra o sistema da contínua extorsão legal. N aguentaremos mais 50 anos desta merda...
Sadly, it looks like no one listened.
I'm South African. I also want to talk to Americans who are about to vote Democrat. To warn you.
I come from even further into the future.
South Africa used to be a first-world country. We had the best infrastructure and hospitals in the world, and we were developing our own nuclear capability.
Today, there is literally shit running in the streets; people in our capital, Johannesburg, haven't had running water for months and more than 40 000 rape cases are reported every year.
For most South Africans, there is no such thing as healthcare. You go and stand in a queue for days, then go home.
This is what happens when you hand your country to economically illiterate progressive fools with catchy slogans.
Don't do it.
Miguel M. Almeida retweeted
JUST IN: In a Muslim Brotherhood-style election fraud incident, a poll worker in Dearborn, Michigan, speaking in Arabic, tells an undercover reporter that he can vote in a U.S. Senate election despite saying he is not a U.S. citizen.
“Only for U.S. President can’t you vote, but for the others, you can.”
Under 18 U.S.C. § 611, noncitizens are prohibited from voting in federal elections, including U.S. Senate races, subject to narrow exceptions.
Miguel M. Almeida retweeted
This is the moderate, common sense policy that can really get this country back on the right track!
Miguel M. Almeida retweeted
Reparem o desconforto quando tocamos na ferida. Não precisa da política mas não abdica do seu salário.
Hugo Soares, do PS2, é um receptor líquido de impostos, mas considera-se plebe!
Na Idade Média, o privilégio tinha brasão e batina. A nobreza e o clero gozavam de privilégios; a plebe sustentava-os. Hoje, o privilégio usa fato, senta-se no Parlamento e fica indignado quando alguém lhe identifica a fonte de rendimento – o assalto a uma minoria!
Foi o que aconteceu quando Luís Alfaia explicou a Hugo Soares, do PS2, mais conhecido por PSD, que receber dos impostos não é o mesmo que sustentá-los. Sua Excelência queria pertencer à plebe, mas conservar o vencimento pago por ela. Uma espécie de aristocrata com inscrição no povo.
A distinção libertária é incómoda: de um lado, os pagadores líquidos de impostos; do outro, os receptores líquidos. Descontar sobre um salário financiado pelo contribuinte não inverte o sentido da transferência.
Imaginemos, apenas como exemplo, que o Estado lhe atribui 5.000 euros brutos e retém 1.500. Os restantes 3.500 vieram de onde? Da produção de quem teve de entregar coercivamente a estes bandidos parte do que ganhou. A retenção é um desconto no custo do privilégio, não uma transformação milagrosa do beneficiário em financiador.
Alfaia tocou ainda na diferença decisiva: se não satisfizer os clientes, pode falir. O aparelho político consegue extorquir mais aos contribuintes. Uns precisam de convencer; outros podem continuar a assaltar.
No final, chega, então, a expressão sublime: “os meus impostos”!
Quais seus? A expressão serve para alimentar a fantasia de que cada um conserva no Tesouro uma conta corrente com o seu dinheiro. Mas o dinheiro deixa de estar sob o nosso controlo quando é desviado para estes bandidos todos os dias (IRS, IVA, IMI, IMT…). São eles que decidem o destino; nós somos vítimas do assalto!
Hugo Soares pode ofender-se com a descrição. A indignação não altera a realidade. A plebe continua a pagar. A novidade é que a nobreza exige que lhe chamem povo!
Entra aqui e deixa já a tua assinatura: zurl.co/fPrEi
Dá-nos um donativo: zurl.co/yVN9s; transferência bancária: IBAN BE62 9053 6612 2261; Titular: Associação dos Libertários Portugueses
Replying to @libertariopt
Ganda Alfaia!! Tens um lugar no céu!!!
Miguel M. Almeida retweeted
Hugo Soares, do PS2, é um receptor líquido de impostos, mas considera-se plebe!
Na Idade Média, o privilégio tinha brasão e batina. A nobreza e o clero gozavam de privilégios; a plebe sustentava-os. Hoje, o privilégio usa fato, senta-se no Parlamento e fica indignado quando alguém lhe identifica a fonte de rendimento – o assalto a uma minoria!
Foi o que aconteceu quando Luís Alfaia explicou a Hugo Soares, do PS2, mais conhecido por PSD, que receber dos impostos não é o mesmo que sustentá-los. Sua Excelência queria pertencer à plebe, mas conservar o vencimento pago por ela. Uma espécie de aristocrata com inscrição no povo.
A distinção libertária é incómoda: de um lado, os pagadores líquidos de impostos; do outro, os receptores líquidos. Descontar sobre um salário financiado pelo contribuinte não inverte o sentido da transferência.
Imaginemos, apenas como exemplo, que o Estado lhe atribui 5.000 euros brutos e retém 1.500. Os restantes 3.500 vieram de onde? Da produção de quem teve de entregar coercivamente a estes bandidos parte do que ganhou. A retenção é um desconto no custo do privilégio, não uma transformação milagrosa do beneficiário em financiador.
Alfaia tocou ainda na diferença decisiva: se não satisfizer os clientes, pode falir. O aparelho político consegue extorquir mais aos contribuintes. Uns precisam de convencer; outros podem continuar a assaltar.
No final, chega, então, a expressão sublime: “os meus impostos”!
Quais seus? A expressão serve para alimentar a fantasia de que cada um conserva no Tesouro uma conta corrente com o seu dinheiro. Mas o dinheiro deixa de estar sob o nosso controlo quando é desviado para estes bandidos todos os dias (IRS, IVA, IMI, IMT…). São eles que decidem o destino; nós somos vítimas do assalto!
Hugo Soares pode ofender-se com a descrição. A indignação não altera a realidade. A plebe continua a pagar. A novidade é que a nobreza exige que lhe chamem povo!
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O problema da habitação não se resolve sem olhar para o problema principal.
Brilhante artigo do @raposo_doutor 👏👏👏
observador.pt/opiniao/nao-e-…
A caminho!!!!!🤣🤣🤣🤣🤣
As acampadas são uma tempestade num copo de água.
Têm pouca adesão e força política, mas têm como líder uma mulher bonita, inteligente e sobretudo convincente.
Habituados que estávamos aos mostrengos do costume, a Renata faz bem à saúde. Se eu fosse mais novo, punha-me já a caminho do Rossio com a tenda às costas.
Miguel M. Almeida retweeted
Vejam bem a interação. Eu explico que se limitas o preço das rendas não meto a arrendar. Ele responde que agrava o meu IMI. Eu digo que meto uma tia lá a morar… Ele responde a idiotice que podem ver e bloqueia-me. Relembrar que estas pessoas votam.
Miguel M. Almeida retweeted
El Estado, utilizado a modo de instrumento totalitario por necios gobernantes que asumen el laicismo masónico, pretende disolver el orden moral católico que emana del Evangelio: porque es un obstáculo para sus planes liberticidas, como muy bien explica aquí el Profesor Bastos.
Miguel M. Almeida retweeted
Empreendedores na área da construção e remodelação com falta de pessoal já tem solução. Muita mão de obra disponível pelos vistos.
Miguel M. Almeida retweeted
El mantenimiento, que para cualquier empresa es siempre fundamental (una empresa de camiones no puede tener los camiones averiados, cualquier empresa no puede funcionar si sus máquinas no funcionan), parece que para el estado no lo es. (1/3)
Miguel M. Almeida retweeted
Mussolini: “All within the state, nothing outside the state, nothing against the state.”
Socialists: To stop fascism, we must increase the power of the state.
Miguel M. Almeida retweeted
“La libertad es indivisible. Tan pronto como se empieza a restringirla, se entra en un declive que conduce al despotismo”.
- Ludwig von Mises -


























